:: Redação sem utilização de corretor ortográfico com Erros![]() Bem-vindo! Disse a professora em festa. Era o primeiro dia de aula. Todos os alunos eram provenientes da área rural. Tinha uma lagartixa na parede. Aninha gritou desesperada. Alguns meninos são prolixos em inglês, outros são expertes em francês. Dona Josefa era vizinha da escola e sempre recebia visita de alunos em sua casa. Anos atrás tudo era diferente: o livro era moldado com caracteres datilografados. Traz o livro aqui para eu ver: disse uma vez um literato da cidade vizinha. Convém estudar bastante para ter uma vida digna quando chegar a maioridade. A atmosfera da cidade é aconchegante. Quase não tem enchente. Muitos têm o que se alegrar quando se fala em vida mansa. Em tempos atrás não havia muito medicamento na cidade. Há que recordar o progresso realizado e o mundo melhor que fora conquistado com bastante esforço. Mesmo com pouco dineiro em caixa, o repasse da verba municipal fez com que muitas crianças tivessem oportunidade de estudar e conseguirem o seu espaço em sociedade. Outro dia estava conversando com Antônio que me disse que era um futurólogo (Pessoas que usam técnicas para prever o futuro). Ele disse que que antigamente só existiam xerocadoras de impressão à preto. Hoje é comum a impressão colorida, mas segundo Antônio em breve teremos impressão incolor. Mas como? imprimir algo que não vemos? Para que serve? Deve ser coisa de maluco - Logo falei a António. Prontamente ele justificou dizendo que nem toda a obra deve ser de conhecimento público por ser um documento sigiloso. Então alguns elementos químicos irão ser colocados no papel e somente o usuário final da informação ao borrifar o papel com solução química que resulta na visualização dos caracteres é que será capaz de acessar os documentos. Eu sou simples. Quase não estudo livros de literatura. Eu aprendo mais com os corretores ortográficos de softwares para texto. Escrevo rápido sem me preocupar com a grafia. Quando uma palavra é tracejada de vermelho já sei que está errada e parto para luta: tentar entender a regra da palavra para não errar novamente. É uma luta fixar tantas palavras, mas as vezes ainda erro. Pois não tenho um vocabulário fixo, definido, pronto ou célere. Todavia comunicar é uma arte. Escrever bem não é escrever sozinho sem a ajuda de um computador. Escrever bem é algo muito mais complexo. É comunicar-se com seu público alvo. É transmitir na linguagem que ele entende a mensagem que você pretente transmitir sem desvios de interpretação. Use e abuse do corretor e aprenda com ele para diminuir a dependência de sempre ter que recorrer a este artifício. Aprendi a escrever na escola, mas o que gosto mesmo é cantarolar e me divertir com os amigos. Antes me preocupava muito com o fim do mundo era por volta da virada do milênio. Depois descobri que muitas profecias sobre o fim do mundo convergiam para datas próximas de finais zero-zero. Fiquei aliviado por estar vivo. Foi o reveillon mais importante da minha vida. Todos celebraram no mundo inteiro as farsas das previsões. Então resolvi fazer minha própria previsão: que o homem em 2015 reconstrua a camada de ozônio liberando bombas nucleares de pequeno porte sobre a estratosfera para recuperar a malha ozônio em sua plenitude sobre a Antártida. Não queria ser ridículo, por isto não divulguei a ninguém o que faria se tivesse conhecimento científico. Se é para explodir então que exploda. Afinal de contas pelo menos 5 bombas nucleares têm que ser verdadeiramente úteis para a humanidade. Existe uma teoria que não é divulgada que quando um leitor ou escritor está escrevendo ou lendo um texto ele é diretamente influenciado por sua carga psicossomática que o faz delirar em menor grau. Assim o texto é compreendido parcialmente, pois o cérebro ao ver uma seqüência de palavras ativa recordações neurais que o fazem ter idéias correlatas ao que está se tentando compreender ou passar adiante. Por isto muitos pecam quando fazem uma interpretação de texto. Pois a interpretação fica influenciada pela psique de quem lê. É um processo de extrapolação irreal. Já o processo de extrapolação por idéias faz um leitor chegar a uma conclusão por associações de idéias e conceitos expostos no próprio texto. Mas tome cuidado nem sempre extrapolação é admitida numa correção de uma prova. Escrever é uma arte. Você não precisa seguir a norma culta para se expressar. Diga-se lá Fernando Pessoa que desenvolvia lógicas de pensamentos diferentes na interpretação de vários personagens. Enfim, a literatura faz parte da minha vida agora, graças a minha professorinha que me ensinou a gostar da arte. Hoje me preocupo menos com o futuro, pois já tenho emprego definido. Uso em menor ou maior grau o meu corretor ortográfico e não me importo se às vezes erro. Os amigos sempre me apontam os defeitos em meus textos, isto me ajuda bastante, até que um dia eu possa pagar alguém para revisá-los. É assim que as coisas funcionam... sei apenas um pouco... outro se especializa para complementar aquilo que me falta... e assim se constroi a humanidade. Agora aprendi uma forma de fazer previsões e não me comprometer em termos de palavras: escolhi uma profissão que desenvolve técnicas para métodos preditivos que a ciência valida como certo - a Estatística. Assim me é permitido extrapolar sem medo de ser julgado, pois para cada caso existe uma margem de erro de um fenômeno vir a ocorrer ou não. Mas mudando de assunto, estive na porta da casa de Fernando Pessoa em Lisboa ele não me recebeu, pois estava fechada. Agora museu. Me inspirei em escrever como "Pessoa", sem nenhuma presunção a parte, mas impondo meu estilo próprio. E deixar meu conhecimento para as futuras gerações. ::Redação com uso do Corretor ortográficoBem-vindo! Disse a professora em festa. Era o primeiro dia de aula. Todos os alunos eram provenientes da área rural. Tinha uma lagartixa na parede. Aninha gritou desesperada. Alguns meninos são prolixos em inglês, outros são experts em francês. Dona Josefa era vizinha da escola e sempre recebia visita de alunos em sua casa. Anos atrás tudo era diferente: o livro era moldado com caracteres datilografados. Traz o livro aqui para eu ver: disse uma vez um literato da cidade vizinha. Convém estudar bastante para ter uma vida digna quando chegar a maioridade. A atmosfera da cidade é aconchegante. Quase não tem enchente. Muitos têm o que se alegrar quando se fala em vida mansa. Em tempos atrás não havia muito medicamento na cidade. Há que recordar o progresso realizado e o mundo melhor que fora conquistado com bastante esforço. Mesmo com pouco dinheiro em caixa, o repasse da verba municipal fez com que muitas crianças tivessem oportunidade de estudar e conseguirem o seu espaço em sociedade. Outro dia estava conversando com Antônio que me disse que era um futurólogo (Pessoas que usam técnicas para prever o futuro). Ele disse que antigamente só existiam xerocadoras de impressão à preto. Hoje é comum a impressão colorida, mas segundo Antônio em breve teremos impressão incolor. Mas como? Imprimir algo que não vemos? Para que serve? Deve ser coisa de maluco - Logo falei a António. Prontamente ele justificou dizendo que nem toda a obra deve ser de conhecimento público por ser um documento sigiloso. Então alguns elementos químicos irão ser colocados no papel e somente o usuário final da informação ao borrifar o papel com solução química que resulta na visualização dos caracteres é que será capaz de acessar os documentos. Eu sou simples. Quase não estudo livros de literatura. Eu aprendo mais com os corretores ortográficos de softwares para texto. Escrevo rápido sem me preocupar com a grafia. Quando uma palavra é tracejada de vermelho já sei que está errado e parto para luta: tentar entender a regra da palavra para não errar novamente. É uma luta fixar tantas palavras, mas as vezes ainda erro. Pois não tenho um vocabulário fixo, definido, pronto ou célere. Todavia comunicar é uma arte. Escrever bem não é escrever sozinho sem a ajuda de um computador. Escrever bem é algo muito mais complexo. É comunicar-se com seu público alvo. É transmitir na linguagem que ele entende a mensagem que você pretende transmitir sem desvios de interpretação. Use e abuse do corretor e aprenda com ele para diminuir a dependência de sempre ter que recorrer a este artifício. Aprendi a escrever na escola, mas o que gosto mesmo é cantarolar e me divertir com os amigos. Antes me preocupava muito com o fim do mundo era por volta da virada do milênio. Depois descobri que muitas profecias sobre o fim do mundo convergiam para datas próximas de finais zero-zero. Fiquei aliviado por estar vivo. Foi o reveillon mais importante da minha vida. Todos celebraram no mundo inteiro as farsas das previsões. Então resolvi fazer minha própria previsão: que o homem em 2015 reconstrua a camada de ozônio liberando bombas nucleares de pequeno porte sobre a estratosfera para recuperar a malha ozônio em sua plenitude sobre a Antártida. Não queria ser ridículo, por isto não divulguei a ninguém o que faria se tivesse conhecimento científico. Se for para explodir então que exploda. Afinal de contas pelo menos 5 bombas nucleares têm que ser verdadeiramente úteis para a humanidade. Existe uma teoria que não é divulgada que quando um leitor ou escritor está escrevendo ou lendo um texto ele é diretamente influenciado por sua carga psicossomática que o faz delirar em menor grau. Assim o texto é compreendido parcialmente, pois o cérebro ao ver uma seqüência de palavras ativa recordações neurais que o fazem ter idéias correlatas ao que está se tentando compreender ou passar adiante. Por isto muitos pecam quando fazem uma interpretação de texto. Pois a interpretação fica influenciada pela psique de quem lê. É um processo de extrapolação irreal. Já o processo de extrapolação por idéias faz um leitor chegar a uma conclusão por associações de idéias e conceitos expostos no próprio texto. Mas tome cuidado nem sempre extrapolação é admitida numa correção de uma prova. Escrever é uma arte. Você não precisa seguir a norma culta para se expressar. Diga-se lá Fernando Pessoa que desenvolvia lógicas de pensamentos diferentes na interpretação de vários personagens. Enfim, a literatura faz parte da minha vida agora, graças a minha professorinha que me ensinou a gostar da arte. Hoje me preocupo menos com o futuro, pois já tenho emprego definido. Uso em menor ou maior grau o meu corretor ortográfico e não me importo se as vezes erro. Os amigos sempre me apontam os defeitos em meus textos, isto me ajuda bastante, até que um dia eu possa pagar alguém para revisá-los. É assim que as coisas funcionam... sei apenas um pouco... outro se especializa para complementar aquilo que me falta... e assim se constrói a humanidade. Agora aprendi uma forma de fazer previsões e não me comprometer em termos de palavras: escolhi uma profissão que desenvolve técnicas para métodos preditivos que a ciência valida como certo - a Estatística. Assim me é permitido extrapolar sem medo de ser julgado, pois para cada caso existe uma margem de erro de um fenômeno vir a ocorrer ou não. Mas mudando de assunto, estive na porta da casa de Fernando Pessoa em Lisboa ele não me recebeu, pois estava fechada. Agora museu. Inspirei-me em escrever como "Pessoa", sem nenhuma presunção a parte, mas impondo meu estilo próprio. E deixar meu conhecimento para as futuras gerações. Total de Erros: 10 palavras Total de Palavras: 947
Taxa ortográfica de acerto: (947-10)/947 = 98,94%
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