ministério da cultura

:: Percepção: a caverna de Platão


Percepção: a caverna de Platão

 

As pessoas e as organizações passam por processos semelhantes quanto à formação de um conhecimento e suas características podem ser explicadas como uma alegoria da caverna de Platão. Vamos estudar aqui como o processo de percepção é construído, tendo por base os seguintes elementos: continuísmo, a cegueira grupal, a sexualidade reprimida, a repressão, negação, transferência, fixação, projeção, introspeção, racionalização, formação de reação, regressão, sublimação, idealização e desintegração, elementos e valores sociais, significação da morte, da vida e da imortalidade, ilusão do controle, ansiedade, mecanismos de defesa individual e grupal, links transacionais, sombra e arquétipos humanos e a prisão psíquica.

Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa. Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados sem poder mover a cabeça nem locomover-se, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do Sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos, mas apenas sombras dos outros e de si mesmos porque estão no escuro e imobilizados. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam pro­jetadas como sombras nas paredes do fundo da caver­na. Do lado de fora, pessoas passam conversando e car­regando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais cujas sombras também são projeta­das na parede da caverna, como num teatro de fanto­ches. Os prisioneiros julgam que as sombras de coisas e pessoas, os sons de suas falas e as imagens que trans­portam nos ombros são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são seres vivos que se movem e falam. Os prisioneiros se comunicam, dando nome às coisas que julgam ver (sem vê-las realmente, pois estão na obs­curidade) e imaginam que o que escutam, e que não sabem que são sons vindos de fora, são as vozes das pró­prias sombras e não dos homens cujas imagens estão projetadas na parede; também imaginam que os sons produzidos pelos artefatos que esses homens carregam nos ombros são vozes de seres reais. Qual é, pois. a situação dessas pessoas aprisionadas? Tomam sombras por realidade, tanto as sombras das coi­sas e dos homens exteriores como as sombras dos artefa­tos fabricados por eles. Essa confusão, porém, não tem co­mo causa a natureza dos prisioneiros e sim as condições adversas em que se encontram. Que aconteceria se fossem libertados dessa condição de miséria? Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-la. Fabrica um instru­mento com o qual quebra os grilhões. De início, move a ca­beça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um cami­nho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do Sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Enche-se de dor por causa dos movimentos que seu corpo realiza pela primei­ra vez e pelo ofuscamento de seus olhos sob a luz externa, muito mais forte do que o fraco brilho do fogo que havia no interior da caverna. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento. Incredulidade porque será obri­gado a decidir onde sé encontra a realidade: no que vê ago­ra ou nas sombras em que sempre viveu. Deslumbramento (literalmente: ferido pela luz) porque seus olhos não con­seguem ver com nitidez as coisas iluminadas. Seu primei­ro impulso é o de retornar à caverna para livrar-se da dor e do espanto, atraído pela escuridão, que lhe parece mais acolhedora. Além disso, precisa aprender a ver e esse aprendizado é doloroso, fazendo-o desejar a caverna on­de tudo lhe é familiar e conhecido. Sentindo-se sem disposição para regressar à caverna por causa da rudeza do caminho, o prisioneiro permanece no exterior. Aos poucos, habitua-se à luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de finalmente ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vi­da toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Dora­vante, desejará ficar longe da caverna para sempre e luta­rá com todas as suas forças para jamais regressar a ela. No entanto, não pode evitar lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e con­vencê-los a se libertarem também. Que lhe acontece nesse retorno? Os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam faze-lo espancando-o. Se mesmo assim ele teima em afirmar o que viu e os convida a sair da caverna, certamente aca­bam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns podem ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo à realidade. O que é a caverna? O mundo de aparências em que vi­vemos. Que são as sombras projetadas no fundo? As coi­sas que percebemos. Que são os grilhões e as correntes? Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que o que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O quê é o mundo iluminado pelo sol da verdade? A realidade. Qual o instrumento que liberta o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os ou­tros prisioneiros? A Filosofia.” (Marilena Chauí)

Continuísmo – os indivíduos quando atingem um ponto de acomodação tendem a permanecer estáticos frente às mudanças. Um estado de letargia toma conta das pessoas porque elas estão em sua zona de conforto e para elas este estado de comodismo induz uma continuidade segura ao seu desenvolvimento. Para as organizações também não é diferente, uma vez conquistado o mercado eles tendem a exploração da mão de obra, dos maquinários, da estrutura montada e concentram-se na busca desenfreada pelo capital. A lei da entropia estabelece que é mais fácil gastar a mesma quantidade de força e energia do que dispender mais esforço para desenvolver novas ações.

 A cegueira grupal – o indivíduo ou o grupo passa por uma acomodação sensorial, incapaz de visualizar coisas novas, porque existe uma cultura enraizada dentro de cada um, e ultrapassar os limites requer muita ação, abrir mão do continuísmo, dos valores e premissas dentro da psique humana. As organizações geralmente com medo da concorrência se fecham, sendo a cultura organizacional gerada uma forma de isolamento do mundo externo. Só que o mundo continua em transformação, outras empresas surgem, o mercado acaba por necessitar de novas práticas e os conceitos das empresas envelhecem.

A sexualidade reprimida – os indivíduos não encontram outra saída a não ser o isolamento. E reprimem suas voluções, onde momentos estão mais relaxados e à vontade sexualmente e em outros se punem severamente pela auto-conduta de seus pensamentos e projeções. A todo instante a repressão gerada cria elementos associativos à pré-conceituação, pois integra àquilo que se pretende barrar por um lado, e por outro aquilo que se quer absorver. Nas organizações o mesmo sentimento fálico reprimido aflora sobre seus partícipes. Os agentes se provam interiormente no início de um envolvimento sistêmico para depois cada qual deslocar-se para sua zona de conforto, onde os limites tolerados dão-se pela união de fatores das práticas de convivência.

  A repressão – existem duas formas distintas de repressão, aquela que o indivíduo exerce sobre si mesmo e a outra que o grupo exerce sobre um ou mais indivíduos. Nos dois casos este agente cognitivo visa moldar o comportamento para um padrão de normalidade admitido. Nas organizações este sentimento aflora sobre tudo que for contrário aos interesses que vão contra sua continuidade. Está presente no poder disciplinar, na prática da autoridade sobre os subordinados e nas comparações entre empregados entre si quando estão em jogo funções, promoções, capital, bem-estar e reconhecimento.

Negação – quando um indivíduo ou grupo possuem um atributo mental e busca em seu oposto uma identidade que permita uma relação de causa e efeito. Pode estar ligado à valores, sentimentos, pensamentos e memórias. É muito comum no caso de crianças de pele negra em países periféricos sentir um certo desprezo na comparação da própria cor com crianças de pele branca. Nas organizações este elemento cognitivo ocorre para criar uma estrutura neural da organização que transpareça as suas qualidades e pontos fortes, para encobrir os aspectos negativos que são muito mais relevantes que os primeiros.

Transferência – é a capacidade do indivíduo ou grupo de atribuir a outrem a culpa ou crédito pelas ações desempenhadas por ele (s). Geralmente utilizado em seu sentido pejorativo, colocar a responsabilidade das próprias ações em outros indivíduos faz com que a consciência de quem atribuir fique livre de possíveis culpas caso algo errado vinha a ocorrer. As organizações também utilizam deste método quando incapazes de dar uma explicação razoável para externalidades danosas na fabricação de seus produtos, transferindo a culpa na má gestão de seus colaboradores ou parceiros que fornecem peças ou serviços essenciais aos produtos.

Fixação – é a propriedade de um indivíduo ou grupo manter o mesmo foco de visão sobre um tema específico. Quando extremada, a fixação ativa a cegueira grupal e o continuísmo impedindo que o indivíduo ou grupo veja novas oportunidades. No caso das organizações a fixação constitui a crescente especialização em torno de um nicho de mercado. A dificuldade deste modelo de ação é quando um produto é ultrapassado tecnologicamente retirando todas as organizações que não ampliaram seu leque de negócios da continuidade de sua existência.

Projeção – elemento cognitivo em que o indivíduo ou grupo idealiza um evento ou estado futuro. Por um lado é algo positivo quando associado à planejamento, e aspecto negativo quando as racionalizações ultrapassam a lógica da realidade. Para organizações projetar está relacionado sua missão do futuro para cumprir seu papel em sociedade.

Introspeção – quando um indivíduo ou grupo deixa de colaborar por temor à vida, à realização de seus projetos e à represarias. O sentimento de isolamento aflora e embora o indivíduo esteja inserido em sociedade é um elemento obscuro, pois seus reais desejos e sentimentos somente a ele o pertencem. Para as organizações as introspeções acontecem quando conflito de forças internas ou externas a elas que gerem desequilíbrios de mandos acarretar em prejuízos para o lado mais fraco, ocasionando na maioria das vezes um recuo deste último par temer sua continuidade ou relacionamento na organização.

 Racionalização – é levar para mente na forma descritiva e lógica tudo que é assimilado. Geralmente os indivíduos que são muito racionalistas têm dificuldades de mostrar afetividade. As organizações racionais são aquelas que os custos justificam os meios e os fins para obter o lucro planejado.

Formação de reação – outro aspecto cognitivo é a acumulação de percepções que culminam numa força contrária ao somatório das ações despendidas. Assim, um indivíduo que sobre bulling, por exemplo, acumula sentimentos e pensamentos que fazem parte de seu núcleo reativo quando explode uma ação mais enérgica de sua parte. As organizações são reativas quando veem principalmente ameaçadas de perderem mercado, elaborando promoções, campanhas de marketing, ataques diretos à concorrência e entre outras reações,...

Regressão – é a capacidade cognitiva do indivíduo o grupo deles retomar fatos passados para basear sua tomada de decisão em históricos de vida. As organizações utilizam-se deste processo através de estudos de caso, histórico do setor, uso de estatísticas,...

Sublimação – é quando um indivíduo ou grupo é capaz de passar por cima de fatos geralmente negativos sem deixar traços de mágoa ou rancor que impeçam o relacionamento mútuo. Nas organizações este processo cognitivo é observado em situações em que os credores perdoam as dívidas dos devedores, na recontratação de empresas que antes causaram prejuízos para a organização,...

Idealização – é a capacidade de um ou grupo de indivíduos de criar metas para um futuro que agrada a cada um em particular. Para organizações uma idealização constitui uma meta estratégica, ou seja, um ponto futuro que deve ser alcançado por toda a organização.

Desintegração – é quando um ou mais indivíduos tem a capacidade de retirar aspectos cognitivos que não satisfazem mais suas expectativas e apreensões. As organizações utilizam deste método para criar uma nova cultura organizacional, pois é necessário mapear os valores antigos, substituir os novos valores e por fim apagar da mente a cultura antiga para a incorporação na vida dos participantes da organização a nova visão que a estrutura.

Elementos e valores sociais – são os traços que unem os indivíduos em sociedade ou união de propósito. Sua coesão torna possível uma unicidade e equilíbrio social. Para organizações os elementos e valores sociais estão embutidos em sua visão e valores que os indivíduos-integrantes dela participam.

Significação da morte, da vida e da imortalidade – seu entendimento geram princípios gerais de convivência entre os indivíduos. Daqui se abstrai uma ilusão para dar sentido e significado a própria existência humana. As organizações planejam seu futuro segundo tais princípios também, desejam ser imortais e fazem de tudo para que a vida seja longa e a todo instante tentam impedir sua morte.

Ilusão do controle – existem duas formas de ilusão neste nível: a primeira que o indivíduo é seu próprio guia; e a segunda; que outro é o responsável por guiar os atos e feitos teste. Esta noção de controle gera uma estabilização psíquica uma vez que a fonte que controla é facilmente monitorada gerando uma previsibilidade dos acontecimentos que se seguem. No primeiro caso fazer a própria vontade, no segundo, fazer a vontade de alguém que julga conhecer e confiar. As organizações esperam sempre determinar as flutuações de seu mercado alvo. Então se cercam cada vez mais de informações para garantir esta ilusão de que podem definir sua continuidade e existência futura.

Ansiedade - a geração de expectativas faz do indivíduo um ser que joga seu estado de atenção para o não realizado, isto induz um estado de tensão que pode resultar em problemas de ordem orgânica. As organizações passam por processos semelhantes quando ações geram expectativas futuras de ganho ou lucro num mercado, afinal são anos de estudo, pesquisa e desenvolvimento de produtos.

Mecanismos de defesa individual e grupal – os indivíduos criam elos cognitivos que lhes permitam segurança e em caso de eminente perigo estão prontos a se tornarem sujeitos reativos diante de uma situação. As organizações procuram os mesmos mecanismos criando conselhos de classe, sindicatos, associações, poder de polícia, entre outros.

Links transacionais – as pessoas não se encontram isoladas e sentem necessidade de interagir com outras, criar vínculos, trocar ideias para continuarem a se sentirem uteis para si e para o grupo. Da mesma forma as organizações estabelecem parcerias, formam contato com fornecedores, criam vínculo com os clientes para se fortalecerem como pessoas jurídicas da sociedade.

Sombra humana – está relacionado a tudo aquilo que os indivíduos querem esconder de si mesmos. Para as organizações podem-se relacionar a etapas e procedimentos nas fabricações de produtos que deseja-se o acobertamento para não causar espanto ou rejeição à marca.

Arquétipos humanos - é a projeção que os indivíduos tem de si no seu aspecto mais brilhante e preciso. O do ser ideal. É uma ilusão que se fabrica para a manutenção da autoestima. Para uma organização está associado a práticas de valorização à vida, à natureza e à manutenção da vida.

A prisão psíquica é todo este conjunto de termos que os indivíduos estão ligados e correlacionados. Que prendem a atenção cotidiana das pessoas, que não as deixam refletirem, ou seja, pelo continuísmo, a racionalização, a introspeção, e todas as outras mencionadas acima, cuja união de todos estes fatores prende os indivíduos à vida em sociedade. “A caverna é o mundo de aparências em que vivemos...”



17/10/2013 - Max Diniz Cruzeiro
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