:: A realidade da Estação Lunar:


Pré-história da Colonização lunar Habitar a Lua é um sonho antigo, mas uma pretensão fora de alcance na atualidade.








Por Pepe Chaves*
NO MUNDO DA LUA - Afirmações da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) acerca da construção de uma base lunar vêm restaurar o sonho da conquista espacial norte-americana, rompido após as explosões de duas de suas espaçonaves tripuladas, chamadas de shuttle.

De 1969 a 1972, durante o governo do presidente Richard Nixon, os EUA, através do projeto Apollo em suas missões de 11 a 17 (exceto a 13 que não conseguiu alunissar), levaram o homem até a superfície lunar e depois disso, o satélite não mais recebeu a visita humana.

Único país a enviar seres humanos ao mundo lunar, os EUA venceu a corrida espacial contra a Rússia, país que colocou o primeiro homem “fora da Terra”, ao lançar Yuri Gagarin ao espaço em 1958. A conquista lunar colocou os EUA no patamar máximo das nações desenvolvidas da Terra e diversos investimentos internacionais, foram atraídos ao país, graças ao “maior feito da história humana”.

Por tudo isso, atualmente, os EUA não desejam perder "terreno lunar" para outros países que já lançam sondas no espaço e também planejam viagens tripuladas para um futuro breve. Para tanto, a Nasa já tem articulados diversos projetos e estudos para a efetivação da volta do homem à Lua.

A colonização lunar, representa aos mandatários da Terra, antes de mais nada ascensão e afirmação científico-tecnológica, que se traduzem em supremacia nacional. Por isso, atualmente, não mais somente os EUA, desejam aplicar fora da Terra recursos exorbitantes para a exploração e "conquista" da Lua.

Não somente por ações estratégicas ou pela simples afirmação de poderio tecnológico um país é levado a aplicar recursos na exploração lunar. É sabido que o satélite guarda em seu subsolo, diversos minerais “interessantes” em composições distintas da maioria existente na Terra. Certamente, o subsolo lunar poderá guardar distintas fontes de riquezas e talvez, até mesmo de necessidade e sobrevivência para o homem da Terra no futuro.

BASE NORTE-AMERICANA - Em recentes declarações à imprensa e também em seu site, a Nasa e o governo dos EUA faz ventilar interesses em construir uma base lunar que possa vir a dar suporte aos astronautas em suas missões espaciais.

A declaração vem também jogar água na fogueira de outros países, como a China (considerada a nova superpotência tecnológica mundial) que também tem “anseios lunares”, bem como a própria União Européia (UE) que já desenvolve (num consórcio internacional da Agência Espacial Européia - ESA) diversos projetos voltados à exploração espacial, inclusive de sondagem a partir da órbita lunar.

Nos EUA, o próprio presidente Bush declarou em 2004, que já está em curso a construção de uma espaçonave que faça o trajeto Terra-Lua-Terra eficientemente e viabilize a construção de uma estação fixa no satélite terrestre.

Contudo, apesar das diversas informações que a ciência detém a respeito da Lua, ainda existem muitos aspectos desconhecidos que podem implicar diretamente no fato da permanência humana naquele inóspito ambiente.

EQUIPAMENTOS LUNARES - Mas, apesar de todos os contratempos, percalços e redução de verbas, a Nasa já desenvolve equipamentos e veículos que deverão ser utilizados na Lua um dia.

Um projeto chamado de “Constellation” deverá ser o substituto do Apollo e levar o homem novamente à Lua nos próximos anos. As informações são do professor paulista Márcio Rodrigues Mendes, físico e pesquisador em Astronomia e Astronáutica, que falou conosco sobre o assunto.

Desde que abandonou os projetos das viagens lunares os EUA não desistiram de retornar ao nosso satélite natural. Porém, os planos para a volta à Lua são bem mais ousados do que os do projeto Apollo, que levou o homem a pisar somente por cerca de duas horas no solo lunar.

Mendes que acompanha as viagens lunares desde sua adolescência e detém um vasto acervo que vai de maquetes a livros sobre o tema, afirma que, agora, a volta à Lua inclui a possível permanência humana por longos espaços de tempo, na superfície do satélite terrestre.

E para ter sucesso nesta difícil empreitada, será preciso criar diversos acessórios, equipamentos e veículos que dêem suporte à vida humana em um ambiente atroz.

Desta forma, o conhecido "jipe lunar" será substituído por sua mais eficiente versão, chamada de Lunar-mobile-Plataform. É um veículo capaz de trafegar em locais acidentados da superfície lunar, até que se construam estradas por lá.

Estradas em solo lunar poderão existir em futuro breve, conforme nos conta Márcio Mendes, “Imaginando a necessidade de um veículo com lâmina apropriada para trabalhar removendo pedras e nivelando o terreno lunar; bem como trabalhando ao aplainar terrenos para edificações, será usado o LNCE (Lunar Attachement Node for Construction Excavation)”.

Segundo ele, em breve “Haverá trabalhadores em solo lunar que, muitas vezes, estarão longe de seus alojamentos principais. Para tanto, já está desenvolvido o abrigo ideal, para trabalhadores e equipamentos. Trata-se do ATHLETE, um abrigo móvel, também conhecido como Cargo Moving Rovers".

Mendes nos informa também que outras gerações de robôs da Nasa, a exemplo dos Rover que estão em Marte, também já estão sendo testadas, como o Autonomous Drilling Rover, para pesquisa geral do solo lunar e especialmente desenvolvido para regiões polares, onde as condições de escuridão e frio podem ser extremos.

Mendes também lembra que, caso sejam encontradas entradas para o subsolo lunar o K10, um pequeno veículo teleguiado, poderá adentrar-se e munido de sistema de escaneamento 3-D, poderá criar mapas topográficos com tecnologia avançada.

“Creio que poderemos vivenciar nestes próximos anos, toda essa experiência de exploração, baseada no programa Constellation”, finaliza o otimista professor Márcio Mendes.

HOLLYWOOD E A LUA - Em 1973 foi produzido por Hollywood uma das obras primas sobre o tema “estação lunar” e ainda hoje, pode ser considerada uma legenda da sci-fi espacial.

O seriado Espaço 1999 (Space 1999, Carlton Vídeo), de Gerry Anderson e Lew Classe, mostrava uma base lunar no ano de 1999. Era a base lunar Alpha, instalada na Lua por norte-americanos que conseguiram remontar em seu interior um ambiente idêntico ao terrestre.

Porém, no seriado, havia um agravante, pois a Lua estava fora da órbita terrestre e seus habitantes perderam o contato com o planeta. O deslocamento lunar teria ocorrido, devido a explosão de uma bomba nuclear que afastou o satélite terrestre e o fez navegar pelo espaço à deriva.

Espaço 1999 estrelado por Martin Landau e Barbara Bain trouxe em 24 episódios detalhes da vida numa colônia lunar, com seus personagens sobrevivendo numa situação completamente autônoma ao planeta Terra.

No seriado, o comandante John Koenig (Landau) ao lado da doutora Helen Russel (Bain) buscava dar o melhor destino às diversas aventuras que a base lunar Alpha passara na superfície do pequeno e agora astro errante.

A tripulação da Alpha utilizava-se de veículos espaciais bastante limitados, chamados de Águias, inclusive, estes veículos (de 1999) guardavam bastante semelhança com os pré-históricos módulos lunares utilizados pela Missão Apollo no início dos anos de 1970 – em tempo real, a missão foi finalizada pela Nasa pouco antes da produção da Carlton Video.

Durante os 24 episódios, a base Alpha, instalada na Lua (que então vagava pelo espaço sem rumo), enfrentou intempéries diversas em sua jornada sideral. Além dos protagonistas, mais seis atores integravam o elenco original do seriado, compondo a tripulação da base Alpha que, diferentemente de outras produções (que mesclavam membros de múltiplas nacionalidades) era composta somente por norte-americanos.

DISCREPÂNCIAS - Mas, saindo do "mundo da lua" e voltando à realidade, economicamente falando, a viabilidade para a construção de uma estação lunar é praticamente nula para os dias atuais e mesmo para os próximos anos.

Destarte, acreditamos que afirmações atuais acerca da criação de bases lunares pode ser somente blefe político ou tão somente auto-afirmação de supremacia nacional.

Na realidade, diversos obstáculos ainda precisam ser transpostos para que uma base lunar se torne realidade e tenha um retorno prático que justifique as altas cifras que devem ser empregadas na sua construção.

Se a própria Estação Espacial Internacional (ISS), que emprega esforços econômicos de 15 países, anda a passos de tartaruga, como seria possível construir uma complexa estação lunar que comporte a vida humana nos próximos anos?

A bem da verdade, o que separa a afirmação de um líder de Estado da realidade cientifica espacial disponível atualmente pode ser como um abismo de proporções gigantescas, dentro do tempo e do espaço em que estamos inseridos. Em 50 anos praticamente nada mudou em termos de tecnologia espacial, quanto ao modo de se lançar (foguetes) como de trazer os homens de volta à Terra (cápsulas e pára-quedas). Os ônibus espaciais (shuttles) deverão ser aposentados em 2010 - na verdade, o Endeavour, o único que restou, já que o Challenger e o Columbia foram destruídos – e, segundo a Nasa, seus substitutos já estão sendo desenvolvidos.

Portanto, devemos estar cientes que, atualmente, existem diversos obstáculos que impedem a presença humana em solo lunar por tempo prolongado e ainda não há tecnologia que venham driblar as dificuldades. Para tanto, seria preciso criar ambientes artificiais para que a vida humana pudesse ser desenvolvida dentro dos moldes em que ela se encontra na Terra.

Alguns deles são:

- A superfície lunar recebe fortes descargas radioativas do sol, as quais contêm elementos letais à espécie humana;

- O fato de o satélite não possuir atmosfera (como a Terra) que "filtre" as emissões de raios solares implica em problemas diversos para a vida na Lua, pois não há como sobreviver sem trajes especiais para o ambiente agressivo;

- Também a falta de oxigênio natural obrigaria o constante uso de trajes adaptados para se deslocar na superfície lunar, além de um considerável estoque artificial desse elemento;

- A superfície lunar é bombardeada constantemente por "tiros" de asteróides, meteoritos e pedregulhos de proporções diversas - já que o satélite não possui atmosfera (como a Terra) para dissolvê-los antes de atingirem o solo;

- A baixa gravidade lunar (seis vezes menor que a da Terra), também é um agravante e, decerto, afetaria o funcionamento de diversos órgãos do corpo humano dentro de pouco tempo; entre outros obstáculos.

Para contornar problemas gravitacionais, é que as bases lunares se mostram interessantes: haveria ambientes lacrados com gravidade artificial. As condições do interior de cada módulo habitacional seriam totalmente “calibradas” às condições terrestres.

Ou seja, criar-se-ia um ambiente onde a gravidade, temperatura e pressão seriam manipuladas dentro dos parâmetros terrestres - exatamente como mostram alguns filmes de ficção, onde seres humanos convivem em estações extraterrestres ou dentro de espaçonaves, andando e não flutuando, já que deveria haver ausência ou o mínimo possível de gravidade nestes locais.

SUBSISTÊNCIA - Devemos assinalar também que, dos fatores essenciais para a permanência humana no mundo lunar seria a presença natural de água naquele ambiente. Esta possibilidade é alta, segundo os cientistas, porém ainda não foi confirmada precisamente.

Caso houvesse uma forma de manipular a suposta água lunar, um grande problema da colonização seria contornado. Com água no satélite, poder-se-ia criar culturas em estufas para consumo próprio dos astronautas. Isso já facilitaria muito as coisas por lá, além de criar uma significativa subsistência em relação à Terra.

Um avançado posto de pesquisa lunar, a serviço de diversos projetos terrestres, seria uma conquista para a humanidade como um todo, no bom sentido da exploração e da pesquisa espacial raciocinadas. Da Lua, seriam colhidos dados que, por motivos diversos, não têm condições de obtê-los com isenção a partir da Terra.

ATRASOS - O sonho de conquistar a Lua e construir no satélite uma base para comportar seres humanos, não é novidade e quem sabe, já poderia ser fato na contemporaneidade (ou se estar mais próximo disso), não fosse os dois acidentes fatais com as espaçonaves Challenger (1987) e Columbia (2003), que vitimou suas tripulações e jogou um balde de água gelada na praticidade das viagens espaciais.

Os projetos espaciais tiveram uma forte “freada” logo após estes acidentes e com isso, a conquista espacial sofreu notórios atrasos. Para completar o panorama negativo, as verbas federais para o setor espacial se tornaram escassas, sobretudo, pelos pesados investimentos do governo de George W. Bush em segurança e armamentos.

Recentemente, o astronauta norte-americano Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, declarou que, se seu país não fizer mais investimentos na Nasa, deverá perder a corrida espacial para a Rússia e até para a China. Em entrevista ao jornal "Sunday Telegraph", Aldrin afirmou que tentará convencer os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, de que o governo dos Estados Unidos deve buscar verbas para implementar uma base permanente na Lua, e enviar a Marte uma missão tripulada.

Apesar de continuar recebendo importantes cifras do orçamento norte-americano, os projetos espaciais daquele país (sobretudo, os tripulados) sofreram acentuadas quedas imediatamente após cada um destes citados acidentes, e ainda na atualidade, "curte a ressaca" do desastre com a Columbia, ocorrido há poucos anos, quando esta espaçonave adentrava à atmosfera terrestre.

Certamente, não fossem os descaminhos do destino e excessiva preocupação com as guerras e o “terrorismo”, o processo de colonização lunar já poderia se encontrar bastante avançado atualmente.

* Pepe Chaves é pesquisador em ufologia e assuntos aeroespaciais. É editor do diário digital Via Fanzine e do portal UFOVIA - Núcleo de Estudos Telúricos e Celestes. Sua página pessoal é www.viafanzine.jor.br/pepe . E-mail de contato: pepechaves@yahoo.com.br


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