ministério da cultura

:: Podridão Infecta


Podridão Infecta

 

Este estudo de auto-caso da vida pregressa do personagem Lender, antes de ter suas primeiras alucinações, é restrito para leitura de maiores de 40 anos de idade ou APENAS profissionais da área de saúde. O intuito deste material é servir de base acadêmica para a elaboração de técnicas de ressocialização de pessoas que adquiriram alguma patologia mental em sua vida.

Evite fazer julgamentos, apenas atenha-se aos fatos para que suas conclusões não sejam carregadas de crenças e verdades universais.

Para reflexão:

O social

 

Nudez estampada na face daquele que a detém,

pedaço de gente que descarna da alma toda embriaguez.

O homem terno gravata sapato

se faz molambo, mulato, galego, amarelado

toda vez que na face se vê a nudez estampada.

O brilho da mesmice em podridão infecta,

em aéreas sensações de sentidos entorpecidos.

Lascívia, promiscuidade, degeneração, ...

não se enquadram para o arquétipo sapiens social,

mas para o nu estampado que abunda a sociedade.

Nojo, desprezo, miséria de carnificina pura...

Ser que crê imortal, teu corpo te condena,...

a terra fria, as lacraias, os vermes o esperam.

Luxo de torrentes correntes de insanos pensamentos,

lixo de inconscientes cadáveres, zumbis que vagueiam luciferantes.

Etiquetas, modismos impudicos de analfabetos letrados,

canibalismo capitalista do consumismo exacerbado.

Vida mórbida a espera da ilusória saída do labirinto céptico,

da busca demente da percepção decadente.

Primata que julga ser o rei do universo,

mente bestial que condena a si e a natureza.

Amaldiçoado impuro varão,

tuas maldades não atravessarão os tempos,

sua sina será o desprezo daquele que lhe concebeu,

e seu carrasco, o íntimo que lhe condena.

Criatura repugnante quando revelada sua nudez das vestes que te escondem.

 

Autor: Max Diniz Cruzeiro

 

Fatos da vida pregressa às disfunções cerebrais:

 

Em 30/08/1972 nasce Lender, de uma família humilde, que saiu do interior de Minas Gerais para Brasília e de lá seguiram para Carolina-MA, cidade natal de Lender. Ainda no útero materno o feto autoestimula-se e consome praticamente todo o líquido amniótico produzido pelo organismo de sua mãe biológica (parto seco).

 

 Uma vez depois de nascido tem uma fase de desenvolvimento no primeiro ano saudável. O evento durante este período que registrou a memória de sua mãe foi o fato dele um dia ser encontrado no berço comendo os próprios excrementos que acabara de produzir.

 

Após um ano de vida, retorna à Brasília. O desenvolvimento psíquico é normal segundo os padrões da época. A recordação mais antiga que conseguiu registrar em sua mente foi uma imagem de um jardim de margaridas num quintal de uma casa de aluguel em que morava.

 

Seus pais mudam-se para uma casa própria, fruto do trabalho de muitos anos e escassez de alimentos e lazer. Aos 6 anos de idade, a rua repleta de crianças, o que é comum em bairros pobres abrigava um campo fértil para a imaginação das crianças.

 

Um dia um grupo de meninos brincando no quintal da casa foi brincar de carneirinho. Os mais velhos eram os guias, os menores os filhotes. Então os que comandavam a manada de bezerros convenciam os menores que era necessário extrair leite para matar a fome. Assim, Lender foi introduzido na curiosidade de mamar um pênis pela primeira vez.

 

Uma outra criança que estava observado e reprimida pela mãe que o deixava preso em casa, viu a cena e para se vingar da sua frustação em não poder brincar para os outros disse que iria contar tudo para sua mãe. O fofoca então chegou aos ouvidos da mãe de Lender.

 

Lender pressionado pela conversa que sua mãe teve com ele negava insistentemente o fato com medo de vir a apanhar do pai. O pai na época era militar do estilo linha dura dentro do lar onde necessitava impor disciplina aos filhos para que eles crescessem bons cidadãos. Na certa se soubesse da história poderia converter em uma tragédia doméstica, dado o drama do contexto social da época.

 

O menino prometeu a sua mãe que não iria mais fazer isto. Não compreendia o porquê era errada tal atitude. O que só fez despertar na mente da criança o desejo fálico.

 

Então passou a fazer associações penianas com todos os objetos que encontrava. Quando chupava um pirulito a mente fazia associação com a cabeça do pênis do carneiro que lhe dera leite. Ao tomar um sorvete lembrava-se do choque térmico e amargo do pênis em sua boca.

 

Procurava sempre encontrar um jeito para banhar-se com pessoas do mesmo sexo para ver em essência como era o formato do pênis dos adultos. Sentia vontade de pegar, passar a mão e acariciar. Usava como desculpa pegar uma bucha para passar no corpo do pai quando os dois tomavam banho juntos. Ele sempre reprimia e não deixava ser tocado. Nada sabia sobre o que estava processando na cabeça da criança.

 

Com o passar do tempo, a percepção do corpo foi ampliando as possibilidades de movimento. Os adultos reprimiam qualquer indicação que tendesse para o lado feminino de Lender. O que deixava a criança cada vez mais curiosa e a querer manifestar o lado reprimido.

 

Quando Lender tinha de 7 para 8 anos, primos vieram morar em sua casa para continuarem os estudos. Um dia WWW – primo de Lender -  encontrava-se na sala sozinho com o garoto que muito curioso começou a fazer um monte de perguntas sobre assuntos diversos. A criança aproximou. Encostou-se à perna do adolescente. Viu o volume que o short do rapaz fazia e propositadamente a criança encaixou seu corpo franzino no meio da perna do adolescente para poder sentir seu pênis.

 

Não satisfeito, Lender, começou a fazer perguntas, sentiu uma leve excitação do adolescente, a criança sentiu coragem e começou a apartar com as mãos o pênis e a fazer um monte de perguntas para que servisse o objeto, de que era feito,... Então começou a insistir enfaticamente que queria que o adolescente tirasse o pênis para fora para ver com seus próprios olhos.

 

O adolescente a esta altura estava bastante excitado. Lender, movido pela curiosidade movimentava o pênis ora para um lado, ora para o outro. Então colocou sua boca e lambeu o pênis contando para o adolescente que os meninos da rua brincaram com ele desta forma de carneirinho.

 

O adolescente, não queria continuar deu conselhos para o menino. Mas Lender continuava curioso e não dava mostras de querer parar de observar e tirar suas dúvidas. Então o adolescente fez o menino prometer que ele não ia contar nada para ninguém. A criança concordou. Foi aí que algo mágico aconteceu a televisão começou a interagir com a cena, era um episódio de um filme dos TRAPALHÕES, quando Lender começava a chupar o membro do adolescente a fala do personagem coincidia com uma estrutura de alerta do tipo: “NÃO FAÇA ISTO GAROTO”, ou quando o adolescente parecia estar excitado o mesmo programa aparecia uma fala do tipo: “VÊ O SEU TAMANHO RAPAZ, CRIA VERGONHA, NÃO FAÇA ISTO COM UM INOCENTE”.

 

O adolescente parecia arrependido, mas o impulso o fazia desligar a televisão, pedia para a criança continuar a mamar seu pênis até que ele chegasse ao êxtase. Lender então passou a nutrir um sentimento especial pelo adolescente e buscava diversas situações para ficar próximo a ele. Dormir junto na mesma cama, para poder repetir a agradável sensação de pegar num tecido esponjoso de aparência agradável e de cheiro exótico.

 

Assim, os encontros começaram. Lender se retraiu de ter outras experiências sexuais com os meninos do bairro. Nenhuma criança comentava o que acontecia para os adultos. Os mais velhos de vez em quando praticavam atos de homossexualismo com os mais novos de forma velada, como uma dedada no anu, forçar crianças mais fracas a sentir um pênis excitado esfregando-se na bunda dos menores o membro ereto por dentro da calça. Mas o líder das crianças, ou seja, o mais forte e viril, sempre protegeu Lender da curiosidade fálica dos meninos de idade intermediária, não permitindo que a experiência sexual se concretizasse na rua.

 

A criança se mostrava muito curiosa. E um dia foi à casa de sua prima que havia acabado de tomar banho. Ela começou a lhe fazer perguntas sobre sexo. Ela também era adolescente. Então o garoto sentiu nela a confiança que devia para relatar o relacionamento oculto que tinha com o primo. Ela ficou escandalizada. O garoto teve medo que ela contasse tudo aos seus pais com medo de levar uma surra – lembrava-se da advertência de sua mãe. Mas isto não a impediu de fazer a mesma coisa. Ao sair do banho ela ficou nua em sua frente, fez o garoto de 8 anos cheirar sua vagina e depois passar a mão sobre seus pelos para em seguida colocar a língua. Também aqui gerou-se um pacto de silêncio sobre o assunto para não gerar briga. Lender demorou um pouco a processar a informação e revelou o que acontecera para o líder do grupo dos garotos que utilizou a informação como chantagem para fazer sexo com a moça. Contou também ao seu primo adolescente que havia revelado o segredo para ela. Este ficou apavorado de ser descoberto. E começou um ciclo de auto-destruição ligado ao álcool de forma sorrateira e lenta.

 

O adolescente se formou e logo saiu de casa para sua própria residência. Já era adulto, mas os encontros casuais ainda continuaram. Agora era uma relação entre um adulto e um adolescente. Todas as vezes que o adulto ia dormir em sua casa, no quarto do adolescente, criou-se um vínculo de comportamento, onde o adulto nunca procurava o adolescente. Que por sua vez, Lender criou uma estrutura de dependência química que o fazia associar o cheiro do álcool quando o adulto entrava no quarto sem fazer barulho para acordar o adolescente, que entrava numa espécie de transe em que seu corpo necessitava sentar-se sobre a cama e deslocar para a cama de seu companheiro oculto.

 

O processo era automático, mesmo em sono profundo, Lender acordava e passava para a outra cama para fazer sexo. Então, de família cristã Lender passou a integrar-se na Igreja Católica onde aprendeu os valores superiores do ser humano. E à medida que sua curiosidade deslocava-se para a religiosidade foi perdendo interesse pela sexualidade precoce.

 

O adolescente Lender pediu que seu primo se afastasse um pouco, que foi atendido imediatamente. Porém a crise de abstinência sexual gerou o processo inverso, onde Lender passou a ser foco de atração da libido. Ao entrar na igreja fitava seus olhos na imagem de Cristo sobre seu peito e manto na região pélvica. Ao chegar em casa recordava-se dos ensinamentos da igreja e sentia um enorme arrependimento.

 

Então Lender começou a se interessar pelo contato físico com garotos com um diferença de idade de até uns 6 anos a menos. Lender tinha a faixa etária uns 15 anos. Então tentava através de diálogo convencer aos menores a praticar sexo com ele. Foram mais ou menos umas 4 crianças maiores de 8 anos. Quando elas chegavam a conclusão que não queriam ter a experiência, o inconsciente de Lender lembrava que seu primo também nunca forçava sua decisão e as liberavam de ter a experiência sexual. Internamente era uma falta de controle perceptível de Lender QUE ficava com uma sensação aérea de êxtase (possessão) que ao receber o NÃO de um garoto e concordar, logo era liberado da sensação e voltava a seu estado normal. De todas as tentativas nenhuma chegou às vias reais sexuais até o final da excitação.

 

Lender passou a desejar todos os primos. Queria sempre uma oportunidade para ter contato físico. Desejava possuir todos eles, ou aqueles que se mostravam mais receptivos. O processo de escolha das vítimas era pela cor clara da pele e também os olhos claros que identificava as semelhanças que tinha com seu primo.


Não satisfeito começou a sentir interesse por um de seus tios que tinha uma sequela mental em virtude de acidente. O jovem fazia de tudo para aproximar dele, e quando ninguém estava por perto, tentava por baixo de o cobertor acariciar seu membro, porém todas as tentativas foram infrutíferas, pois apesar da insistência incômoda o tio se mostrava lúcido dizendo que aquilo não podia acontecer. Quando a família estava reunida o tio ficava a balbuciar palavras a esmo que davam a entender que alguém estava flertando com ele. Lender com medo de ser descoberto abortou novas tentativas.


O desinteresse de Lender pelas meninas despertava também a curiosidade feminina. Uma vez uma de suas tias tentou seduzi-lo esfregando a mão do adolescente em sua vagina ao dormirem juntos. Não disposto a dar continuidade ao ato o garoto fingiu estar dormindo e nunca havia mais tocado no assunto.

 

Dos 7 aos 15 anos começou um ciclo de doçura no trato com as pessoas e infernal no trato com os animais inferiores. Corria atrás das galinhas, matava formiga pelo simples prazer de vê-las estorricar no fogo e apavoradas por ter seu rastro químico desfeito, aprisionava insetos para fazer coleções, atirava em aves para que depois de feridas tivesse o prazer de levá-las para a gaiola e assim curá-las com a intenção de mantê-las presas e admirar sua beleza.

 

O desejo por homens só aumentava, e a necessidade de punição na mesma medida. Quando seu irmão nasceu, Lender e sua irmã ficaram muito felizes com sua presença. O que não impediu que Lender um dia, aos 15 anos de idade fosse com o irmão para uma rede de balanço e estando excitado mostrasse ao bebê de uns 9 meses seu pênis. Com uma mão segurava o bebê, com a outra um palhacinho de pano de brinquedo. Então Lender fez uma brincadeira com o palhaço para que seu irmão ficasse entretido. Com a outra mão Lender estava a excitar seu pênis.

 

Novamente uma sensação de anestesia tomou conta do corpo de Lender. O bebê escorregou até a altura do pênis de Lender que continuou a exercitar o membro. Então Lender começou a recobrar a consciência e viu seu irmão movimentar o pescoço na direção do seu pênis na tentativa de encostar a boca sobre o falo de Lender. Um apavoramento tomou conta de Lender, que jogou o palhaço para o lado. Seu irmão havia encostado a boca por um segundo sobre a cabeça do pênis. Sentiu como se uma fotografia tivesse sito tirada naquele momento. Então Lender começou a falar alto com o bebê para que ele nunca fizesse isto que era errado. O bebe levou um susto e começou a chorar... Lender pegou o palhaço de pano acalmou a criança e foi para o cômodo onde estava sua mãe.

 

A sensação de quase estrupo de um bebê mexeu tanto com o cérebro de Lender que ele passou a observar nas falas das pessoas partes da cena que havia acontecido. Quando menos ele percebia já estava a se justificar como se as pessoas tivessem tomado conhecimento do fato. Estava profundamente chocado consigo mesmo. Foi o suficiente para adentrar em seu cérebro mais ainda o pensamento religioso. Era o final da ditadura militar no Brasil.

 

Lender teve contato com os pensamentos de Nostradamus por volta de 1988 e começou a se interessar com a possibilidade de vida fora da terra. Temia pelo fim do mundo e também por seus pecados ou crimes o levarem para o inferno.

 

Em menos de 1 mês Lender passou por um processo de auto-lavagem cerebral e esqueceu profundamente do fato do bebê. Passou a se dedicar aos estudos do segundo-grau. Na mesma época teve um convite para ir representar o Brasil em um evento internacional da descoberta da América. Quando estava fazendo as malas Deputados Federais e Senadores ficaram sabendo do programa e substituíram os escolhidos pelo nome de seus filhos. No mesmo período o organismo de Lender iniciou um processo disfuncional de produção de gases por mais de 11 anos.

 

[...] vide livro LENDER que se encontra gratuito no site www.lenderbook.com que aborda as somatizações geradas pelos acontecimentos.

 

[...] vide livro O VERME que se encontra gratuito no site www.lenderbook.com que aborda as os acontecimentos relevantes de menos impacto da vida de Lender.

 

 

Lender teve contato com o Movimento Gnóstico Cristão Universal da Nova ordem, onde pregava o contato com seres extraterrestres mais evoluídos que estavam a colaborar para resgatar pessoas da destruição do planeta pelo processo de elevação da consciência. Os pressupostos eram: castidade absoluta – homens e mulheres não poderiam fornicar com múltiplos parceiros e também não podiam chegar até o orgasmo –; a modificação da consciência pela eliminação do ego; culto aos valores da simplicidade e da elevação energética da alma; e, filosofia.

 

A maioridade é atingida. Uns meses antes os professores tomam a iniciativa para alertar aos alunos sobre as necessidades de serem retos em seus atos e ações para viverem em dignidade. Lender é sugestionado por pensamentos a olhar seu passado e a fazer um compromisso consigo mesmo que não repetiria seus erros novamente. Lender toma desgosto por dirigir devido o acondicionamento militar do seu pai que lhe obrigava a lavar o carro todos os finais de semana. Na etapa de autoafirmação emocional do término da adolescência para fase adulta, Lender tentava bater de frente com seu pai para demonstrar força e ferir-lhe por suas convicções e ideias que Lender julgava ultrapassados.

 

O rapaz embarcou rumo à espiritualidade e afastou de vez do seu primo após uma conversa franca em que não desejava mais que os encontros ocorressem. Lender Passou 3 anos no movimento gnóstico, aprendeu a resgatar a essência dos valores da alma e viveu um tempo em sintonia com o Cosmos. As brigas com seu pai passaram devido a influência gnóstica da prática de auto-observação. Após este tempo saiu para fazer faculdade e saiu do gnosticismo.

 

Neste período de abstinência sexual de uns 5 anos, só com dedicação aos estudos se apaixonou por algumas mulheres e depois se fixou em um amigo da faculdade. O rapaz mesmo noivo, não era argumento necessário para que Lender perdesse o interesse. Colocava como meta substituir o desejo carnal por algo mais sutil como o amor fraterno. Veja livro O VERME.

 

Foi aí que sua vida se transformou em um pesadelo chegando a ser internado em um hospital psiquiátrico.  Veja o livro Lender.

 

Fixou seu desejo de estudar na Alemanha, não pelo aspecto visual de seu primo parecido com os arianos, mas por ter no período de infância sonhos enigmáticos em que arianos vestidos de fadas madrinhas e príncipes apareciam e o acordavam no meio da noite para lhe desejarem sorte em sua jornada. Estes acontecimentos eram mágicos e sinalizavam sempre a necessidade do deslocamento para aquele país.

 

Ao sair da faculdade retorna aos estudos gnósticos. Profundamente magoado por ter assimilado uma falsa percepção perseguidora do mundo tenta agredir as pessoas com palavras em suas apresentações para o grupo. Logo a percepção toma vulto e começa apoderar-se dele em hora noturna uma força que começa a acordá-lo todas as madrugadas interrompendo seu sono. Então Lender procura ajuda no grupo gnóstico que se recusam a auxiliá-lo. Ele magoado sai do grupo e no mesmo dia as aparições em seu quarto desaparecem.

 

Uma vez estando na Alemanha, concentrou seus estudos até chegar a um estado de cansaço tão grande que seu cérebro parecia oco. Ao regressar para o Brasil após 2 meses ficou alucinado.

 

 

Quando a demência afetou Lender em um episódio psicótico breve em 1999, o homem, com seus 27 anos tem um surto de pânico com a possibilidade de alguém ou alguma força ter acesso aos seus pensamentos. Foram 3 meses de pânico. E sempre vinha um questionamento em sua mente: “LEMBRE-SE DO QUE VOCÊ FEZ DE MAL!”. E quando Lender se lembrava de algumas das falhas de caráter descritas neste paper ficava monossilábico ou tentando se justiçar perante as outras pessoas que compartilhavam o mesmo ambiente que ele.

 

Ora o fluxo de pensamentos era tão grande que forçava Lender a falar da lembrança que ele não queria que fosse divulgada para alguém porque era um desejo interno seu. Os pensamentos o convenceram a escrever o primeiro livro: Lender, depois uma série em vídeos que relata as percepções dos sintomas; daí Lender não parou mais de escrever.

 

O pior dos pensamentos que Lender não conseguia lembrar era a cena do bebê. Então, em plena crise, em 1999, estava passando uma novela na REDE GLOBO de televisão em que o ator Edson Celulari contracenou uma cena em que a fala exata do personagem coincidia com o fato que havia ocorrido na residência de Lender. A cena foi suficiente para que a lembrança viesse à tona e um estado de medo, arrependimento e frustação foram gerados.

 

Outro absurdo foi ficar refém do silêncio por ter utilizado softwares piratas por um longo período quando estudante e não podia adquiri-los. Mesmo tendo comprado após começar sua vida laboral após a conclusão da faculdade, os pensamentos perseguitivos insistiam a natureza de crime da situação.

 

Então ocorreu um absurdo, os pensamentos começaram a exigir comportamento condicionado caso contrário iriam revelar ao mundo tudo de ruim que Lender havia feito no seu passado ao mundo inclusive esta cena chocante. A sensação de Lender era que dia após dia todas as imagens negativas da sua vida eram capturadas e reenviadas novamente ao cérebro como se algo fizesse uma varredura pedindo explicações para cada ato moralmente falho.

 

Quando tudo foi supostamente avaliado as frases-pensamentos e imagens foram silenciadas e tudo sendo revelado a contento. Esses são os crimes relacionados no livro Lender COMO CONTRA A HUMANIDADE que Lender ficou condicionado.

 

Quanto a sua sexualidade, após decidir-se o que queria para sua vida passou a se relacionar com pessoas do mesmo sexo, de faixa etária acima do limite mínimo permitido por lei independente de sua condição social, bastando para que o relacionamento ocorresse apenas a coerência de propósito por parte da outra pessoas disposta a se relacionar.

 

Então Lender passou a exigir-se de si mesmo probidade, coerência interna e externa e mesmo continuando a praticar atos falhos se conscientizou da necessidade de reparação de cada um deles. Como por exemplo, um sistema de marketing em que Lender implantou em seu site e não premiou todos os participantes deixando 2 pessoas de lado por falta de recursos, não comunicando-lhes sobre o fato (DÍVIDA QUITADA EM 27/02/2014 COM AS DEVIDAS CORREÇÕES MONETÁRIAS). Este pequeno ano na vida de Lender gerou uma cobrança que de tempos em tempos retorna como um aviso a ser cumprido quando as condições forem favoráveis.

 

Outro caso foi o fato de retardar a assinatura da mensalidade do conselho de classe, registro de sua profissão, que condicionado a reparar o erro, Lender ligou para o órgão que o dispensou da multa por não ter praticado a profissão no período em que ele não efetuou o pagamento das despesas.

 

Agora Lender é um homem liberto,...

 

Fica registrada aqui a podridão infecta. Esperamos que este relato verdadeiro seja útil principalmente para psicologia e psiquiatria, uma vez que procedimentos similares indicam processos cognitivos em psicopatias graves quando reveladas a crueldade e frieza de algumas pessoas ao praticarem atos de grave comprometimento contra a vida da pessoa humana.

 

Nada mais a declarar ou a esconder,

 

Brasília – 01/11/2013

 



01/11/2013 - Max Diniz Cruzeiro
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Max Diniz Cruzeiro

Electronics Technician

Bachelor of Statistics

Post graduate in Clinical and Business Psychopedagogy

MBA in Marketing and Social Networks

Postgraduate in Clinical Neuroscience

Postgraduate in Psychoanalytic Theory

Doctor PhD Student in Philosophy - Psychology: Cognitive

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