:: DANÇA MODERNA









Patricia Vechia


INTRODUÇÃO

Baseado em registros feitos pelo homem através de desenhos de figuras humanas encontrados nas paredes e tetos das cavernas no período Paleolítico, podemos perceber que o homem já dançava. O homem pré-histórico dançava pela caça, colheita, casamento, cura, etc. Dançava em forma de ritual para tudo que tinha um significado.

Por isso podemos dizer que a Dança é1 a arte mais antiga que o homem experimentou e a primeira arte a vivenciar com o nascimento. Assim, o homem e a dança evoluíram juntos nos movimentos, nas emoções, nas formas de expressão e na arte de transformar os seres desse mundo.

Evoluíram também em conceitos, nos acontecimentos culturais e sociais que a dança, juntamente com o homem, mostravam através da intenção dos anseios e necessidades da humanidade. Dessa forma, caminhavam juntos revelando através da história a relação do homem com o mundo e seus diferentes modos de vida.

Seja na expressão de magia, ritual, cerimonial, expressão popular ou no prazer de se divertir, a dança sempre esteve envolvida com a forma de manifestação das vivências do homem no mundo e as influências que o mundo lhe apresentava.

No evoluir da dança, ela foi se misturando no cenário das antigas civilizações e se diversificando nas várias formas de interpretação e expressão. E essas danças foram deixando através dos tempos suas raízes com a possibilidade de outras nações posteriores estudá-las e apreciá-las.

A partir daí a dança inicia sua fase de corte em que se dançava com o intuito de satisfazer os nobres e agradá-los. Foi chamado de ballet de corte e é dessa dança que se origina o que hoje conhecemos como ballet clássico.

O ballet sofre mudanças, começa a ser apresentado nos palcos, a figura feminina começa ascender e os bailarinos se tornam profissionais. Logo surge o ballet romântico em que definitivamente o homem perde importância e começa a servir somente como apoio à bailarina. A característica principal do Romantismo no ballet é o uso das sapatilhas de ponta pelas bailarinas, onde a procura pelo chão foi trocada pela tentativa de “quebra” da gravidade por meio de saltos.

Quando, no século XIX alguns apreciadores da dança resolveram romper com a leveza e a estética do ballet clássico, surge a Dança Moderna, retornando aos movimentos ligados a terra. Dança Moderna é o termo surgido nos Estados Unidos para designar o contrário da dança acadêmica. Na verdade, engloba uma variedade de estilos que basicamente tem em comum não utilizar sapatilhas de ponta ou o vocabulário de dança clássica, buscando também temas mais identificados com sua época. Uma reação aos rigores do classicismo, procura maior identidade entre o palco e platéia, além de constante pesquisa de novos caminhos para a expressão através do movimento.

DANÇA MODERNA: PRINCIPAIS TEÓRICOS E ESCOLAS Escola Americana: A prática “real”, criação e evolução da dança começa entre o final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos.

François Delsarte (1811-1871): Foi o primeiro teórico da dança. Trabalhou a relação entre voz, gesto e emoção interior. Está aí a chave da dança moderna: A intensidade do sentimento comanda a intensidade do gesto. Fez com que a dança parecesse ter um só guia: a própria alma humana.

Ideais do Delsartismo:
  • Todo corpo é movimentado pela expressão que é a fonte e o motor do gesto, principalmente no torso (tronco).
  • Pela contração e pelo relaxamento dos músculos se obtém a expressão.
  • “Os três princípios de nosso ser: vida, mente e alma; formam uma trindade”- Tinha o objetivo de obter a partir de exercícios uma perfeita harmonia e por isso conduzir o homem a um alinhamento entre a expressão e o sentido.
  • Sua análise sobre anatomia e expressão humana, fundamenta-se em dois princípios: O Princípio da Correspondência (tendo sido criado à imagem divina, o homem manifestava-se em seu ser uma tripla causalidade) e o princípio da Trindade, superava a dualidade corpo-alma através da criação e do espírito, que entendia como sendo de uma mesma e única realidade .
  • Estrutura Típica - o corpo humano é composto de três zonas principais: a cabeça (intelecto); o tronco (emoções) e os membros (o que é propriamente físico ou animal)
  • Oposições, paralelismo e sucessões : as três grandes ordens do movimento.
  • Cada movimento corporal tem um sentido próprio que também corresponde a uma emoção específica.
  • Universalização do treinamento artístico através da elaboração de métodos que podem ser utilizados por qualquer pessoa independente de suas limitações físicas.
  • Todo homem é artista a partir do momento em que é humano.
  • A arte da dança é universal, criada pelo ser humano a partir das condições de sua própria existência.
  • Não há arte para o homem que não seja naturalmente humana.
Loie Fuller (1862–1928): Apesar de não ter deixado inspiração, escola, técnica ou teoria, teve uma pequena importância para os palcos: o efeito dos projetores de luz sobre os tecidos. Por toda sua vida estudou esses efeitos. De acordo com a sua forma, ela “esculpia a luz”.

Isadora Duncan (1877-1927): É a dançarina pioneira. Apesar de não ter deixado escola, Isadora ficou como inspiração para que outras personalidades fizessem da dança moderna um estilo de dança tão explorado e procurado atualmente. A técnica lhe parece sem interesse: fazer gestos naturais, andar, correr, saltar, mover seus braços, reencontrar o ritmo dos movimentos inatos no homem, perdidos há anos, escutar as pulsações da terra, obedecer às leis da gravitação, feitas atrações e repulsas, de atrações e resistências, conseqüentemente, encontrar uma ligação lógica, onde o movimento não pára, mas se transforma em outro, respirar naturalmente, eis o seu método. Costumava dançar de cabelos soltos, túnicas esvoaçantes e pés descalços, figurino este que horrorizava o público da época que era acostumado com sapatilhas, penteados e vestidos enormes. Para Isadora, o sentimento deveria ser expresso pelo corpo e pelo espírito.

Ruth Saint Denis (1878-1968): Ruth Saint Denis, denominada “The first lady of american dance” (A primeira dama da dança americana), faz chegar definitivamente o nascimento da dança moderna. Queria reencontrar o espírito de países e de técnicas de dança que quase nada conhecia. Apenas via vestígios das culturas pelas quais se interessava e a partir delas imaginava uma nova técnica na qual podia se dizer nova, pois cada movimento encontrava seu ponto motor no tronco. Ruth aprofundou-se na idéia de que dançar é exprimir a vida interior.

Ted Shawn (1891-1972): Marido de Saint Denis, de 1916 em diante, introduziu técnicas masculinas vigorosas para realçar a dança como uma carreira para homens. Isso rompia com a tendência admitida na época, destruindo o tabu da discriminação (inconsciente) sexual da dança.

Denishawnschool: Foi formada pelo casal Ruth Saint Denis e Ted Shawn em Los Angeles em 1914. Ted Shawn dedicou grande parte de seu tempo a Denishawnschool. Ali se tornou teórico de toda dança moderna, mostrando as relações entre pensamento, gesto e dança. Em primeiro lugar, a escola utiliza a ruptura completa com a dança acadêmica, utilizando as danças orientais, isso mesmo sem conhecer as técnicas e estilos em sua totalidade; apenas usando a essência e a sua imaginação. Por isso uma exigência de uma concentração total. A escola tinha o objetivo de dar uma formação que ultrapassasse o quadro da preparação corporal para atingir o conjunto da personalidade, inclusive a inteligência e a sensibilidade. Nos métodos, utiliza o treinamento da dança acadêmica descalço sem o uso da sapatilha de ponta (fazendo assim a formação rigorosa do corpo) e desde cedo apresentando-se em espetáculos nos palcos. Na técnica, utiliza o tronco como ponto inicial para qualquer movimento; busca reforçar a impulsão nervosa situada no plexo solar, fazendo com que todos os músculos estejam disponíveis para traduzir os impulsos interiores. Dentre as disciplinas que ensinava, estão: anatomia, música, cultura geral e treinamento corporal. Da Denishawnschool saíram Martha Graham e Doris Humprey, grandes nomes da dança moderna.

Doris Humprey (1895-1958): Consegue difundir as disciplinas coreográficas nas universidades americanas.

Martha Graham (1894-1991): Para Martha, o ser humano é a finalidade da ação coreográfica, confrontando com os problemas atuais do mundo. Buscou o movimento do espírito nas profundezas da alma, para mergulhar no desconhecido do ser. Queria, em seus espetáculos, que o espectador não somente acompanhasse a ação, mas penetrasse no mito e extraísse dele os elementos que lhe concernem pessoalmente, que o identificasse aos heróis.

Técnicas e movimento:
  • Seu gesto fundamental está no tronco e as duas palavras chave de sua técnica são: “Tension-release” (tensão e relaxamento), contrair os músculos e soltar a energia muscular.
  • O tronco é o centro do movimento que se expande para fora e para os outros músculos, até os membros.
  • A força do gesto acontece em torno da força da emoção.
  • O bailarino se transcende, a partir do movimento tem perspectivas espiritualistas e treinamento nervoso e corporal bem definido.
  • Ciência da respiração baseada em três pontos essenciais: inspiração-expiração; memória motora e movimento percurtante (poderoso movimento interrompido no auge para que provoque a imaginação do espectador quanto a sua total conclusão).
Merce Cunninghan (1914):Deu a origem ao Pós Moderno, que baseava-se em movimentos primitivos, sem intelectualidade e em que se voltassem para o ritual.

Escola Germânica:A história da dança moderna na Alemanha conta com a segunda geração expressionista que foi marcado pela primeira Guerra Mundial. Suas características são: O grotesco; A careta; Humor negro; Rejeição a qualquer espécie de folclore (germânico ou não).

Rudolf Von Laban (1879-1958):Escreveu muitos livros dando grande contribuição para a dança moderna. Acreditava no movimento como denominador comum de todas as ações humanas e na música como evitável na concepção da coreografia. Criou o movimento dentro da noção de espaço de um icosaedro (poliedro de 20 lados). Criou também a relação entre espaço (parceiro móvel do dançarino), movimento e peso (dinâmica do movimento sem “quebra da gravidade” com equilíbrios e desequilíbrios). E entre suas maiores criações estão a “Eukinetiks” (Eukinética= Belos movimentos) e a Labanotation2, sistema de notação coreográfica em gráficos.

Emiles Jacques Dalcroze (1865 – 1950): Criou a Eurritmia, (ginástica rítmica). Esse método foi criado para a aprendizagem da música. Consistia na expressão corporal como representante de ritmos musicais. Não havia sentimento, cada nota musical representava um movimento, é a tradução mecânica da música através do corpo.

HISTÓRIA DA DANÇA MODERNA NO BRASIL

A dança moderna no Brasil chega em 1932, com Ruth Rachou, que especializou-se na técnica de Martha Graham e também na ginástica de Pilates. Para ela, o pensamento tem que ser um exercício diário para o bailarino. Seu maior objetivo era difundir a técnica de Martha Graham no Brasil.

Porém o palco não aprecia esse novo modo de dançar, já que estavam muito fixados no ballet clássico.

Foi em meados de 1970 é que esse estilo se incorpora em alguns grupos de dança, com um restrito número de pessoas. Em meados da década de 80, não havia quase inovações na dança. Somente dança como relaxamento corporal, conhecimento do corpo como um todo. Já nos temas das coreografias, uma mistura de personagens e fatos brasileiros.

Mas foi na década de 90 que, com a pós-modernidade, a dança moderna se incorporou de vez, e com várias companhias muito importantes e nomes consagrados da dança moderna.

A dança no Brasil se tornou uma mistura entre dança moderna e contemporânea. Isso nos faz incluir algumas companhias de dança, que se encaixam nessa miscigenação. Ruth Rachou é uma das pioneiras da dança moderna no Brasil.

Grupos e personalidades em destaque

Companhia Mário Nascimento;
  • Grupo Corpo;
  • Cia Stagium;
  • Cia Déborah Colker;
  • Ballet Teatro Guaíra;
  • Grupo Raça;
  • Quasar Cia de Dança ;
  • Distrito Cia de Dança;
  • Cia 2 Nova Dança;
  • Penha de Souza;
  • Ismael Guiser;
  • Renée Gumiel;
  • Márcia Milhazes.
CARACTERÍSTICAS DA DANÇA MODERNA:
  • A intensidade do sentimento comanda a intensidade do gesto;
  • Reunião de todos os estilos de formas, movimentos e técnicas;
  • Fluxo de movimento que se estende por todas as articulações do corpo;
  • Linguagem do corpo inteiro;
  • Movimento predominantemente nas extremidades;
  • Pés nus (descalços);
  • Pés en dehors e en dedans (para dentro);
  • Pés têm pouca importância;
  • Ruptura da linha melódica;
  • Realismo psicológico;
  • Prende-se demais a moda, suas coreografias vivem apenas um ano;
  • Vive enquanto vive a angustia de nossa época.
BIBLIOGRAFIA
  • BOURCIER, Paul; Opus 86 História da Dança no Ocidente; 1º edição, São Paulo, Martins Fontes, 1987;
  • FARO; Antônio José; Pequena História da Dança; 3º edição; Rio de Janeiro; Jorge Zahar Editor; 1986;
  • GALVÃO; Nádia Santos Nunes; Convite à Dança; 1º edição; São Paulo; Editora Logos; 1961;
  • LAROUSSE; Larousse Cultural (vols. 3;5;7;8;12;14;17;21;22;23;24); 1º edição;São Paulo;Editora Nova Cultural; 1988;
  • MENDES; Miriam Garcia; A Dança; 2º edição; São Paulo; Editora Ática; 1987;
  • SAMPAIO; Luiz Paulo e FARO; Antônio José; Dicionário de Ballet e Dança; 1º edição; Rio de Janeiro; Jorge Zahar Editor; 1989;
  • SUCENA; Eduardo; A Dança Teatral no Brasil; 1º edição; Rio de Janeiro; Editora Memória; 1989.
1DANÇA: Substantivo feminino- 1- Seqüência de movimentos corporais executados de maneira ritmada, em geral ao som de música. 2- A arte da dança. 3- Música que se destina a ser dançada. 2O ‘Labanotation’ (como é conhecido nos EUA) ou ‘Kinetography Laban’ (na Europa) é o sistema de notação mais difundido e o mais antigo. Foi criado em 1928 por Rudolf von Laban. O sistema de Laban parece mais difícil, por ser mais abstrato e menos pictórico. Ao invés de ‘desenhar’ os movimentos dos bailarinos o sistema cria uma espécie de alfabeto, em que uma série de indicações convencionais se cruzam com uma série de símbolos, representando os diferentes passos. Mas seus princípios são simples: uma linha vertical e central divide o corpo em lado esquerdo e direito. A localização do símbolo na coluna indica a que parte do corpo ele se refere. O tempo é determinado pelo tamanho dos símbolos dos movimentos: quanto maior o símbolo mais lento o movimento. A forma dos símbolos indicam as onze direções.E o hachuriado indica a posição do joelho: se em plié, esticado ou na ponta. Além disso, há indicações de intensidade do movimento. O método Laban é usado em várias companhias, principalmente inglesas.

Autora: Patricia Rosin Lacintra Vechia


Previsão para Setembro de 2016











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The brothers who are outside the celestial vault,

thanks for your existence,

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On Earth as elsewhere

Let us be worthy of our own support

Spare us the misunderstanding that arises from our essence

Just as we are able to reflect and

limit the badly that arises within us and in relation to other beings

If you know of any fault of mine, show me the way to recover.

To build together a heavenly nation for the common good.

Bem-Vindos aos agrupamentos Celestiais

Aos irmãos que estão fora da abóboda celeste,

obrigado pela sua existência,

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Sejamos merecedores de nosso próprio sustento

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Assim como somos capazes de refletir e limitar o mal que aflora dentro de nós e em relação a outros seres

Se souberes de alguma falta minha, me mostre o caminho para me recuperar.

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Not knowing is a trap for ignorance.

Obs .: the saying should be fixed in the classroom wall, the concept should be worked preferably in the form of literature, in which the student is encouraged to produce a situation where the teaching can be migrated to your brain.

O desconhecimento é uma armadilha para a ignorância.

Obs.: o ditado deve estar fixado no mural da sala de aula, o conceito deve ser trabalhado de preferência na forma de literatura, no qual o aluno é incentivado a produção de uma situação em que o ensinamento possa ser migrado para seu cérebro.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro
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Patricia Vechia


INTRODUÇÃO

Baseado em registros feitos pelo homem através de desenhos de figuras humanas encontrados nas paredes e tetos das cavernas no período Paleolítico, podemos perceber que o homem já dançava. O homem pré-histórico dançava pela caça, colheita, casamento, cura, etc. Dançava em forma de ritual para tudo que tinha um significado.

Por isso podemos dizer que a Dança é1 a arte mais antiga que o homem experimentou e a primeira arte a vivenciar com o nascimento. Assim, o homem e a dança evoluíram juntos nos movimentos, nas emoções, nas formas de expressão e na arte de transformar os seres desse mundo.

Evoluíram também em conceitos, nos acontecimentos culturais e sociais que a dança, juntamente com o homem, mostravam através da intenção dos anseios e necessidades da humanidade. Dessa forma, caminhavam juntos revelando através da história a relação do homem com o mundo e seus diferentes modos de vida.

Seja na expressão de magia, ritual, cerimonial, expressão popular ou no prazer de se divertir, a dança sempre esteve envolvida com a forma de manifestação das vivências do homem no mundo e as influências que o mundo lhe apresentava.

No evoluir da dança, ela foi se misturando no cenário das antigas civilizações e se diversificando nas várias formas de interpretação e expressão. E essas danças foram deixando através dos tempos suas raízes com a possibilidade de outras nações posteriores estudá-las e apreciá-las.

A partir daí a dança inicia sua fase de corte em que se dançava com o intuito de satisfazer os nobres e agradá-los. Foi chamado de ballet de corte e é dessa dança que se origina o que hoje conhecemos como ballet clássico.

O ballet sofre mudanças, começa a ser apresentado nos palcos, a figura feminina começa ascender e os bailarinos se tornam profissionais. Logo surge o ballet romântico em que definitivamente o homem perde importância e começa a servir somente como apoio à bailarina. A característica principal do Romantismo no ballet é o uso das sapatilhas de ponta pelas bailarinas, onde a procura pelo chão foi trocada pela tentativa de “quebra” da gravidade por meio de saltos.

Quando, no século XIX alguns apreciadores da dança resolveram romper com a leveza e a estética do ballet clássico, surge a Dança Moderna, retornando aos movimentos ligados a terra. Dança Moderna é o termo surgido nos Estados Unidos para designar o contrário da dança acadêmica. Na verdade, engloba uma variedade de estilos que basicamente tem em comum não utilizar sapatilhas de ponta ou o vocabulário de dança clássica, buscando também temas mais identificados com sua época. Uma reação aos rigores do classicismo, procura maior identidade entre o palco e platéia, além de constante pesquisa de novos caminhos para a expressão através do movimento.

DANÇA MODERNA: PRINCIPAIS TEÓRICOS E ESCOLAS Escola Americana: A prática “real”, criação e evolução da dança começa entre o final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos.

François Delsarte (1811-1871): Foi o primeiro teórico da dança. Trabalhou a relação entre voz, gesto e emoção interior. Está aí a chave da dança moderna: A intensidade do sentimento comanda a intensidade do gesto. Fez com que a dança parecesse ter um só guia: a própria alma humana.

Ideais do Delsartismo:
  • Todo corpo é movimentado pela expressão que é a fonte e o motor do gesto, principalmente no torso (tronco).
  • Pela contração e pelo relaxamento dos músculos se obtém a expressão.
  • “Os três princípios de nosso ser: vida, mente e alma; formam uma trindade”- Tinha o objetivo de obter a partir de exercícios uma perfeita harmonia e por isso conduzir o homem a um alinhamento entre a expressão e o sentido.
  • Sua análise sobre anatomia e expressão humana, fundamenta-se em dois princípios: O Princípio da Correspondência (tendo sido criado à imagem divina, o homem manifestava-se em seu ser uma tripla causalidade) e o princípio da Trindade, superava a dualidade corpo-alma através da criação e do espírito, que entendia como sendo de uma mesma e única realidade .
  • Estrutura Típica - o corpo humano é composto de três zonas principais: a cabeça (intelecto); o tronco (emoções) e os membros (o que é propriamente físico ou animal)
  • Oposições, paralelismo e sucessões : as três grandes ordens do movimento.
  • Cada movimento corporal tem um sentido próprio que também corresponde a uma emoção específica.
  • Universalização do treinamento artístico através da elaboração de métodos que podem ser utilizados por qualquer pessoa independente de suas limitações físicas.
  • Todo homem é artista a partir do momento em que é humano.
  • A arte da dança é universal, criada pelo ser humano a partir das condições de sua própria existência.
  • Não há arte para o homem que não seja naturalmente humana.
Loie Fuller (1862–1928): Apesar de não ter deixado inspiração, escola, técnica ou teoria, teve uma pequena importância para os palcos: o efeito dos projetores de luz sobre os tecidos. Por toda sua vida estudou esses efeitos. De acordo com a sua forma, ela “esculpia a luz”.

Isadora Duncan (1877-1927): É a dançarina pioneira. Apesar de não ter deixado escola, Isadora ficou como inspiração para que outras personalidades fizessem da dança moderna um estilo de dança tão explorado e procurado atualmente. A técnica lhe parece sem interesse: fazer gestos naturais, andar, correr, saltar, mover seus braços, reencontrar o ritmo dos movimentos inatos no homem, perdidos há anos, escutar as pulsações da terra, obedecer às leis da gravitação, feitas atrações e repulsas, de atrações e resistências, conseqüentemente, encontrar uma ligação lógica, onde o movimento não pára, mas se transforma em outro, respirar naturalmente, eis o seu método. Costumava dançar de cabelos soltos, túnicas esvoaçantes e pés descalços, figurino este que horrorizava o público da época que era acostumado com sapatilhas, penteados e vestidos enormes. Para Isadora, o sentimento deveria ser expresso pelo corpo e pelo espírito.

Ruth Saint Denis (1878-1968): Ruth Saint Denis, denominada “The first lady of american dance” (A primeira dama da dança americana), faz chegar definitivamente o nascimento da dança moderna. Queria reencontrar o espírito de países e de técnicas de dança que quase nada conhecia. Apenas via vestígios das culturas pelas quais se interessava e a partir delas imaginava uma nova técnica na qual podia se dizer nova, pois cada movimento encontrava seu ponto motor no tronco. Ruth aprofundou-se na idéia de que dançar é exprimir a vida interior.

Ted Shawn (1891-1972): Marido de Saint Denis, de 1916 em diante, introduziu técnicas masculinas vigorosas para realçar a dança como uma carreira para homens. Isso rompia com a tendência admitida na época, destruindo o tabu da discriminação (inconsciente) sexual da dança.

Denishawnschool: Foi formada pelo casal Ruth Saint Denis e Ted Shawn em Los Angeles em 1914. Ted Shawn dedicou grande parte de seu tempo a Denishawnschool. Ali se tornou teórico de toda dança moderna, mostrando as relações entre pensamento, gesto e dança. Em primeiro lugar, a escola utiliza a ruptura completa com a dança acadêmica, utilizando as danças orientais, isso mesmo sem conhecer as técnicas e estilos em sua totalidade; apenas usando a essência e a sua imaginação. Por isso uma exigência de uma concentração total. A escola tinha o objetivo de dar uma formação que ultrapassasse o quadro da preparação corporal para atingir o conjunto da personalidade, inclusive a inteligência e a sensibilidade. Nos métodos, utiliza o treinamento da dança acadêmica descalço sem o uso da sapatilha de ponta (fazendo assim a formação rigorosa do corpo) e desde cedo apresentando-se em espetáculos nos palcos. Na técnica, utiliza o tronco como ponto inicial para qualquer movimento; busca reforçar a impulsão nervosa situada no plexo solar, fazendo com que todos os músculos estejam disponíveis para traduzir os impulsos interiores. Dentre as disciplinas que ensinava, estão: anatomia, música, cultura geral e treinamento corporal. Da Denishawnschool saíram Martha Graham e Doris Humprey, grandes nomes da dança moderna.

Doris Humprey (1895-1958): Consegue difundir as disciplinas coreográficas nas universidades americanas.

Martha Graham (1894-1991): Para Martha, o ser humano é a finalidade da ação coreográfica, confrontando com os problemas atuais do mundo. Buscou o movimento do espírito nas profundezas da alma, para mergulhar no desconhecido do ser. Queria, em seus espetáculos, que o espectador não somente acompanhasse a ação, mas penetrasse no mito e extraísse dele os elementos que lhe concernem pessoalmente, que o identificasse aos heróis.

Técnicas e movimento:
  • Seu gesto fundamental está no tronco e as duas palavras chave de sua técnica são: “Tension-release” (tensão e relaxamento), contrair os músculos e soltar a energia muscular.
  • O tronco é o centro do movimento que se expande para fora e para os outros músculos, até os membros.
  • A força do gesto acontece em torno da força da emoção.
  • O bailarino se transcende, a partir do movimento tem perspectivas espiritualistas e treinamento nervoso e corporal bem definido.
  • Ciência da respiração baseada em três pontos essenciais: inspiração-expiração; memória motora e movimento percurtante (poderoso movimento interrompido no auge para que provoque a imaginação do espectador quanto a sua total conclusão).
Merce Cunninghan (1914):Deu a origem ao Pós Moderno, que baseava-se em movimentos primitivos, sem intelectualidade e em que se voltassem para o ritual.

Escola Germânica:A história da dança moderna na Alemanha conta com a segunda geração expressionista que foi marcado pela primeira Guerra Mundial. Suas características são: O grotesco; A careta; Humor negro; Rejeição a qualquer espécie de folclore (germânico ou não).

Rudolf Von Laban (1879-1958):Escreveu muitos livros dando grande contribuição para a dança moderna. Acreditava no movimento como denominador comum de todas as ações humanas e na música como evitável na concepção da coreografia. Criou o movimento dentro da noção de espaço de um icosaedro (poliedro de 20 lados). Criou também a relação entre espaço (parceiro móvel do dançarino), movimento e peso (dinâmica do movimento sem “quebra da gravidade” com equilíbrios e desequilíbrios). E entre suas maiores criações estão a “Eukinetiks” (Eukinética= Belos movimentos) e a Labanotation2, sistema de notação coreográfica em gráficos.

Emiles Jacques Dalcroze (1865 – 1950): Criou a Eurritmia, (ginástica rítmica). Esse método foi criado para a aprendizagem da música. Consistia na expressão corporal como representante de ritmos musicais. Não havia sentimento, cada nota musical representava um movimento, é a tradução mecânica da música através do corpo.

HISTÓRIA DA DANÇA MODERNA NO BRASIL

A dança moderna no Brasil chega em 1932, com Ruth Rachou, que especializou-se na técnica de Martha Graham e também na ginástica de Pilates. Para ela, o pensamento tem que ser um exercício diário para o bailarino. Seu maior objetivo era difundir a técnica de Martha Graham no Brasil.

Porém o palco não aprecia esse novo modo de dançar, já que estavam muito fixados no ballet clássico.

Foi em meados de 1970 é que esse estilo se incorpora em alguns grupos de dança, com um restrito número de pessoas. Em meados da década de 80, não havia quase inovações na dança. Somente dança como relaxamento corporal, conhecimento do corpo como um todo. Já nos temas das coreografias, uma mistura de personagens e fatos brasileiros.

Mas foi na década de 90 que, com a pós-modernidade, a dança moderna se incorporou de vez, e com várias companhias muito importantes e nomes consagrados da dança moderna.

A dança no Brasil se tornou uma mistura entre dança moderna e contemporânea. Isso nos faz incluir algumas companhias de dança, que se encaixam nessa miscigenação. Ruth Rachou é uma das pioneiras da dança moderna no Brasil.

Grupos e personalidades em destaque

Companhia Mário Nascimento;
  • Grupo Corpo;
  • Cia Stagium;
  • Cia Déborah Colker;
  • Ballet Teatro Guaíra;
  • Grupo Raça;
  • Quasar Cia de Dança ;
  • Distrito Cia de Dança;
  • Cia 2 Nova Dança;
  • Penha de Souza;
  • Ismael Guiser;
  • Renée Gumiel;
  • Márcia Milhazes.
CARACTERÍSTICAS DA DANÇA MODERNA:
  • A intensidade do sentimento comanda a intensidade do gesto;
  • Reunião de todos os estilos de formas, movimentos e técnicas;
  • Fluxo de movimento que se estende por todas as articulações do corpo;
  • Linguagem do corpo inteiro;
  • Movimento predominantemente nas extremidades;
  • Pés nus (descalços);
  • Pés en dehors e en dedans (para dentro);
  • Pés têm pouca importância;
  • Ruptura da linha melódica;
  • Realismo psicológico;
  • Prende-se demais a moda, suas coreografias vivem apenas um ano;
  • Vive enquanto vive a angustia de nossa época.
BIBLIOGRAFIA
  • BOURCIER, Paul; Opus 86 História da Dança no Ocidente; 1º edição, São Paulo, Martins Fontes, 1987;
  • FARO; Antônio José; Pequena História da Dança; 3º edição; Rio de Janeiro; Jorge Zahar Editor; 1986;
  • GALVÃO; Nádia Santos Nunes; Convite à Dança; 1º edição; São Paulo; Editora Logos; 1961;
  • LAROUSSE; Larousse Cultural (vols. 3;5;7;8;12;14;17;21;22;23;24); 1º edição;São Paulo;Editora Nova Cultural; 1988;
  • MENDES; Miriam Garcia; A Dança; 2º edição; São Paulo; Editora Ática; 1987;
  • SAMPAIO; Luiz Paulo e FARO; Antônio José; Dicionário de Ballet e Dança; 1º edição; Rio de Janeiro; Jorge Zahar Editor; 1989;
  • SUCENA; Eduardo; A Dança Teatral no Brasil; 1º edição; Rio de Janeiro; Editora Memória; 1989.
1DANÇA: Substantivo feminino- 1- Seqüência de movimentos corporais executados de maneira ritmada, em geral ao som de música. 2- A arte da dança. 3- Música que se destina a ser dançada. 2O ‘Labanotation’ (como é conhecido nos EUA) ou ‘Kinetography Laban’ (na Europa) é o sistema de notação mais difundido e o mais antigo. Foi criado em 1928 por Rudolf von Laban. O sistema de Laban parece mais difícil, por ser mais abstrato e menos pictórico. Ao invés de ‘desenhar’ os movimentos dos bailarinos o sistema cria uma espécie de alfabeto, em que uma série de indicações convencionais se cruzam com uma série de símbolos, representando os diferentes passos. Mas seus princípios são simples: uma linha vertical e central divide o corpo em lado esquerdo e direito. A localização do símbolo na coluna indica a que parte do corpo ele se refere. O tempo é determinado pelo tamanho dos símbolos dos movimentos: quanto maior o símbolo mais lento o movimento. A forma dos símbolos indicam as onze direções.E o hachuriado indica a posição do joelho: se em plié, esticado ou na ponta. Além disso, há indicações de intensidade do movimento. O método Laban é usado em várias companhias, principalmente inglesas.

Autora: Patricia Rosin Lacintra Vechia





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