:: Humor Negro









Na minha ignorância desejava aos 15 anos ter apenas um emprego quando completasse 18 anos. Coincidentemente nesta época o meu corpo não mais estava funcionando tão bem quanto outras pessoas e comecei a “peidar” descaradamente nos momentos mais inapropriados como se fosse um castigo divino.

Na mesma época tive uma influência mística muito forte e meu espírito saiu de um meio onde o sexo entre menores era coisa corriqueira e inconseqüênte. Onde tudo era permitido quando o estímulo nos possuia. Mas em mim existia sempre um fator crítico que me perguntava: é lícito prosseguir? Então repassava minha indagação aos outros menores como eu se eles queriam ou não prosseguir. E a vontade das outras crianças acabam por cortar o fluxo de estímulos e as cenas de sexo inapropriadas não se concretizavam.

Sentia enorme culpa. Razão que me levava a aceitar os “puns” como um sinal de redenção perante o Criador. A todo o tempo eu era sugestionado a seguir o seguinte comando: “Quando completares 18 anos só faça sexo com maiores de idade.”. Então segui a risca o conselho e somente após 27 anos que voltei a ter vida sexual ativa.

Neste meio tempo, ainda aos 15 anos tive contato com a influência dos cangaceiros. O Lampião da época não estava presente. Como que para resolver um convite repentino, e não havendo tempo de estabelecer um projeto para escolher um grupo de pessoas, a convite da Espanha, e com todo o gasto pago pelo Governo Espanhol para representar o país em uma missão educacional que visava percorrer 15 países e refazer o mesmo trajeto que Cristovão Colombo descobriu a América, os funcionário do Ministério da Educação foram convidados a indicarem arbitrariamente nomes para compor a lista dos representantes.

Concordo que o procedimento também era tendencioso, pois os funcionários utilizaram processos seletivos de parentesco. Meu nome foi indicado. Fiquei angustiado, pois a lista de exigência pedia 5 pares de tênis no mínimo e eu mal consegui ter um em perfeito estado durante o ano todo, além de outras exigências.

Então uma amiga de minha mãe, com salário mais elevado me doou 100 dólares para a viagem. Gesto muito nobre, para uma pessoa que era apenas amiga da família. Quando pude não polpei em ajudar seu filho que acabara de montar uma clínica Psicológica que está neste site, oferecendo propaganda gratuita para ajudar no difícil início dos negócios.

Passado uma semana de aperto e euforia, de ajuda dos vizinhos que sentiam como se fosse seus próprios filhos que estivessem representando o país e com uma melhora repentina dos “puns” o ministério me liga pedindo desculpas e me explicando a situação: “Os cangaceiros do país descobriram o projeto espanhol e num passe de covardia tiraram os filhos dos assalariados para que seus ilustres filhos fissessem turismo na Europa.”

Confesso que fiquei revoltado. Muita gente no Ministério da Educação chorou comigo. Devolvi o dinheiro a nossa ilustre amiga, e desfiz os compromissos escolares de reposição de matéria para quando eu chegasse. Sempre quis saber quem foram estas pessoas, o que fazem agora, por que não gastaram seu próprio dinheiro para fazer as viagens habituais que sempre faziam com dinheiro próprio?

Então voltei para meu passado, para buscar uma justificativa do meu desmerecimento. O meu conforto foi que nunca um país ou alguém tivesse brigado tanto por mim, fora meu ciclo familiar, como o Governo Espanhol fez naquela época. Jamais vou esquecer a atitude dos dirigentes daquela época, daquele país, que não quiseram trocar nosso nome até o último instante da pressão política sobre um projeto tão importante entre nações.

Os outros anos veio um conforto, por exigência do Governo Espanhol só poderiam participar do projeto pessoas escolhidas por mérito escolar. Me senti vingado porque alguém percebeu o que este BANDO estava fazendo.

Aceitei soltar os “puns” em liberdade para compensar minha displicência por 11 anos. Tive contato com o pensamento Extraterrestre e fui doutrinado a pensar de forma racional sempre buscando a tríade: o bem do próximo, o meu bem e o respeito pela criação.

Recebi treinamento militar para suportar e equilibrar meus pensamentos por 3 anos. Já não estava mais no mesmo contexto de antes. Sabia disto, mas não significava muito para mim, apenas um avanço de consciência.

Terminei o segundo grau. Tentei vestibular por 3 vezes sem êxito. Não queria mais pensar em progredir, principalmente pela agonia de saber que incomodaria todo mundo da sala soltando “puns”.

Nesta fase já bastante espiritualizado, me encontrei com todo o Bando de Lampião a menos de 1 metro de distância em estado de observação vendo seus corpos entrarem numa cabine de avião. Levei quase um ano catalogando um a um com meus olhos pessoalmente, sempre me viam as palavras: Esse é corrupto, aquele é honesto, este é ladrão,... As imagens foram sendo progressivamente arquivadas em meu inconsciente. Estes nunca tinham olhar fixo.

Vi também a 5 metros de mim João Paulo II, ele olhou para mim com olhar fixo, retribuimos com acenos.

Vi a menos de um metro de mim Angélica e Xuxa. Sempre sorridentes.

Vi também Kofi Annan passar por mim e me parabenizar com seus olhos pelo esforço do meu trabalho.

Conversei com Moacir Franco sem saber quem ele era.

Tive o prazer de me encontrar com Paulo Autran no saguão de museo, num tempo próximo de sua despedida.

Encontrei com vários globais pelo Rio de Janeiro e São Paulo em atividades completamente aleatórias e sem a intenção.

Estive a três metros de Ana Maria Braga em seu estúdio. Deixei um pouco de mim para ela.

Quase derrubei a ex primeira Dama Ruth Cardoso andando pela calçada sem prestar atenção ao caminho. Tive medo de ser advertido por algum segurança por passar em local proíbido.

Uma voz me guiou e disse: “Segue este caminho para encontrar alguém”. Andei quase 1 km e fui parar num hotel, então a voz concluiu: “Aqui estão os três filhos de William Bonner e Fátima Bernardes”. Então me veio a recordação da reportagem que falava do fato.

Estive com Marta Suplicy a 1 metro de mim em São Paulo.

Me encontrei com um ilustre tibetano e não entendi sua expressão facial quando me viu. Parecia feliz.

E por fim, e não na ordem cronológica, estive com Dercy Gonçalves. Estava trabalhando, passei pelo saguão do hotel, o mesmo das crianças de Fátima, olhei de relance três damas conversando, a do meio era a artista. Entrei em estado de choque, não conseguia andar e olhei para ela. Ela parou de conversar e as três olharam para mim. Não quis perturbar seu sossego e fui embora. Ao sair do hotel escutei um pensamento: “Porra, volta aqui e vem conversar comigo”. Não tive coragem e acelerei o passo para finalizar meu trabalho.

Então a mesma amiga de antes, companheira de minha mãe reuniu-se em minha casa por diversas vezes com outras amigas, e passaram várias horas me orientando com a necessidade de se ter um curso superior.

Eu aceitei fazer vestibular para me livrar da insistência delas. E acabei passando na Universidade de Brasília para o curso de Bacharelado em Estatística. Os alunos tiveram que suportar minha presença. E estudei como nunca para dicifrar todo o DNA de cada fórmula, no sentido, de tentar entender o que o mentor estava querendo dizer sobre cada uma delas. Montamos um grupo de estudo, metade com os mais pobres, como eu, e outra metade que sonhava apenas com o salário e sair do país para ter uma vida melhor.

Me formei. Alíás, tive o meu primeiro ataque de insanidade. Meus pensamentos sempre sugestionavam que as pessoas estavam falando mal de mim. Então fiquei absolutamente revoltado, pois depois de anos de sofrimento apenas minha honra me restava. Fiz uma carta para a universidade explicando as razões de desconforto que não me permitiam fazer a colação de grau. Quase perdi o canudo. Mas eles souberam compreender e me dispençaram do compromisso.

Fui para casa após formado. Meu objetivo era trabalhar no Banco Central. Não tinhamos condição de comprar bons livros. Só me restou a opção de levar marmita para bibliotecas públicas e me preparar para prova. Mas os livros sempre estavam defazados em pelo menos 10 anos. Eu não tinha consciência deste fato.

Então, uma professora hoje aposentada (Édna Miazake) me indicou um emprego público para trabalhar na UNESCO. Em consideração a professora que muito me ajudou em sala de aula, inclusive pagando do próprio bolso quando a verba destinada a projetos em parceria da Universidade com bolsistas não chegava à tempo, fui fazer a entrevista para recusar a proposta, pois queria mesmo trabalhar no Banco Central.

Eu cheguei, fui fazer a entrevista, esperei que falassem tudo, e recusei a oferta explicando qual era meu objetivo na vida. Então eles aumentaram a oferta. E como eu nunca na vida tinha visto tanto dinheiro não pude recusar e fui trabalhar no Ministéiro da Educação.

Era outro Lampião e os cangaceiros já eram outros também, mesmo que parcialmente. Mas até então nunca tinha me importado com questões políticas. A não ser que me incomodassem. Nem sabia quem era Antônio Carlos Magalhães, só depois de formado.

Ao ingressar, o governo entrou em crise. Lampião corta verbas do projeto e não há possibilidade de trabalhar porque não havia dinheiro para comprar softwares e desenvolver o trabalho. Então, os mesmos funcionários públicos que me contrataram me explicam o problema para saber de mim o que fazer? Já que dinheiro público estava sendo gasto com meu salário.

Lampião não arreda o pé. Não cede um tustão a mais para o projeto e quer resultados. Então eu me proponho a pegar o trabalho todo que é a confecção de um livro com estatísticas do Ensino Superior através de processo artesanal. Digitando número a número através do teclado. A idéia é absurda. O trabalho completamente fora de eixo. Eu peço em troca que contratem um cangaceiro para trabalhar comigo.

Me vem então mais um indicado político, que não sabia nada. Porém ensino primeiro ao rapaz a utilizar o computador e transmito meus valores sociais para motivá-lo a trabalhar arduamente e sem parar como se fosse um robô! Então durante o processo ele ditava os números e eu digitava. Quando um cançava, trocávamos de posição para descançar o sentido do outro.

Em um mês concluímos o projeto. Lampião foi informado e deu ordens para continuar a fazer o serviço até ficar em dia. Eu tinha uma equipe de estatísticos que trabalha apenas para tentar encontrar meus erros de digitação. Então meio que cansados e trabalhando até no dia 1 de janeiro conseguimos concluir o segundo ano. Pela primeira vez na história o Brasil estava em dia com as estatísticas de ensino superior.

Lampião foi homenageado internacionalmente. Nossos nomes, da equipe, não apareceram no projeto. E até hoje o procedimento em muitos órgãos públicos é o mesmo.

Me restaram as alucinações por um Brasil melhor.

De fictícios contatos Extraterrestes que me explicavam coisas que jamais teria conhecimento. De mundos inexplorados, de comunidades distantes, da intenção por ativar e desativar pensamentos em meu cérebro e de outras pessoas. Do respeito a vida. Da forma de entrega de tecnologia para a comunidade científica de forma a manter o equilíbrio entre nações.

Tais vozes as vezes se gabam em dizer que nada é construido aqui. “Apenas seus corpos” – Dizem uma delas. “Pois todo o conhecimento é migrado” e eles já estão de saco cheio de tantos projetos pessoais – como diriam Dercy Gonçalves.

“Não adiantam procurar por nós, nosso ponto de partida ainda não está catologado por seus instrumentos”.

“Conforme o prometido, já transferimos todo o conhecimento para vocês fabricarem, desde o ano 2.000 os equipamentos que permitem vocês identificarem freqüências cerebrais e desvendar os segredos da psique humana”.

Com tais idéias mentais, ontem Dercy morre, antes de saber de sua morte havia passado a tarde inteira com um sentimento pesado sem causa e sem motivo.

Então ao dormir, me veio a doce e afável Dercy em minha lembrança...

Brinquei com meus pensamentos como se fosse uma pomba gíria:

- E aí Dercy? Já voltou para nossa pátria Mãe?

- Ouvi sua voz: E você está bem?

- Eu lhe disse: Estou bem sim.

- Dercy: Gostei de te conhecer um dia. Estou bem.

E a vida continua...

Obs: Não sou médium, não faço consulta, não sou extraterrestre, tenho transtorno bipolar e que cada um busque suas respostas.

Autor: Max Diniz Cruzeiro
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Max Diniz Cruzeiro

Electronics Technician

Bachelor of Statistics

Post graduate in Clinical and Business Psychopedagogy

MBA in Marketing and Social Networks

Postgraduate in Clinical Neuroscience

Postgraduate in Psychoanalytic Theory

Doctor PhD Student in Philosophy - Psychology: Cognitive

Self-taught Writer

Self-taught Ufologist

Specialist Self-taught in Remote Sensing



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