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:: Laisse: Me Ensina a Te Amar [Romance XVI]


Laisse: Me Ensina a Te Amar [Romance XVI]

Considero-me uma Amazonas, um tipo de guerreira tem que conquistar seu império nesta selva cheia de homens que copulam com seus interesses que giram em torno de futebol, sexo, política, religião e conflito.

Tão cedo percebi no poder de cristalização da palavra. E passei a observar outros estilos de vida para moldá-los ao meu naquilo que considerava ser uma lição importante a ser transcrita em minha vida.

Passei a enxergar em outras mulheres não essências rivais que contrastassem com meu modo de caminhar, de me apresentar para o mundo, mas como uma forma de me reencontrar com um mundo.

Nós mulheres não sabemos a força que temos quando unimos o nosso pensamento criador em prol de um objetivo comum. O homem pode ter a fortaleça esculpida em seus braços e pernas, mas nosso fator de agregação é capaz de construir os impérios por todo o planeta.

Então em vez de perdermos nosso precioso tempo em divagações que as frustrações masculinas contaminam nosso cérebro e nos fazem reféns de um silêncio ou uma confabulação sem fim, preferimos nos ater em nos tornarmos sedutoras, num sentido amplo, em que possa até parecer que nos moldamos de forma superficial, mas a integridade de nosso espírito quando estamos unidas somos capazes de deixar Shakespeare profundamente abalado por nosso aprofundamento humanístico que conseguimos abstrair de nossas relações.

Então passei a enxergar em outras mulheres pedaços esquecidos de meus dramas. Bloqueei-me para aquilo que não me pertencia, para demonstrar solidariedade e trocar informações preciosas que nos faziam progredir como seres humanos.

 Então tudo que acha válido para este reencontrar-se comigo mesma passei a compartilhar com minhas amigas, e elas por uma questão de sincronicidade também passaram a desempenhar papéis semelhantes.

Foi como se o eu filosófico passasse a me incentivar a discorrer sobre os problemas que nos cercavam. E quando nos sabatinamos descobrimos que a natureza de nossos problemas caminhava lado a lado em situações assemelhantadas que distinguiam a visão uma da outra apenas por uma questão de etiquetagem em que o nome de nossos fregueses que por vezes nos faziam amá-los ou odiavam só trocavam de identidade.

A grande questão de nossa confraria que nos atormentavam era entender que o processo lógico de nossa demência coletiva social era ocasionado por nosso posicionamento pessoal diante das situações ou era um condicionamento social que a todas estavam afetas?

Foi aí que percebemos o quanto de tempo perdemos ao nos isolarmos como apenas elementos de prazer e organização de seios familiares isolados de uma vida em sociedade.

Nada estava expresso que havíamos de abandonar nossa individualidade para uma dedicação focada no relacionamento de forma desprovida de uma personalidade social além das funções administrativas do casamento.

Assim como os homens sentiam necessidade de ir para os bares com os amigos, de jogar a bola nos finais de semana, de ir para a balada sem que a nossa presença fosse sequer mencionada para fazer parte desta história, por que então nós mulheres teríamos que viver uma vida enclausurada em torno do alicerce familiar enquanto existia uma vida abundante lá fora?

No início de nossa jornada de independência consentida sofríamos em largar nossos esposos tomando conta dos filhos. Muitas de nós ligávamos para saber como estava o desenrolar da carruagem em nossos lares.

Então quando o absurdo tomou conta de nós, notamos que nossas conversas estavam viciadas pelo ópio do relacionamento. Enquanto nossos corpos se confraternizavam nos encontros entre amigas, nossas mentes e coração estavam cada vez mais aprofundadas num vazio da distância de nossos corpos em relação a unidade familiar.

Então um de nós, em um momento que se deleitava com o vinho, acordou todo o grupo. E nos ressentimos por não nos desprendermos de nossas afetações. Foi aí que começamos a vivenciar verdadeiramente o vinho. Foi aí que o gosto do queijo parecia mais agradável. Que a velha história de antigamente passou a ter outra conotação em nossas vidas.

A Laisse doméstica, mãe de família e esposa de um lar já não estava mais presente naquele momento. Era liberta. E sua primeira lição de liberdade era saber agir dentro deste despertar conforme o ambiente que estava inserida. Isto para que um não fosse o gerador de conflito do outro. Para que a vida fosse maximizada e fossem adicionadas mais razões para se viver.

Por muitos caminhos passamos neste novo senso de liberdade. Não que quiséssemos estar longe de quem amávamos, mas que havíamos de produzir a sensatez de uma vida efêmera para percebermos que existe um mundo a ser vivido e uma eternidade a ser trilhada.

Eu Laisse consegui recompor minha individualidade quando me reconheci!

 



14/09/2014 - Max Diniz Cruzeiro
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