:: O Medo









O medo é caracterizado por um sentimento intenso de privação dos sentidos, onde o coração palpita e causa tremor nos membros do corpo tais como braços e pernas. Muitas vezes tal sentimento é associado com a morte. Ele é tão intenso que pode fazer um indivíduo perder a razão. Pode provocar sensação de dor e aceleração dos batimentos cardíacos. Na sua porção mais exagerada ele é uma perturbação tipo fobia que é necessário ser controlada através de medicamentos. O medo também pode ser componente formador de outros conceitos mais complexos. Ele pode atuar como um motivador ou como um reator de uma determinada situação.

A impossibilidade de lhe dar com uma situação fazem um indivíduo impotente diante de um fato. Este sentimento aguça a imaginação ativando o cérebro com um temor que a faz levemente delirar pela incapacidade de ação. Assim, se cristaliza uma espécie de medo que a percepção vê como uma barreira intransponível capaz de aniquilar a sua própria vida ou de provocar uma perda tamanha que não possa ser suportável.

Existe também a relatividade do medo. Nem sempre o medo está para si mesmo. Mas pode estar em relação a outro indivíduo ou em relação a coisas e objetos e ao grupo. Por exemplo, uma mãe que teme que seu filho fique doente e venha a falecer. Ela gera em seu cérebro uma cadeia neural de cuidados e regras que deve seguir para evitar que seu filho venha a ficar doente. Então para administrar este sentimento ela se alia a outros sentimentos mais nobres como o amor para justificar a necessidade de cuidar da criança.

Um sentimento de posse pode estar ligado ao medo. O apego é um subproduto do medo. Então quando um indivíduo começa a catalogar coisas e passa a ter a propriedade de bens ele cerca de todas as maneiras das possibilidades de não perdê-los mais. Este medo irá fazer com que as casas tenham cercas, os carros tenham alarmes e seguros, que as habitações tenham chaves, que as janelas tenham sistemas de travamento de dentro para fora. O excesso de apego gerado pelo medo inicial pode gerar uma fobia social capaz de provocar um isolamento da pessoa humana e transformar o ser humano em um ser cada vez mais limitado no seu espaço geográfico.

O desconhecido faz com que o homem interprete como uma agressão tudo o que se passar perante ele. Assim, não é difícil encontrar exemplos de pessoas que são agredidas por serem albinas. A incompreensão leva a um movimento reativo irracional e por vezes mais exagerado do que deveria ser. Este tipo de medo é provocado porque as pessoas são condicionadas a ver e a acreditar apenas no que foram condicionadas a aceitar em vida. Este condicionamento uma vez corrompido provoca uma fissura neural-conceitual gerando a irracionalidade descrita anteriormente. Quando o indivíduo neste estado consegue uma explicação para o comportamento anormal, na maioria dos casos, já é tarde demais para se voltar atrás e a irracionalidade já tomou conta das pessoas por meio da revolta, da irá, da ignorância da insensibilidade e da arrogância.

Compreender o medo é fundamental para quem deseja conhecer-se um pouco mais profundamente. Às vezes um indivíduo deseja se soltar um pouco. Ser mais descontraído. E não consegue simplesmente porque tem medo do que as outras pessoas vão achar ou pensar sobre si. Então uma prisão é gerada mentalmente sobre o que se pode fazer, o que não se pode fazer até chegar um limite que não pode ser ultrapassado. Em regras práticas existe o lado bom para este comportamento psíquico, pois as regras sociais na forma de leis não dariam certo se este elo neural não fosse formado.

A inibição quando ultrapassa também a barreira da razão deixa o indivíduo transtornado e muito limitado. Inibir-se é testar neuralmente uma situação hipotética. Verificar em seguida qual o resultado que o indivíduo acha de deverá ocorrer com ele. Após a ativação do medo, a reação é um recuo de um estado ou ação visível no plano físico. E por fim um distanciamento daquilo que supostamente irá lhe fazer mal mais adiante.

Quando a lei é formada através de regras escritas como uma constituição ou na ausência delas por ordem do costume e leis dispersas mais de ampla anuência de todos tem se um limite hipotético do agir. Cada um sabe que não pode ultrapassar esta barreira ou estará “encrencado”. O medo ou temor neste caso é substituído pelo respeito ao regramento. Ou faz parte dele em sua porção inicial se quiser viver bem em sociedade.

Repare que este texto força a idéia inicial que todos são movidos pelo medo em sua porção inicial. Mas na realidade o medo é um componente integrante e bastante importante para fixação de outros conceitos tão complexos quanto ele. Esta complexidade é necessária para não tornar sentimentos padrões ou em estruturas altamente mecanizadas que transformaria o ser humano em algo robótico na sua forma de agir.

O medo gera agressão. As guerras não acontecem por acaso. Elas são preparadas com anos de antecedência. As potências mundiais começam a estocar equipamentos bélicos e armamentos. Nenhuma nação faz isto à toa. Os serviços de inteligência vivem numa ciranda de supor situações de conflito e sugerem as medidas administrativas de compra e fabricação de armamentos para manter o equilíbrio. Em pleno século XXI o medo move as nações. Por isto situações inusitadas podem fazer com que uma guerra ecloda da noite para o dia acirrando os ânimos e provocando temores em muitas pessoas.

Finalizar a vida é tudo o que a maioria das pessoas menos gosta de pensar. Por mais miserável que possa parecer a vida, quase todos desejam permanecer vivos. O temor por sua finalização gera um desespero, uma falta de equilíbrio e até situações inesperadas capazes de surpreender qualquer indivíduo. A morte é angustiante. Os indivíduos preferem buscar alternativas para não pensar nela.

Outra perspectiva é o condicionamento que está intimamente ligado ao medo também. É mais cômodo saber das outras pessoas o que esperar. Viver em grupo e harmonia. Viver em família do que viver com pessoas desconhecidas. Compartilhar da genética e viver mais ou menos em “bandos” homogêneos como se podem notar em cadeias de animais. O condicionamento gera certa paz e na presença de algum intruso, ou elemento não singular ao meio ele é rapidamente identificado e excluído do grupo. Pois se apresenta comportamento peculiar não direcionado aos iguais do mesmo grupo.

Para fugir do medo é necessário conhecer os seus processos de formação. Verificar cada categoria que ele ocorre disfarçado de um sentimento nobre ou não. Depois de identificado é necessário colocá-lo para fora como se fosse uma apresentação teatral e substituí-lo por outro segmento de pensamentos que seja mais eficaz para a situação identificada. É um procedimento lento, mas bastante gratificante para quem gosta de conhecer a si mesmo. O difícil deste processo é que as pessoas têm que quebrar paradigmas e valores para poderem arcar com os custos de uma mudança tão radical. Como por exemplo, ter que quebrar o amor para uma mãe cuidar de sua criança baseada em outros valores que não seja o medo ou temor de uma fatalidade. A confusão está em que existe uma confusão psicológica no qual o indivíduo pensa que deve se desfazer de um sentimento que ela qualifica como bom para si, mas na realidade ela está fazendo uma limpeza no seu sentimento para que ele venha a aflorar de forma mais humana e precisa. Que não venha cheio de resíduos que possam prejudicar seu desenvolvimento ou confundir-lhe a cabeça ao tomar uma decisão errada.

O sentimento de invasão aflora quando alguém adentra na particularidade de outra pessoa. O medo está enraizado neste sentimento também. Os indivíduos criam capas para se protegerem. A individualidade é bastante cultivada nesta era de grandes transformações, embora já começa a ter um declínio desta individualização com o monitoramento televisivo como mostra os reality shows. Tem certa estrutura neural responsável por fazer o chaveamento da individualidade do indivíduo. Quando alguém detecta que esta estrutura está sendo acionada ocorre uma reação espontânea reativa a primeira. O medo é o componente responsável pela reação espontânea.

O estímulo é o que movimenta o homem. Coordenar os sentidos de forma que eles funcionem conforme o esperado é extremamente complexo do ponto de vista comportamental. Os indivíduos são complexos. Eles têm diferentes necessidades, em tempos distintos, diferentes estruturas de DNA, diferentes sentimentos, embora existam várias tentativas educacionais de padronização e diferentes reações a estímulos. Portanto quando se fala de medo é óbvio que não existe uma regra de intensidade que uma possa se apresentar em relação a um determinado estímulo.

O medo como expressão é arte. E como tal representa inúmeros trabalhos entre literatura, poesia, telas, estátuas,... Está presente em todos os movimentos artísticos de todas as fases da pintura, dramaturgia e escultura. Os artistas conseguem expor com facilidade as angústias dos seus séculos. As obras retratam os temores por fome, por guerra, por eventos cataclísmicos, pelo desconhecido, pelo inferno,... não é raro que tais ilustres tenham passado um bom tempo cuidando de seus próprios transtornos, pois também estavam inseridos no mesmo contexto que a sociedade.

Outra expressão do medo está também sobre a música. Existem composições belíssimas que foram desenvolvidas por gênios da música que retratam o horror de uma cena. Mas apreciados em filmes de terror, suspense ou dramas. O ser humano evolui muito com o advento da televisão. Com ela foi possível planificar a consciência humana. A Europa por exemplo ficou a poucos metros de um morador de um município do interior do país. O conhecimento ficou mais democratizado. Com ele ocorreu um processo de desmistificação da consciência humana. As pessoas passaram a acreditar em evidências e fatos concretos. Mas ainda tem muita coisa a prosperar neste campo.

Pode-se dizer que o início do século XXI foi uma vitória da razão sobre o medo. Principalmente numa época que muitos acreditavam que seria o fim do mundo. Uma transição sombria que parece ser cada vez mais distante e caminhando para o imaginário das pessoas. O precursor deste movimento foram os jornais em papel, mas as notícias chegavam com um pouco de atraso devido às distâncias, em seguida veio as rádios que conscientizaram os indivíduos da necessidade de integração. E por fim a televisão com o cinema que planificou o modo de pensar do ser humano e uma visão global do planeta pode enfim ser criada que não fosse pela visão literária apenas.

O pior dos medos é o fim do mundo. Um mercado mundial que movimenta milhões de dólares. Os indivíduos para impedir que este medo se concretizasse fundaram organizações defensoras da paz, como congregações, movimentos sociais e ações governamentais por pressão popular a fim de acabar com as hostilidades principalmente no período da década de 1980 com a guerra fria.

A visão bíblica de dois mil anos atrás se encaixava perfeita no cenário de destruição que as potências mundiais estavam formando com a estocagem de material bélico. Após muita negociação o medo pelo fim do mundo foi sumindo e as pressões sociais começaram a sumir a acalmar a população de uma forma geral. Pode-se dizer que este medo foi bastante real.

O mundo da conspiração é o elemento que parece que veio para ficar no século XXI. As teorias conspiracionistas estão induzindo milhares de pessoas, geralmente aquelas que não possuem informação escolar suficiente para um senso mais crítico a lutar por causas ilusórias. Neste início de século um mundo onde a desconfiança de quem exerce o poder deseja se desfazer das classes mais abastardas está ganhando força nas camadas ou classes da população menos desenvolvidas. Geralmente quem controla a história inventada, sem bases científicas é uma pessoa integrada à sociedade e que exerce determinada influência sobre um grupo de pessoas que não consideram incluídas como queriam em sociedade.

O temor ou o medo de serem excluídas dos meios de produção fazem com que elas levantem bandeiras para compor um grupo de militantes que não tem nada a perder para lutarem por seus ideais. Este fenômeno é bastante interessante e deve ser estudado com urgência para ouvir as reais necessidades de tais cidadãos para que sejam inclusos imediatamente nos meios de produção do planeta. As bases iniciais de uma conspiração podem ser até sólidas, depois uma série de incoerências são adicionadas com o passar do tempo e uma teoria clássica é fundamentada com contexto e peculiaridades difíceis de serem negadas.

O homem não foi à lua. Este é um exemplo clássico que gerou até um livro contando como a Nasa desenvolveu uma trama para enganar a humanidade. Segundo o livro uma encenação feita através de um estúdio. Este tipo de conspiração reflete o medo do modelo capitalista vir a sobrepor a todo o desenvolvimento mundial.

Um temor ou medo bastante difundido é da humanidade ser atacada por criaturas vindas de outro planetas. De certa forma, o ser humano acreditar que é único no universo limita a capacidade neural de segurança e tranquilidade. As pessoas ficam focadas em suas próprias vidas, pensando em meios de produção para manutenção de suas próprias vidas. O temor por esta civilização ser escravizada poderia refletir numa mudança de paradigma. A orientação da humanidade poderia ser outra completamente diferença. Há também o temor pela perda de poder por parte dos governos, que não saberia como controlar a situação diante de um elemento novo. Então mesmo que existam dificilmente os governos falariam a verdade se contatos ou acordos já estivessem feitos. Muitos acreditam que a humanidade está sendo preparada para que este momento tão esperado chegue. Dos governos revelarem que realmente existem criaturas inteligentes em outros planetas e que os terrestres já foram visitados inúmeras vezes. Conforme se pode notar existem as duas verdades, os que acreditam serem seres benignos e os que acreditam serem seres malignos (esses têm medo ou receio).

Outro fator bastante interessante observado no mundo infantil é a fantasia. Ela é responsável pela fabricação da personalidade das crianças. E o desenvolvimento criativo exige que temores e situações de constrangimento sejam adicionadas a psique para que a criança possa ir formulando suas próprias conclusões e passe a escolher o que é melhor para si, bem como os valores que desejam nutrir. Os monstros de infância ajudam a despertar a necessidade de autodefesa, ao desenvolvimento da autotutela e ao relacionamento com outros seres humanos.

Quando o medo se torna uma fobia social é necessário procurar profissionais que o ajudem a encontrar o elo perdido que fez com que a inconsciência aflorasse naqueles momentos em que o correto seria manter a calma e a compreensão das coisas. Uma mania de perseguição, por exemplo, é um tipo de fobia social gerada pelo medo que um acompanhamento psicológico atento poderia ajudar bastante um individuo que é recorrente.

O medo pode gerar suicídio. Quando uma pessoa está extremamente apavorada com uma situação ela perde de imediato a capacidade de raciocinar de forma coesa e coerente. Então por exemplo, se um edifício em chamas a pessoa se sente acuada no décimo quinto andar, ela pode tentar pular a janela para sair da fumaça por se apavorar de um incêndio que atingiu apenas o quinto andar do prédio. Os sentidos parecem não funcionar bem quando o medo é extremo. Os movimentos são reativos e rápidos. Os acidentes e fatalidades parecem ocorrer com uma maior frequência. Como no caso de um indivíduo que teve o navio naufragado ao cair na água por sorte uma outra pessoa que sabia nadar se aproximou para dar auxílio. As duas pessoas afogaram porque a primeira estava tão apavorada que quando o socorro a chegou ela acabou por enforcá-lo com medo de ser vitimada também.

Evite ter medo, seja reacional em suas situações cotidianas. Analise com calma cada novo evento que te ocorrer. Busque por similaridade encontrar soluções que antes não havia nunca passado por sua cabeça. O medo por vezes pode fazer você fazer xixi nas calças. Não queira passar por esta situação constrangedora. Seja sábio. E saberás ir além a situações que antes não dominada. Se permita errar um pouquinho, pois ninguém nasce sabendo, não tenha medo de cair no ridículo, mas saiba se recompuser cada vez que pisar na bola. Não caia no mundo das conspirações procure saber de tudo antes de entrar numa delas.

Brinde cada momento com altruísmo e sejas iluminado enquanto durar sua existência aproveitando cada momento sem medo de ser feliz. O medo leva a limitação de valores, leva a limitação das virtudes ao vazio do ser. Quem não ouça pouco aproveita da vida. Mas o ousar deve ser feito com consciência. Não tenhas fobia de ser feliz. Contente-se com o que tem e lute por uma vida melhor. O medo destrói, o medo corrompe, o medo alimenta a ignorância, o medo gera violência, o medo gera o fanatismo,... saiba ter medo com sabedoria.

Autor: Max Diniz Cruzeiro


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Max Diniz Cruzeiro

Electronics Technician

Bachelor of Statistics

Post graduate in Clinical and Business Psychopedagogy

MBA in Marketing and Social Networks

Postgraduate in Clinical Neuroscience

Postgraduate in Psychoanalytic Theory

Doctor PhD Student in Philosophy - Psychology: Cognitive

Self-taught Writer

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