:: A Função da Moeda








A moeda é uma referência de valor que permite a troca e comparação entre bens. Tem-se conhecimento que sua origem data do século VII a.C. com a troca de objetos ou mercadorias por conchas, sal, zimbo e libongo.

Moedas surgem do fato que nem sempre é possível ter uma troca de mesmo valor. Por vezes existem diferenças nos produtos que permitem uma reserva que não poderia ser fracionada em outras mercadorias. Criar uma moeda foi uma saída inteligente capaz de preservar o valor de troca para uma data futura, onde poderia ser realizada uma transação entre duas ou mais partes.

A diferenciação no preço de um produto está ligada no grau de dificuldade e complexidade da sua obtenção. Produtos mais abundantes na natureza ou mais fáceis de ser perecíveis são pela lógica, mais baratos que produtos de longa durabilidade e de complexidade mais elevada.

Logo o homem percebeu que acumular moeda era um bom negócio, pois permitia que ele ficasse ocioso por um bom tempo na busca das suas necessidades vitais para se dedicar a outras tarefas como, por exemplo, se dedicar ao culto a Deus.

A idéia de tornar tudo que fosse de utilidade para o ser humano em moeda ativou o conceito de propriedade da terra, possibilitando mais uma nova divisão de classes, os proprietários de terras e os escravos (aqueles que produziam seu próprio sustento lavrando a terra do senhor) e trabalhadores (aqueles que produziam o sustento do senhor em troca de moeda). Quando a comida dos escravos era insuficiente o dono das terras abastecia os estoques de alimentos comprando as quantidades necessárias para a continuidade da produção de sua propriedade. O trabalhador surgiu mais ou menos na mesma época em que os escravos também surgiram, pois o senhor necessitava de homens livres para tomar conta destes últimos.

Outra demanda forte por moedas foi a formação de Estados que necessitavam de homens para a proteção das divisas com outras aglomerações de pessoas, também em processo de formação de núcleos de poder. Era preciso ter exércitos, portanto a moeda era uma forma simples de remunerar os soldados que prestavam serviços a nação.

A acumulação dava estabilidade para os indivíduos, porém logo foi verificado que sua abundância na sociedade em tempos que os alimentos e materiais de primeira necessidade sofriam de escassez que o poder da moeda caia, necessitando cada vez mais de um volume maior delas para comprar o mesmo bem de antes.

O homem, assim, criou um problema: a inflação. Então partiu para outras fontes de troca como metais preciosos (aqueles de difícil obtenção) e pedras preciosas (raras na natureza).

Os estados em processo de fortalecimento retiraram dos populares o papel de prover a civilização de moeda. Pode-se considerar que esta foi uma das primeiras estatizações ocorridas no mundo conhecido. Era por demais interessante, aos Estados, concentrar poder, então nada mais justo dele próprio cunhar a moeda que seria utilizada dentro de seus domínios.

É lógico que esta estatização só foi possível graças principalmente aos populares que já detinham a fabricação da moeda fazerem parte do próprio sistema governamental e continuaram a ganhar por muito tempo ainda as vantagens de ligar poder à economia.

A riqueza acumulada por muitos anos através da exploração principalmente da mão de obra escrava e poucos assalariados conferiu mais tarde a tais famílias títulos que os diferenciavam dos homens livres, dado sua influência e prestígio na população. Tais títulos ou honraria originaram os primeiros “nobres”, pois a linhagem transmitia como herança todo um patrimônio que fora acumulado durante séculos de desenvolvimento humano.

A moeda provocou uma dinâmica muito grande de desenvolvimento em todo o mundo. Logo todas as nações perceberam a força que estava por trás dela e passaram a adotar, em cada Estado, sua própria forma de cunho.

Então uma nova classe de pessoas que não tinham terras, mas que possuíam moedas e bens de troca passaram a vagar de cidade para cidade trocando bens e produtos pela moeda local. Ao adquirirem a moeda local que não tinha valor em seu país de origem eles automaticamente compravam outros bens e produtos para elevarem aos seus Estados de origem e assim poderem comercializá-los e ganhar mais dinheiro pela vantagem relativa dos mercados. Este tipo de comércio existia bem antes das construções das pirâmides de Gisé e teve sua efervescência na idade média pela solidificação de uma classe social de comerciantes.

Na idade média a troca entre moedas já era uma prática estabelecida, embora fosse mais aplicado aos Estados Europeus e suas colônias. Foi a fase de fortalecimento do câmbio. Mas vale apena frisar que ele já existia bem antes de Cristo por uma forma mais minimalista. Não demorou muito para surgir uma nova classe de comerciantes: os cambistas. Eles compravam moeda por um preço abaixo do seu real valor para revendê-las aos viajantes por preços de mercado. Mas tarde este tipo de comércio passou a cobrar uma taxa: taxa de câmbio, que refletia o trabalho do cambista em fornecer a moeda para um indivíduo que necessitasse de seus favores.

Com a expansão do mundo acabou que uma moeda se universalizou cada qual em sua época. Os ciclos de prata da Pérsia antiga, o áureo (ouro), denário (prata), sestércio (bronze), duplôndio (bronze) e asse (cobre), dólar e Euro. São as chamadas moedas transnacionais, pois seu poder de compra ia muito além das fronteiras dos Estados.

No mundo moderno convencionou-se chamar de moeda corrente aquela que se encontra em circulação no mercado. Ela é responsável pelos pagamentos e tocas diversas de uma nação.

Não bastaram logo atrelar o valor da moeda ao valor do ouro, como em alguns Estados antigos já tinham feito antes na Pérsia e Roma Antiga. Porém dada a expansão da moeda os Estados criaram uma estratégia de representação de valor. Agora o cidadão, ou a pessoa comum, não mais iria andar com metais preciosos pela rua, mas sim um papel que representasse da mesma forma que a moeda cunhada o valor que estava representando. Assim surgiu o papel-moeda.

A concepção teoria do papel-moeda garante ao proprietário da moeda o direito de trocar a qualquer momento junto ao Estado o valor do papel por um correspondente em ouro cujo Estado havia deixado resguardado em segurança.

Mas tarde esta lógica foi quebrada. Os Estados fortalecidos passaram a pensar em termos de reservas estratégicas de metais preciosos, e passaram não mais lastrear o valor dos papeis pelo ouro. Vigorou-se assim, um status subjetivo de força e poder, de garantia por si própria que aquela moeda correspondia a um determinado valor de troca, baseado na outorga estatal que dava fé a coisa pública.

O Estado assim passava a aplicar um grande golpe em seus cidadãos, pois ficava para si o poder real, enquanto para a sociedade continuava com o poder ilusório que a moeda conferia. Observe que o ouro não perdeu o seu poder e status, e continuou a se valorizar. Enquanto que a moeda desprovida de lastro começou a oscilar perdendo sua força.

A moeda tornou-se muito vulnerável a influências internas como secas, inundações, safras insuficientes, escassez de medicamentos,... Observe que os principais componentes que afetam a moeda são na realidade os gêneros de primeira necessidade (Veja Maslow – As Necessidades dos Seres Humanos). Pois os indivíduos estão dispostos a pagar quaisquer quantias para garantirem a continuidade da vida.

Ainda com o fortalecimento do comércio, foi necessário criar um local para a guarda de moedas, surgindo os Bancos como depositários fieis de ouro e moedas. Eles passaram lentamente a cobrar por cada serviço utilizado e aprenderam com o fluxo da moeda a emprestar o dinheiro alheio para ganhar juros e aumentar ainda o lucro pelo negócio, garantindo moeda/dinheiro no banco na hora em que os depositantes necessitassem resgatar seus saldos. A logística é a seguinte: João depositou hoje 100 unidades de moeda, amanhã Pedro entra no banco e pede emprestado 20 unidades que irá pagar em 20 dias. Então o banco empresta para Pedro pagar 25 unidades quando der o final dos 20 dias. O banco estudou o comportamento de João e sabe que ele somente tira o dinheiro de 30 em 30 dias. Quando João vier resgatar o dinheiro Pedro já terá pago o que devia ao banco e João poderá tirar seu dinheiro tranqüilo. Quando este fluxo falha o banco recorre a outros bancos e pega dinheiro emprestado para cobrir o rombo.

Mas tarde os bancos passaram a emitir seus próprios papéis, principalmente para facilitar aos seus clientes que comercializassem sem correr o risco de andar com o papel-moeda em mãos. Eles criaram papéis endossáveis: os cheques. Este instrumento foi bastante utilizado no século XX dada tamanha comodidade que produziu para os depositários.

Nesta etapa não somente os comerciantes faziam seus vultosos depósitos. Houve uma popularização do sistema bancário e praticamente toda a população da área urbana possuía uma conta bancária. Mas tarde o progresso chegou até a zona rural.

A modernização do sistema de comunicação permitiu que os bancos comunicassem entre si instantaneamente. Foi um grande avanço para todos uma vez que a conferência das entradas e saídas na conta-corrente podia ser verificada em poucos minutos.

O custo da conferência dos cheques ficou elevado. Devido principalmente o seu enorme volume e requeriu por parte dos bancos um rápido processo de automatização e aumento das taxas decorrente de sua utilização. Por isto este tipo de moeda representativa está a cada dia na idade contemporânea caindo em desuso.

Empresas na área financeira verificaram a possibilidade de oferecer pequenos empréstimos aos seus clientes por períodos muito curtos sem a cobrança de juros, apenas o pagamento de uma taxa de anuidade pela utilização do serviço. Segundo o contrato destas empresas quem passasse da data estabelecida para o pagamento do montante deveria pagar juros sobre o valor devido como contraprestação da continuidade do empréstimo concedido. Assim surgiu o cartão de crédito. Uma forma de pagamento simples que as informações do cliente ficam impressas num papel por atrito no papel carbono e trazia a assinatura do cliente. O comerciante conveniado a receber tal tipo de moeda poderia trocar o papel assinado pelo correspondente em dinheiro. Também o comerciante pagava uma taxa pela utilização do serviço.

Logo este tipo de comércio tornou-se muito comum e popular. Comprar tornou-se algo muito fácil. O sistema modernizou-se e passou a funcionar eletronicamente, por meio magnético com dupla opção: compras à vista (de débito automático em conta-corrente) e compras à prazo (de débito parcelado em conta-corrente ou débito em data determinada no vencimento do cartão).

Após a segunda-guerra mundial os Estados Unidos da América saiu uma nação fortalecida financeiramente do episódio. Com vários países pelo mundo em ruínas os americanos do norte criaram projetos de ajuda monetária para emprestar dinheiro a tais países. O Dólar ficou muito popularizado, devido sua abundância em vários países como um dínamo que impulsionou novamente o comércio. Pode-se dizer dada a dimensão dos mercados alcançados que foi a primeira moeda verdadeiramente globalizada.

Mas tarde, com os países europeus fortalecidos formou-se um bloco de países chamado União Européia. Que logo percebeu a necessidade da criação de uma moeda única – o Euro – que tornasse comum o comércio dos países que representam o bloco que é composto por 27 nações membros (2008). Atualmente o Euro é mais estável que o Dólar e bem mais valorizado também.

No Japão já existe sistemas experimentais de equipamentos leitores de íris e digitais que fazem a identificação do indivíduo no ato de pagamento de uma compra e a autenticação garante instantaneamente o pagamento que é debitado no ato na conta-corrente do usuário.

Os modernos meios de pagamento, sobretudo do cartão magnético permite que as pessoas abram mão da utilização do papel-moeda, tanto da forma de papel como metal, e passem a trabalhar apenas com o meio magnético como uma forma mais simples de fazer trocas.

Num futuro não muito distante será possível fazer compras através do acesso à conta-corrente pelo aparelho celular. E aos poucos a população irá deixar de consumir o papel-moeda que é uma fonte atual e inesgotável de bactérias, patógenos de todos os tipos e micróbios.

Existem também uma nova classe de referência, como por exemplo o Euro Virtual (É uma criação da LenderBook para relacionamento com seus clientes por meio de premiação por sistemas de tarefas e compra fictícia de posição de cadastramento através da moeda virtual), uma moeda fictícia, como o próprio nome diz que permite a pessoa fazer transações na internet comerciais ou apenas figurativas com a finalidade de entretenimento que se utiliza como lastro uma moeda corrente que lhe confere valor ao ser criada.

O poder da moeda está ultrapassando os limites ou objetivos de sua criação. O homem contemporâneo torna-se cada vez mais dependente de poder aquisitivo para ter uma vida digna. A função dos indivíduos é neste contexto possuir dinheiro necessário para ter uma continuidade e dignidade. O trabalho passa a ter as feições de antes, de servidão, pois o interesse que está em jogo é o valor monetário que pode ser adquirido em virtude da “venda” do esforço de trabalho.

Ter uma boa conta bancária não significa uma vida feliz. Dinheiro não traz felicidade, assim diz o ditado popular. A falta de visão sistêmica faz o indivíduo se iludir com a necessidade de acumulação de divisas e esquecer de aproveitar os bons momentos da vida. É fato que um dia o ciclo de vida de cada um é interrompido um dia. E no final da existência você irá dizer? O que fiz? Terá uma lista enorme de coisas que fez para acumular a moeda. E o que aproveitei desta vida? O cérebro terá dificuldades para levantar os pontos positivos, pois a mente passou a maior parte do seu tempo ocupada planejando e trabalhando para a obtenção cada vez mais de reservas monetárias.

Por outro lado tem aquele que muito gasta e a moeda se torna um problema para este indivíduo. Buscar alternativas de vida é fundamental para viver bem. Não existe o dinheiro como única fonte provedora de recursos em uma sociedade. A racionalização é algo que deve fazer parte de cada mente humana.

Devemos lutar por ter uma melhor condição de vida, mas de tempos em tempos é necessário rever se o benefício da moeda em “nossas” vidas está valendo o sacrifício pela não exploração do mundo em sua volta. Uma vida bem vivida vale muito mais que 1 Bilhão de dólares e uma vida privada envolta por muitos seguranças e atropelos pela exposição excessiva na mídia.

Muitos ao verem a oportunidade que o dinheiro oferece esquecem dos outros e são capazes de passarem por cima de cada um para terem seu desejo realizado. Severino prefeito de Yatuba/RS deslumbrou uma oportunidade de comprar sua casa de praia quando chegou ao município uma verba destinada à merenda escolar para 300 alunos, sendo que seu município apenas tinha 200 alunos matriculados. O prefeito não pensou duas vezes, pegou o dinheiro equivalente aos 100 fantasmas e comprou sua mansão. Este ano o governo federal deixou de construir um imenso reservatório para acudir os municípios com falta d’água por falta de grana. Um sociólogo levantou que naquele mesmo ano existiam 234 prefeitos que tomaram a mesma atitude de Yatuba/RS. Eles estão felizes com suas mansões, iates, carros de luxos,... mas uma parcela da população pode ter perdido a vida por falta de recursos.

Até que ponto a moeda é mesmo geradora de liberdade e paz de espírito para os “prefeitos” do mundo?

Autor: Max Diniz Cruzeiro





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The brothers who are outside the celestial vault,

thanks for your existence,

Come to us all that comes from you what is good,

Is made a conscious and collective will,

On Earth as elsewhere

Let us be worthy of our own support

Spare us the misunderstanding that arises from our essence

Just as we are able to reflect and

limit the badly that arises within us and in relation to other beings

If you know of any fault of mine, show me the way to recover.

To build together a heavenly nation for the common good.

Bem-Vindos aos agrupamentos Celestiais

Aos irmãos que estão fora da abóboda celeste,

obrigado pela sua existência,

Venha a nós tudo o que procede de ti que for bom,

Seja feita uma vontade consciente e coletiva,

Assim na Terra como em outros lugares

Sejamos merecedores de nosso próprio sustento

Perdoai-nos a incompreensão que aflora de nossa essência

Assim como somos capazes de refletir e limitar o mal que aflora dentro de nós e em relação a outros seres

Se souberes de alguma falta minha, me mostre o caminho para me recuperar.

Para construirmos juntos uma nação celestial para o bem comum.

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EXERCÍCIO ANTIBULLYING

Not knowing is a trap for ignorance.

Obs .: the saying should be fixed in the classroom wall, the concept should be worked preferably in the form of literature, in which the student is encouraged to produce a situation where the teaching can be migrated to your brain.

O desconhecimento é uma armadilha para a ignorância.

Obs.: o ditado deve estar fixado no mural da sala de aula, o conceito deve ser trabalhado de preferência na forma de literatura, no qual o aluno é incentivado a produção de uma situação em que o ensinamento possa ser migrado para seu cérebro.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro
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:: A Função da Moeda









A moeda é uma referência de valor que permite a troca e comparação entre bens. Tem-se conhecimento que sua origem data do século VII a.C. com a troca de objetos ou mercadorias por conchas, sal, zimbo e libongo.

Moedas surgem do fato que nem sempre é possível ter uma troca de mesmo valor. Por vezes existem diferenças nos produtos que permitem uma reserva que não poderia ser fracionada em outras mercadorias. Criar uma moeda foi uma saída inteligente capaz de preservar o valor de troca para uma data futura, onde poderia ser realizada uma transação entre duas ou mais partes.

A diferenciação no preço de um produto está ligada no grau de dificuldade e complexidade da sua obtenção. Produtos mais abundantes na natureza ou mais fáceis de ser perecíveis são pela lógica, mais baratos que produtos de longa durabilidade e de complexidade mais elevada.

Logo o homem percebeu que acumular moeda era um bom negócio, pois permitia que ele ficasse ocioso por um bom tempo na busca das suas necessidades vitais para se dedicar a outras tarefas como, por exemplo, se dedicar ao culto a Deus.

A idéia de tornar tudo que fosse de utilidade para o ser humano em moeda ativou o conceito de propriedade da terra, possibilitando mais uma nova divisão de classes, os proprietários de terras e os escravos (aqueles que produziam seu próprio sustento lavrando a terra do senhor) e trabalhadores (aqueles que produziam o sustento do senhor em troca de moeda). Quando a comida dos escravos era insuficiente o dono das terras abastecia os estoques de alimentos comprando as quantidades necessárias para a continuidade da produção de sua propriedade. O trabalhador surgiu mais ou menos na mesma época em que os escravos também surgiram, pois o senhor necessitava de homens livres para tomar conta destes últimos.

Outra demanda forte por moedas foi a formação de Estados que necessitavam de homens para a proteção das divisas com outras aglomerações de pessoas, também em processo de formação de núcleos de poder. Era preciso ter exércitos, portanto a moeda era uma forma simples de remunerar os soldados que prestavam serviços a nação.

A acumulação dava estabilidade para os indivíduos, porém logo foi verificado que sua abundância na sociedade em tempos que os alimentos e materiais de primeira necessidade sofriam de escassez que o poder da moeda caia, necessitando cada vez mais de um volume maior delas para comprar o mesmo bem de antes.

O homem, assim, criou um problema: a inflação. Então partiu para outras fontes de troca como metais preciosos (aqueles de difícil obtenção) e pedras preciosas (raras na natureza).

Os estados em processo de fortalecimento retiraram dos populares o papel de prover a civilização de moeda. Pode-se considerar que esta foi uma das primeiras estatizações ocorridas no mundo conhecido. Era por demais interessante, aos Estados, concentrar poder, então nada mais justo dele próprio cunhar a moeda que seria utilizada dentro de seus domínios.

É lógico que esta estatização só foi possível graças principalmente aos populares que já detinham a fabricação da moeda fazerem parte do próprio sistema governamental e continuaram a ganhar por muito tempo ainda as vantagens de ligar poder à economia.

A riqueza acumulada por muitos anos através da exploração principalmente da mão de obra escrava e poucos assalariados conferiu mais tarde a tais famílias títulos que os diferenciavam dos homens livres, dado sua influência e prestígio na população. Tais títulos ou honraria originaram os primeiros “nobres”, pois a linhagem transmitia como herança todo um patrimônio que fora acumulado durante séculos de desenvolvimento humano.

A moeda provocou uma dinâmica muito grande de desenvolvimento em todo o mundo. Logo todas as nações perceberam a força que estava por trás dela e passaram a adotar, em cada Estado, sua própria forma de cunho.

Então uma nova classe de pessoas que não tinham terras, mas que possuíam moedas e bens de troca passaram a vagar de cidade para cidade trocando bens e produtos pela moeda local. Ao adquirirem a moeda local que não tinha valor em seu país de origem eles automaticamente compravam outros bens e produtos para elevarem aos seus Estados de origem e assim poderem comercializá-los e ganhar mais dinheiro pela vantagem relativa dos mercados. Este tipo de comércio existia bem antes das construções das pirâmides de Gisé e teve sua efervescência na idade média pela solidificação de uma classe social de comerciantes.

Na idade média a troca entre moedas já era uma prática estabelecida, embora fosse mais aplicado aos Estados Europeus e suas colônias. Foi a fase de fortalecimento do câmbio. Mas vale apena frisar que ele já existia bem antes de Cristo por uma forma mais minimalista. Não demorou muito para surgir uma nova classe de comerciantes: os cambistas. Eles compravam moeda por um preço abaixo do seu real valor para revendê-las aos viajantes por preços de mercado. Mas tarde este tipo de comércio passou a cobrar uma taxa: taxa de câmbio, que refletia o trabalho do cambista em fornecer a moeda para um indivíduo que necessitasse de seus favores.

Com a expansão do mundo acabou que uma moeda se universalizou cada qual em sua época. Os ciclos de prata da Pérsia antiga, o áureo (ouro), denário (prata), sestércio (bronze), duplôndio (bronze) e asse (cobre), dólar e Euro. São as chamadas moedas transnacionais, pois seu poder de compra ia muito além das fronteiras dos Estados.

No mundo moderno convencionou-se chamar de moeda corrente aquela que se encontra em circulação no mercado. Ela é responsável pelos pagamentos e tocas diversas de uma nação.

Não bastaram logo atrelar o valor da moeda ao valor do ouro, como em alguns Estados antigos já tinham feito antes na Pérsia e Roma Antiga. Porém dada a expansão da moeda os Estados criaram uma estratégia de representação de valor. Agora o cidadão, ou a pessoa comum, não mais iria andar com metais preciosos pela rua, mas sim um papel que representasse da mesma forma que a moeda cunhada o valor que estava representando. Assim surgiu o papel-moeda.

A concepção teoria do papel-moeda garante ao proprietário da moeda o direito de trocar a qualquer momento junto ao Estado o valor do papel por um correspondente em ouro cujo Estado havia deixado resguardado em segurança.

Mas tarde esta lógica foi quebrada. Os Estados fortalecidos passaram a pensar em termos de reservas estratégicas de metais preciosos, e passaram não mais lastrear o valor dos papeis pelo ouro. Vigorou-se assim, um status subjetivo de força e poder, de garantia por si própria que aquela moeda correspondia a um determinado valor de troca, baseado na outorga estatal que dava fé a coisa pública.

O Estado assim passava a aplicar um grande golpe em seus cidadãos, pois ficava para si o poder real, enquanto para a sociedade continuava com o poder ilusório que a moeda conferia. Observe que o ouro não perdeu o seu poder e status, e continuou a se valorizar. Enquanto que a moeda desprovida de lastro começou a oscilar perdendo sua força.

A moeda tornou-se muito vulnerável a influências internas como secas, inundações, safras insuficientes, escassez de medicamentos,... Observe que os principais componentes que afetam a moeda são na realidade os gêneros de primeira necessidade (Veja Maslow – As Necessidades dos Seres Humanos). Pois os indivíduos estão dispostos a pagar quaisquer quantias para garantirem a continuidade da vida.

Ainda com o fortalecimento do comércio, foi necessário criar um local para a guarda de moedas, surgindo os Bancos como depositários fieis de ouro e moedas. Eles passaram lentamente a cobrar por cada serviço utilizado e aprenderam com o fluxo da moeda a emprestar o dinheiro alheio para ganhar juros e aumentar ainda o lucro pelo negócio, garantindo moeda/dinheiro no banco na hora em que os depositantes necessitassem resgatar seus saldos. A logística é a seguinte: João depositou hoje 100 unidades de moeda, amanhã Pedro entra no banco e pede emprestado 20 unidades que irá pagar em 20 dias. Então o banco empresta para Pedro pagar 25 unidades quando der o final dos 20 dias. O banco estudou o comportamento de João e sabe que ele somente tira o dinheiro de 30 em 30 dias. Quando João vier resgatar o dinheiro Pedro já terá pago o que devia ao banco e João poderá tirar seu dinheiro tranqüilo. Quando este fluxo falha o banco recorre a outros bancos e pega dinheiro emprestado para cobrir o rombo.

Mas tarde os bancos passaram a emitir seus próprios papéis, principalmente para facilitar aos seus clientes que comercializassem sem correr o risco de andar com o papel-moeda em mãos. Eles criaram papéis endossáveis: os cheques. Este instrumento foi bastante utilizado no século XX dada tamanha comodidade que produziu para os depositários.

Nesta etapa não somente os comerciantes faziam seus vultosos depósitos. Houve uma popularização do sistema bancário e praticamente toda a população da área urbana possuía uma conta bancária. Mas tarde o progresso chegou até a zona rural.

A modernização do sistema de comunicação permitiu que os bancos comunicassem entre si instantaneamente. Foi um grande avanço para todos uma vez que a conferência das entradas e saídas na conta-corrente podia ser verificada em poucos minutos.

O custo da conferência dos cheques ficou elevado. Devido principalmente o seu enorme volume e requeriu por parte dos bancos um rápido processo de automatização e aumento das taxas decorrente de sua utilização. Por isto este tipo de moeda representativa está a cada dia na idade contemporânea caindo em desuso.

Empresas na área financeira verificaram a possibilidade de oferecer pequenos empréstimos aos seus clientes por períodos muito curtos sem a cobrança de juros, apenas o pagamento de uma taxa de anuidade pela utilização do serviço. Segundo o contrato destas empresas quem passasse da data estabelecida para o pagamento do montante deveria pagar juros sobre o valor devido como contraprestação da continuidade do empréstimo concedido. Assim surgiu o cartão de crédito. Uma forma de pagamento simples que as informações do cliente ficam impressas num papel por atrito no papel carbono e trazia a assinatura do cliente. O comerciante conveniado a receber tal tipo de moeda poderia trocar o papel assinado pelo correspondente em dinheiro. Também o comerciante pagava uma taxa pela utilização do serviço.

Logo este tipo de comércio tornou-se muito comum e popular. Comprar tornou-se algo muito fácil. O sistema modernizou-se e passou a funcionar eletronicamente, por meio magnético com dupla opção: compras à vista (de débito automático em conta-corrente) e compras à prazo (de débito parcelado em conta-corrente ou débito em data determinada no vencimento do cartão).

Após a segunda-guerra mundial os Estados Unidos da América saiu uma nação fortalecida financeiramente do episódio. Com vários países pelo mundo em ruínas os americanos do norte criaram projetos de ajuda monetária para emprestar dinheiro a tais países. O Dólar ficou muito popularizado, devido sua abundância em vários países como um dínamo que impulsionou novamente o comércio. Pode-se dizer dada a dimensão dos mercados alcançados que foi a primeira moeda verdadeiramente globalizada.

Mas tarde, com os países europeus fortalecidos formou-se um bloco de países chamado União Européia. Que logo percebeu a necessidade da criação de uma moeda única – o Euro – que tornasse comum o comércio dos países que representam o bloco que é composto por 27 nações membros (2008). Atualmente o Euro é mais estável que o Dólar e bem mais valorizado também.

No Japão já existe sistemas experimentais de equipamentos leitores de íris e digitais que fazem a identificação do indivíduo no ato de pagamento de uma compra e a autenticação garante instantaneamente o pagamento que é debitado no ato na conta-corrente do usuário.

Os modernos meios de pagamento, sobretudo do cartão magnético permite que as pessoas abram mão da utilização do papel-moeda, tanto da forma de papel como metal, e passem a trabalhar apenas com o meio magnético como uma forma mais simples de fazer trocas.

Num futuro não muito distante será possível fazer compras através do acesso à conta-corrente pelo aparelho celular. E aos poucos a população irá deixar de consumir o papel-moeda que é uma fonte atual e inesgotável de bactérias, patógenos de todos os tipos e micróbios.

Existem também uma nova classe de referência, como por exemplo o Euro Virtual (É uma criação da LenderBook para relacionamento com seus clientes por meio de premiação por sistemas de tarefas e compra fictícia de posição de cadastramento através da moeda virtual), uma moeda fictícia, como o próprio nome diz que permite a pessoa fazer transações na internet comerciais ou apenas figurativas com a finalidade de entretenimento que se utiliza como lastro uma moeda corrente que lhe confere valor ao ser criada.

O poder da moeda está ultrapassando os limites ou objetivos de sua criação. O homem contemporâneo torna-se cada vez mais dependente de poder aquisitivo para ter uma vida digna. A função dos indivíduos é neste contexto possuir dinheiro necessário para ter uma continuidade e dignidade. O trabalho passa a ter as feições de antes, de servidão, pois o interesse que está em jogo é o valor monetário que pode ser adquirido em virtude da “venda” do esforço de trabalho.

Ter uma boa conta bancária não significa uma vida feliz. Dinheiro não traz felicidade, assim diz o ditado popular. A falta de visão sistêmica faz o indivíduo se iludir com a necessidade de acumulação de divisas e esquecer de aproveitar os bons momentos da vida. É fato que um dia o ciclo de vida de cada um é interrompido um dia. E no final da existência você irá dizer? O que fiz? Terá uma lista enorme de coisas que fez para acumular a moeda. E o que aproveitei desta vida? O cérebro terá dificuldades para levantar os pontos positivos, pois a mente passou a maior parte do seu tempo ocupada planejando e trabalhando para a obtenção cada vez mais de reservas monetárias.

Por outro lado tem aquele que muito gasta e a moeda se torna um problema para este indivíduo. Buscar alternativas de vida é fundamental para viver bem. Não existe o dinheiro como única fonte provedora de recursos em uma sociedade. A racionalização é algo que deve fazer parte de cada mente humana.

Devemos lutar por ter uma melhor condição de vida, mas de tempos em tempos é necessário rever se o benefício da moeda em “nossas” vidas está valendo o sacrifício pela não exploração do mundo em sua volta. Uma vida bem vivida vale muito mais que 1 Bilhão de dólares e uma vida privada envolta por muitos seguranças e atropelos pela exposição excessiva na mídia.

Muitos ao verem a oportunidade que o dinheiro oferece esquecem dos outros e são capazes de passarem por cima de cada um para terem seu desejo realizado. Severino prefeito de Yatuba/RS deslumbrou uma oportunidade de comprar sua casa de praia quando chegou ao município uma verba destinada à merenda escolar para 300 alunos, sendo que seu município apenas tinha 200 alunos matriculados. O prefeito não pensou duas vezes, pegou o dinheiro equivalente aos 100 fantasmas e comprou sua mansão. Este ano o governo federal deixou de construir um imenso reservatório para acudir os municípios com falta d’água por falta de grana. Um sociólogo levantou que naquele mesmo ano existiam 234 prefeitos que tomaram a mesma atitude de Yatuba/RS. Eles estão felizes com suas mansões, iates, carros de luxos,... mas uma parcela da população pode ter perdido a vida por falta de recursos.

Até que ponto a moeda é mesmo geradora de liberdade e paz de espírito para os “prefeitos” do mundo?

Autor: Max Diniz Cruzeiro














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Conhecimento Teológico {ok}

Conhecimento Científico {ok}

Conhecimento Acadêmico {ok}

Conhecimento Tácito {ok}

Conhecimento Mítico {ok}

Conhecimento Contemporâneo {ok}

Conhecimento Básico {ok}

Conhecimento Intermediário {ok}

Conhecimento Avançado {ok}

Conhecimento Político {ok}

Conhecimento Social {ok}

Conhecimento do senso comum (saber da vida) {ok}

Conhecimento técnico {ok}

Conhecimento Artístico {ok}

Conhecimento Intuitivo {ok}

Conhecimento Intelectual {ok}

Conhecimento Emocional {ok}

Conhecimento Declarativo {ok}

Conhecimento Sensorial {ok}

Conhecimento Procedural {ok}

Conhecimento Explícito {ok}

Conhecimento Implícito {ok}

Conhecimento Discursivo {ok}

Conhecimento Descritivo {ok}

Conhecimento Inventivo {ok}

Conhecimento Ontológico {ok}

Conhecimento Deontológico {ok}

Conhecimento Empírico - b - {ok}

Conhecimento Epistemológico {ok}

Conhecimento Reflexivo {ok}

Conhecimento Histórico {ok}

Conhecimento Pessoal {ok}

Conhecimento Psicológico {ok}

Conhecimento Didático {ok}

Conhecimento Prático {ok}

Conhecimento Teórico {ok}

Conhecimento Abstrato {ok}

Conhecimento lógico {ok}

Conhecimento Geral {ok}

Conhecimento Específico {ok}

Conhecimento Metafísico {ok}

Conhecimento à Priori {ok}

Conhecimento à Posteriori {ok}

Conhecimento Jurídico {ok}

Conhecimento Onírico {ok}

Conhecimento Popular {ok}

Conhecimento Impositivo {ok}

Conhecimento Afirmativo {ok}

Conhecimento Positivista {ok}

Conhecimento Apositivista {ok}

Conhecimento Explicativo {ok}

Conhecimento Matemático {ok}

Conhecimento Autoavaliativo {ok}

Conhecimento Ficcional {ok}

Conhecimento Ilusório {ok}

Conhecimento Canônico {ok}

Conhecimento Multidisciplinar {ok}

Conhecimento Retórico {ok}

Conhecimento Transdisciplinar {ok}

Conhecimento Cósmico {ok}

Conhecimento Apócrifo {ok}

Conhecimento Vital {ok}

Conhecimento Linear {ok}

Conhecimento Multilinear {ok}

Conhecimento Meritocrático {ok}

Conhecimento Causal {ok}

Conhecimento Processual {ok}

Conhecimento Educacional {ok}

Conhecimento Familiar {ok}

Conhecimento Indutivo {ok}

Conhecimento Dedutivo {ok}

Conhecimento Extrapolativo {ok}

Conhecimento Evolutivo {ok}

Conhecimento Interpolar {ok}

Conhecimento Conotativo {ok}

Conhecimento Denotativo {ok}

Conhecimento Inferencial {ok}

Conhecimento Probabilístico {ok}

Conhecimento Referencial {ok}

Conhecimento Materialista {ok}

Conhecimento Espiritual {ok}

Conhecimento Mecanicista {ok}

Conhecimento Ambiental {ok}

Conhecimento Profissional {ok}

Conhecimento Angular {ok}

Conhecimento Estruturado {ok}

Conhecimento Automatizado {ok}

Conhecimento Logístico {ok}

Conhecimento Integrado {ok}

Conhecimento Avaliativo {ok}

Conhecimento Econômico {ok}

Conhecimento Antropológico {ok}

Conhecimento Medicinal {ok}

Conhecimento Agregativo {ok}

Conhecimento Valorativo {ok}

Conhecimento Sequencial {ok}

Conhecimento Estratégico {ok}

Conhecimento Artesanal {ok}

Conhecimento Literário {ok}

Conhecimento Televisivo {ok}

Conhecimento Radiofônico {ok}

Conhecimento Web {ok}

Conhecimento Consciencial {ok}

Conhecimento Racional {ok}

Conhecimento Contravencional {ok}

Conhecimento Global {ok}

Conhecimento Geográfico {ok}

Conhecimento Humano {ok}

Conhecimento Inteligível {ok}

Conhecimento Linguístico {ok}

Conhecimento Organizacional {ok}

Conhecimento Pedagógico {ok}

Conhecimento Prévio {ok}

Conhecimento Público {ok}

Conhecimento Químico {ok}

Conhecimento Estatístico {ok}

Conhecimento Textual {ok}

Conhecimento Ultrapassado {ok}

Conhecimento Universal {ok}

Conhecimento Útil {ok}

Conhecimento Vulgar {ok}

Conhecimento Zen {ok}

Conhecimento Ufológico {ok}

Conhecimento Clássico {ok}

Conhecimento Remissivo {ok}

Conhecimento Sexual {ok}

Conhecimento Liberal {ok}

Conhecimento NeoLiberal {ok}

Conhecimento Libertador {ok}

Conhecimento Encapsulante {ok}

Conhecimento Colonizador {ok}

Conhecimento Dominante {ok}

Conhecimento Cognitivo {ok}

Conhecimento Moderno {ok}

Conhecimento Holístico {ok}

Conhecimento Primitivo {ok}

Conhecimento Hip Hop {ok}

Conhecimento Estatal {ok}

Conhecimento Metódico {ok}

Conhecimento Livre {ok}

Conhecimento Profético {ok}

Conhecimento Aeroespacial {ok}

Conhecimento Físico {ok}

Conhecimento Náutico {ok}

Conhecimento Terrestre {ok}

Conhecimento Alimentar {ok}

Conhecimento Transitório {ok}

Conhecimento Aparente {ok}

Conhecimento Territorial {ok}

Conhecimento Lúdico {ok}

Conhecimento Escravista {ok}

Conhecimento Expansionista {ok}

Conhecimento Motivacional {ok}

Conhecimento Transformador {ok}

Conhecimento Etário {ok}

Conhecimento Reformista {ok}

Conhecimento Musical {ok}

Conhecimento Cinético {ok}

Conhecimento Tântrico {ok}

Conhecimento Módico {ok}

Conhecimento Populacional {ok}

Conhecimento Amostral {ok}

Conhecimento Locomocional {ok}

Conhecimento Vocacional {ok}

Conhecimento Militar {ok}

Conhecimento Difuso {ok}

Conhecimento Atemporal {ok}

Conhecimento Temporal {ok}

Conhecimento Efetivo {ok}

Conhecimento Conservador {ok}

Conhecimento Seletivo {ok}

Conhecimento Seccionado {ok}

Conhecimento Parlamentar {ok}

Conhecimento Imperial {ok}

Conhecimento Homogêneo {ok}

Conhecimento Heterogêneo {ok}

Conhecimento Ortodoxo {ok}

Conhecimento Heterodoxo {ok}

Conhecimento Variante {ok}

Conhecimento Helênico {ok}

Conhecimento Espartano {ok}

Conhecimento Vago {ok}

Conhecimento Superficial {ok}

Conhecimento Operacional {ok}

Conhecimento Natural {ok}

Conhecimento Lendário {ok}

Conhecimento Eterno {ok}

Conhecimento Bárbaro {ok}

Conhecimento Relacional {ok}

Conhecimento Circunstancial {ok}

Conhecimento Complexo {ok}

Conhecimento Civil {ok}

Conhecimento Empresarial {ok}

Conhecimento Proletariado {ok}

Conhecimento Público {ok}

Conhecimento Privado {ok}

Conhecimento Estacionário {ok}

Conhecimento Dinâmico {ok}

Conhecimento Contingencial {ok}

Conhecimento Orgânico {ok}

Conhecimento Bélico {ok}

Conhecimento Incapacitante {ok}

Conhecimento Temerário {ok}

COnhecimento Ocupacional {ok}

Conhecimento Opressor {ok}

Conhecimento Kármico {ok}

Conhecimento Dármico {ok}

Conhecimento Sistêmico {ok}

Conhecimento Oposicionista {ok}

Conhecimento Renovador {ok}

Conhecimento Massificador {ok}

Conhecimento Desmistificador {ok}

Conhecimento Manipulador {ok}

Conhecimento Classista {ok}

Conhecimento Reacionário {ok}

Conhecimento Demoníaco {ok}

Conhecimento Transversal {ok}

Conhecimento Conjugado {ok}

Conhecimento Simétrico {ok}

Conhecimento Assimétrico {ok}

Conhecimento Essencial {ok}

Conhecimento Balizador {ok}

Conhecimento Irreal {ok}

Conhecimento Impróprio {ok}

Conhecimento Recíproco {ok}

Conhecimento Ergonômico {ok}

Conhecimento Trabalhista {ok}

Conhecimento Cabalístico {ok}

Conhecimento Central {ok}

Conhecimento Retardatário {ok}

Conhecimento Rudimentar {ok}

Conhecimento Espontâneo {ok}

Conhecimento Endêmico {ok}

Conhecimento Retrógrado {ok}

Conhecimento Ativo {ok}

Conhecimento Passivo {ok}

Conhecimento Degustativo {ok}

Conhecimento Adulto {ok}

Conhecimento Infantil {ok}

Conhecimento Afrodescendente {ok}

Conhecimento Indígena {ok}

Conhecimento Masculino {ok}

Conhecimento Feminino {ok}

Conhecimento Homoafetivo {ok}

Conhecimento Marital {ok}

Conhecimento Reativo {ok}

Conhecimento Prescritivo {ok}

Conhecimento Informativo {ok}

Conhecimento Tradicional {ok}

Conhecimento Replicante {ok}

Conhecimento Normativo {ok}

Conhecimento Bibliográfico {ok}

Conhecimento Expositivo {ok}

Conhecimento Ecológico {ok}

Conhecimento Partidário {ok}

Conhecimento Metafórico {ok}

Conhecimento Redundante {ok}

Conhecimento Psíquico {ok}

Conhecimento Coletivo {ok}

Conhecimento Leigo {ok}

Conhecimento Lunar {ok}

Conhecimento Uniforme {ok}

Conhecimento Tangencial {ok}

Conhecimento Concreto {ok}

Conhecimento Egoico {ok}

Conhecimento Separatista {ok}

Conhecimento Inclusivo {ok}

Conhecimento Refratário {ok}

Conhecimento Suplementar {ok}

Conhecimento Moral {ok}

Conhecimento Amoral {ok}

Conhecimento Imoral {ok}

Conhecimento Ético {ok}

Conhecimento Doutrinário {ok}

Conhecimento Sádico {ok}

Conhecimento Masoquista {ok}

Conhecimento Recorrente {ok}

Conhecimento Proprioceptivo {ok}

Conhecimento Cinestésico {ok}

Conhecimento Cenestésico {ok}

Conhecimento Sinestésico {ok}

Conhecimento Somático {ok}

Conhecimento Libidinoso {ok}

Conhecimento Padrão {ok}

Conhecimento Sensato {ok}

Conhecimento Aleatório {ok}

Conhecimento Prazeroso {ok}

Conhecimento Desprazeroso {ok}

Conhecimento Vegano {ok}

Conhecimento Mental {ok}

Conhecimento Instintivo {ok}

Conhecimento Ilustre {ok}

Conhecimento Nuclear {ok}

Conhecimento Síntese {ok}

Conhecimento Finalíssimo {ok}

Conhecimento Fantasioso {ok}

Conhecimento Preditivo {ok}

Conhecimento Quântico {ok}

Conhecimento Oficial {ok}

Conhecimento Atmosférico {ok}

Conhecimento Simulativo {ok}

Conhecimento Funcional {ok}

Conhecimento Gestual {ok}

Conhecimento Astral {ok}

Conhecimento Meditativo {ok}

Conhecimento Consciencional {ok}

Conhecimento Nórdico {ok}

Conhecimento Akáshico {ok}

Conhecimento Carismático {ok}

Conhecimento Celibatário {ok}

Conhecimento Pagão {ok}

Conhecimento Cristão {ok}

Conhecimento Islâmico {ok}

Conhecimento Protestante {ok}

Conhecimento Evangélico {ok}

Conhecimento Budista {ok}

Conhecimento Confucionísta {ok}

Conhecimento Tibetano {ok}

Conhecimento Védico {ok}

Conhecimento Bramânico {ok}

Conhecimento Raeliano {ok}

Conhecimento Exotérico {ok}

Conhecimento Esotérico {ok}

Conhecimento Maçônico {ok}

Conhecimento Ateísta {ok}

Conhecimento Taoista {ok}

Conhecimento Xintoísta {ok}

Conhecimento Sikhista {ok}

Conhecimento Espírita {ok}

Conhecimento Judaico {ok}

Conhecimento Wicca {ok}

Conhecimento Jainista {ok}

Conhecimento Fé Bahá'í {ok}

Conhecimento Cao dai {ok}

Conhecimento Cheondoista {ok}

Conhecimento Tenrikyo {ok}

Conhecimento Messiânica {ok}

Conhecimento Seicho-no-ie {ok}

Conhecimento rastafári {ok}

Conhecimento Unitário-universalismo {ok}

Conhecimento Zoroastrismo {ok}

Conhecimento Folclórico {ok}

Conhecimento Gnóstico {ok}

Conhecimento Agnóstico {ok}

Conhecimento Cigano {ok}

Conhecimento Hindu {ok}

Conhecimento Talibã {ok}

Conhecimento Cômico {ok}

Conhecimento Memorial {ok}

Multiplicação do Conhecimento {ok}

pseudoconhecimento {ok}

Autoconhecimento {ok}

Etapas do Conhecimento {ok}

Aplicação do Conhecimento {ok}

Desenvolvimento Pessoal pelo Conhecimento {ok}

Comunicação {ok}

Níveis de Comunicação {ok}

Informação {ok}

Decisão {ok}

Ação {ok}

Linguagem [Estrutura] {ok}

Sabedoria {ok}

UFO {ok}

Cineclube {ok}

Ciência {ok}

Casa {ok}

Tecnologia {ok}

Internet {ok}

Fotografia {ok}

Imagem {ok}

Turismo {ok}

Cognição [Filosofia]{ok}

Sustentabilidade {ok}

Gestão {ok}

Álbum de figurinhas {ok}

Vizinhança cerebral {ok}

Codificação linguística {ok}

Tribo linguística {ok}

A Diferenciação {ok}

O Livro da Recompensa {ok}

Recompensa: Comunhão {ok}

Recompensa: Empodeiramento {ok}

Recompensa: Capitais {ok}

Recompensa: Reconhecimento {ok}

Recompensa: Amizade {ok}

Recompensa: Felicidade {ok}

Recompensa: Senso de unidade {ok}

Recompensa: Instrumentalidade {ok}

Recompensa: Saciedade {ok}

Recompensa: Conhecimento {ok}

Recompensa: Louvor {ok}

Recompensa: Enlace Marital {ok}

Recompensa: Diversão {ok}

Recompensa: Amor {ok}

Recompensa: Vencer o tempo {ok}

Recompensa: Vitória sobre a morte {ok}

Recompensa: Iluminação {ok}

Recompensa: Transparência {ok}

Recompensa: Conquista de uma idealização {ok}

Recompensa: Sabedoria {ok}

Recompensa: Gustação {ok}

Recompensa: Discernimento {ok}

Recompensa: Família {ok}

Recompensa: Superação {ok}

Recompensa: Destaque {ok}

Recompensa: Diferenciação {ok}

Recompensa: Eternidade {ok}

Recompensa: Integração {ok}

Revisão {ok}

Sensibilização {ok}

Nivelamento {ok}

Previsão {ok}

Debate {ok}

Adeus {ok}

Unidade {ok}

Luz {ok}

Matéria {ok}

Reflexão {ok}

Canal {ok}

Código {ok}

Propagação {ok}

Ruído {ok}

Estímulo {ok}

Sensor {ok}

Captura {ok}

Transformação do código {ok}

Energia {ok}

Eletricidade {ok}

Condutividade {ok}

Sinapse {ok}

Cognição {ok}

Atenção {ok}

Foco {ok}

Alocação {ok}

Percepção {ok}

Fixação {ok}

Memória {ok}

Informação {ok}

Processamento {ok}

Lógica {ok}

Ordenação {ok}

Pensamento {ok}

Conhecimento {ok}

Aprendizado {ok}

Raciocínio {ok}

Razão {ok}

Sabedoria {ok}

Tomada de decisão {ok}

Expressão {ok}

Análise {ok}

Controle {ok}

Internalização {ok}

Adaptação {ok}

Experimentação {ok}

Recorrência {ok}

Valores {ok}

Juízo {ok}

Memória {ok}

Associação {ok}

Atenção {ok}

Foco {ok}

Intuição {ok}

Emoção {ok}

Percepção {ok}

Raciocínio {ok}

Pensamento {ok}

Abstração {ok}

Desejos {ok}

Necessidades {ok}

Satisfação {ok}

Realização {ok}

Moral {ok}

Ética {ok}

Imaginação {ok}

Motivação {ok}

Estima {ok}

Estresse {ok}

Excitação {ok}

Canalização {ok}

Auto-observação {ok}

altruísmo {ok}

Anotherself {ok}

Empatia {ok}

Sentimento {ok}

Poder {ok}

Sexualidade {ok}

Status {ok}

Libido {ok}

Sinergia {ok}

Lógica {ok}

Aprendizado {ok}

Realidade {ok}

Conhecimento {ok}

Informação {ok}

Ação {ok}

Decisão {ok}

Coordenação {ok}

Intensidade {ok}

Consciência {ok}

Continuísmo {ok}

Segregação {ok}

Cegueira Grupal {ok}

Condicionamento {ok}

Repressão {ok}

Caráter {ok}

Negações {ok}

Transferência {ok}

Fixação {ok}

Projeção {ok}

Introspecção {ok}

Racionalização {ok}

Reação {ok}

Regressão {ok}

Sublimação {ok}

Idealização {ok}

Desintegração {ok}

Afirmação {ok}

Significados de vida {ok}

Ilusão {ok}

Controle {ok}

Ansiedade {ok}

Mecanismos de defesa {ok}

Construtivismo {ok}

Mecanicidade {ok}

Automação {ok}

Links Transacionais {ok}

Bloqueio {ok}

Sombras (desejo de esconder) {ok}

Arquétipo (desejo de evidenciar) {ok}

Prisão Psíquica {ok}

Tomada de Decisão {ok}

Princípios {ok}

Conduta {ok}

Resposta Motora {ok}

Linguagem {ok}

Comunicação {ok}

Expressão {ok}

Experiência {ok}

Indução {ok}

Formação {ok}

Estudo {ok}

Expectativa {ok}

Aquisição {ok}

Metafísica {ok}

Metassistema {ok}

Metalinguagem {ok}

Inferência {ok}

Linearidade {ok}

Multilinearidade {ok}

Construção {ok}

Reconstrução {ok}

Avaliação {ok}

Reavaliação {ok}

Vivência {ok}

Domínio {ok}

Observação {ok}

Autocontrole {ok}

Ajuste {ok}

Autoajuste {ok}

Maturidade {ok}

Ideologia {ok}

Idolatria {ok}

Perseverança {ok}

Segurança {ok}

Angústia {ok}

Temores {ok}

Agressividade {ok}

Contentamento {ok}

Alegria {ok}

Nostalgia {ok}

Delírio {ok}

Demência {ok}

Insônia {ok}

Afetação {ok}

Lirismo {ok}

Rancor {ok}

ódio {ok}

Vazio {ok}

Plenitude {ok}

Energia {ok}

Vitalidade {ok}

Compaixão {ok}

Ordenação {ok}

Sensatez {ok}

Comunhão {ok}

Amor {ok}

Importância {ok}

Crítica {ok}

Propósito {ok}

Junção {ok}

Separação {ok}

União {ok}

Promiscuidade {ok}

Inovação {ok}

Empreender {ok}

Formador de causa {ok}

Determinação {ok}

Planejamento {ok}

Administração {ok}

Gerador de Equilíbrio {ok}

Gerador de Liberdade {ok}

Gerador de sensações {ok}

Fé {ok}

Gerador de Medo {ok}

Euforia {ok}

Gerador de Livre arbítrio {ok}

Gerador de casuísticas {ok}

Gerador de Pânico {ok}

Medo {ok}

Depressão {ok}

Aceleração de Pensamentos {ok}

Ampliação de sentidos {ok}

Recorrência {ok}

Gerador de estado catatônico {ok}

Controle sensorial remoto {ok}

Adaptação {ok}

Conformismo {ok}

Didática {ok}

Consumismo {ok}

Dedicação {ok}

Autoritarismo {ok}

Relaxamento {ok}

Felicidade {ok}

Privação {ok}

Retórica {ok}

Elocubração {ok}

Rotina {ok}

Perseguição {ok}

Paranoia {ok}

Subjetividade {ok}

Loucura {ok}

Azia {ok}

Mal Estar {ok}

Bem Estar {ok}

Fobia {ok}

Cansaço {ok}

Fadiga {ok}

Irritação {ok}

Fantasia {ok}

Credibilidade {ok}

Criatividade {ok}

Alteração de níveis de consciência {ok}

Tolerância {ok}

Alteração do Humor {ok}

Alteração da fala {ok}

Taquicardia {ok}

Resolução de Conflitos {ok}

Formação de Conflitos {ok}

Invasão de privacidade {ok}

Sensação de esfalecimento da vida {ok}

Perda da identidade {ok}

Desperta a sensação de Paixão {ok}

Desperta a sensação de adormecimento psíquico {ok}

Intelectualismo {ok}

Ativador da mente {ok}

Eleva o grau de inteligência {ok}

Somatiza ações {ok}

Ativa a concentração {ok}

Expande a mente {ok}

Interrompe o fluxo mental {ok}

Coerência {ok}

Coesão {ok}

###

Grunido

Bocejo

Suspiro

Rosnido

Devoção

Limpeza

Pontualidade

Sensação de belos olhos

Serenidade

Malícia

Elegância

Caprichos

Inoportuno

Tédio

Deleite

Via intelectual

Vanguarda

Onipotência

Utopia

Coragem

Escuta

Escândalo

Solidão

Talento

Submissão

Superioridade

Zombaria

Admiração

Genealidade

Sedução

Kpac: revolução silenciosa

Imagem dupla

Telegrama

Fidelidade

Ruptura

Viagem de núpcias

Paixão súbita

Comunhão

Excomunhão

Justiça

Discurso

Assinatura

Herança

Valores universais

Instrução

Nomeação

Testamento

obra publicada

Pronunciamento

Nome do pai

Destino

Registro imaginário

Registro simbólico

Registro real

Estádio do Espelho

Reflexão

Refração

Crise

Arrefeção

Excessos

Superfície

Dica

Transferência

Conserto

Amor narcísico

Ajuda

Âncora

Acesso

Acontecimento

Facilidade

Amor objetal

Dialética

Ocupação

Instante de ver

Demanda

Oferta

Procura

Sujeito

Sujeito suposto saber

Tempo de compreender

Momento de concluir

Destituição subjetiva

Travessia

Fantasma

Corte da subjetividade

Fazer a diferença

Invenção

Moda

Entendimento

Coisas produtivas

Acreditar

Idealizar

Separação

Preocupação

Sensação de peso

Choro

Linguagem do corpo

Estrutura quebrada

Tranquilidade

Postura

À Beira do abismo

Momento

Intervenção

Vir à tona

Processo

Vida problemática

Apoio

Situações graves

Reconstrução

Acontecimentos

Voltar à estaca zero

O caminhar do sujeito

Desilusão

Terapia

Cura

História da Carochinha

Relação sujeito à sujeito

Confusão

Afastamento

Abandono

Sofrimento

Desnorteado

Cuidado

Limite

Édipo

Renúncia

Ato genital

Dissimulação da angústia

Rompimento

Disfarce

Encobrimento

Fingimento

Castração

Onipotente

Vulnerabilidade

Temor

Acentuação

Constituição do sujeito

Metáfora paterna

Metáfora materna

Metáfora da cegueira

Lei

Problemas sociais

Novo mal estar

Repressão

Regressão

Diagnóstico

Fase de latência

Falta da lei

Pêndulo

Obrigação

Felicidade

Adoecimentos

Estados limites

Desorganização

Organização

Válvula de escape

O amante e o amado

Resistência

Estilo

Falta de Informação

Informações erradas

Inabilidade

Tecnologia Inadequada

Bussiness Intelligent

Coleta de Informações

Organização da Informação

Análise da informação

Compartilhamento

Monitoramento da Informação

Integração

Negócios

Confiança

Prioridade

Divulgação

Homologação

Gravação de informações

Seleção de Informações

Tratamento de dados

Erro em sessão de dados

Volume de dados

Cadastro de Clientes

Operações com Clientes

Classificação de Clientes

Regra de negócios

Pessoal de Negócio

Pessoal de TI

Dado Bruto

Área Fim

Área meio

Técnicos de BI

Técnicos de TI

Seletor de dados

Batimento de metas

Data Warehouse

Produto Final

Linha de Produção

Tomada de Decisão

Origem dos dados

Trabalho de qualidade da Informação

Levantamento de informações

Ferramenta de extração de informações

Ferramenta de tratamento de dados

Orçamento de Projeto

RH de Projetos

Relatório do Projeto

Usuárias Finais

Homologação de dados

Dado Real Time

Análise de Vendas

Ferramentas de Análise

OLAP Analysis

Data Mining

Reporting

Data Discovery

Data Mart Vendas

Data Mart Compras

Data Mart Finanças

Data Mart Clientes

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Consultoria

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Análises Preditivas

Comparativo de Mercado

Funções Estatísticas

Funções de Mapeamento

Servidores de Georreferenciamento

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Segmentação de dados

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Importação de dados

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