:: TEATRO DE SOMBRAS: HISTÓRIA E CARACTERÍSTICAS









INTRODUÇÃO

O teatro de sombras é uma arte milenar do oriente e conseguiu encantar encenadores do mundo inteiro. É uma linguagem que integra o campo do teatro de animação, em que estão inseridos os marionetes, bonecos, objetos e máscaras. Suas técnicas são relativamente simples: através de uma tela branca onde um foco de luz se acende, sombras de silhuetas de figuras humanas, animais, ou objetos, recortadas em papel, são projetadas em conjunto, ou isoladas nos remetendo a um mundo particular, poético e mágico de histórias, do faz de conta.

PANORAMA HISTÓRICO

Em sua trajetória histórica, o teatro de sombras assumiu diversas características de acordo com a cultura da região em que foi produzido. Sua origem é muito antiga, desde o período da Pré-História os homens já se encantavam com suas sombras movendo-se nas paredes das cavernas, e mães teriam desenvolvido o teatro de dedos, projetando sombras diversas com as mãos, para distrair seus filhos. Mesmo com a existência de registros de antigas silhuetas datadas de 2500 e 3000 anos atrás pertencentes a acervos de museus da China e Índia, ainda não se chegou a um consenso quanto a sua origem que pode ter sido em qualquer um desses dois países.

Como manifestação artística ele é muito popular em vários países do continente Asiático. No Egito por exemplo, o teatro de sombras, cuja forma e técnica desenvolvidas tiveram como inspiração o oriente, surgiu durante o século XII d.C. como forma para apresentar lendas populares e eventos históricos. No século XIII os Mongóis invadiram a China e levaram o teatro de sombras em países islâmicos como Turquia, Síria, Afeganistão que passou a ser utilizado em caráter não religioso. A linguagem já era muito popular há mil anos atrás na Ilha de Java, Indonésia e estudos demonstram a sua existência em países como Tailândia, Taiwan, Grécia e no Norte Africano, principalmente na África Mediterrânea. Chegou à Europa Ocidental somente no século XVIII, na Itália, quando alguns padres católicos utilizaram como recursos para a educação religiosa, as projeções das sombras, fazendo criação de textos e encenações. Entre 1774 e 1859, existiu em Paris um teatro especializado em teatro de sombras chamado “Sombras Chinesas”. E posteriormente foi considerado um dos protótipos do cinema de animação e inspiração para a invenção das máquinas fotográficas e projetores de cinema. No continente americano ainda não foram encontrados registros históricos que revelassem o período exato em que a linguagem do teatro de sombras surgiu.

TEATRO DE SOMBRAS ORIENTAL

China

O teatro chinês possui cerca de 5 mil anos de idade. Impérios e dinastias vieram e se foram durante toda a história da China. Os primórdios do teatro de sombras datam do período de domínio do imperador Wu-ti (140-87 a.C.), um amante das artes.

Na China existe uma lenda que conta o nascimento do teatro de sombras, revelando aspectos interessantes desta arte de silhuetas:

O Imperador Wu Ti, da dinastia dos Han, teve o desgosto de perder sua dançarina predileta. Havia vinte anos que ele governava com sabedoria e juízo o Império Celeste e seu reinado era dos mais gloriosos de todos os tempos. Mas Wu Ti era muito supersticioso e acreditava na arte de mágicas. Quando certa feita sua dançarina favorita morreu, ele, desesperado, voltou-se para o mágico da corte, exigindo que fizesse voltar à linda defunta do “Reino das sombras”. Caso contrário seria decapitado. Ameaçado o mágico não perdeu a cabeça... O mago usou sua imaginação e através de uma pele de peixe, cuidadosamente preparada para torná-la macia e transparente, recortou a silhueta da dançarina, tão linda e graciosa como ela fora. Numa varanda do palácio imperial, mandou esticar uma cortina branca em frente a um campo aberto. Com o Imperador e a corte reunida na varanda, e à luz do sol que se filtrava através da cortina, ele fez evoluir à sombra da dançarina, ao som de uma flauta e todos ficaram alucinados com a semelhança.

A lenda remete às reflexões e considerações relacionadas sobre o fato de que o teatro de sombras chinês procurava resgatar os movimentos do cotidiano tentando convencer àqueles que assistiam ao espetáculo de que a silhueta que estavam vendo, era de uma pessoa verdadeira, e que os temas da dramaturgia do teatro de sombras da China têm como base a vida cotidiana, buscando reforçar valores como amizade, solidariedade, respeito a autoridade e à natureza.

O teatro de sombras da China é mais estilizado com movimentos e gesticulações controladas. Seus figurinos e cores possuem significados próprios, utilizam simbologia, inventividade e não-realismo, e se afastam da estética naturalista, o ator manipulador vai modulando a voz do narrador. É valorizada principalmente a manipulação das silhuetas feitas pelo marionetista que busca através da observação do real os movimentos e traços das figuras representadas. Ele é encenado por atores que cantavam durante a apresentação, obedecendo a um só repertório. Porém era mais comum encontrar um manipulador solista também chamado de Mestre (porque realizava todas as funções no teatro de sombras) em apresentações itinerantes que iam de cidade em cidade, para as festas. Hoje em dia em cada cidade, residem artistas que circulam por vilas próximas.

A formação do ator-manipulador ocorria através de aprendizagem, por tradição, a partir dos quatro anos de idade, observando o pai ou parente próximo e obedecendo a execução de rigorosos exercícios de manipulação. Em seu período de treinamento, o aprendiz deveria dominar a dramaturgia, a confecção das silhuetas e ser exímio manipulador, pois em alguns espetáculos ele deveria manipular, simultaneamente e com sincronia para produzir gestos e ações impressionantes cheias de beleza e veracidade, cenas de combate, totalmente articuladas com diversas varetas e fios de guerreiros montados em cavalos, todos.

A partir de 1966 com novas tecnologias a estética dos espetáculos foi alterada, as varas de bambu foram trocadas por acrílico e a iluminação feita por lâmpadas fluorescentes. Com a criação de academias especificas em 1970, aproximadamente, o ensino deixou de ser restrito no aprendizado por tradição e hoje crianças aprendem na escola as técnicas de silhuetas com reconhecidos professores.

Índia

Em passagens de livros sagrados são descritos indícios da prática do teatro de sombras dentro de uma gruta e o bonequeiro do lado de fora projetando seus bonecos de couro. As silhuetas são diferenciadas pelo seu tamanho, sua coloração, simbolismo dos personagens, o tema e a estética. Durante muito tempo o teatro de sombras foi a única forma de educação popular na Índia e combinava pensamento religioso e normas sociais privilegiando o triunfo do bem sobre o mal”, e diz também que as passagens religiosas foram substituídas por formas cômicas, e abriu-se espaço para improvisações que introduziam temas contemporâneos, às vezes até brincadeiras obscenas que provocavam o riso e estimulavam o interesse do espectador.

O marionetista chefe (Sutradher) no espetáculo apresenta o tema e os personagens e logo em seguida os atores manipuladores cantam e falam seus textos iniciando a recitação, a apresentação de efeitos sonoros. Conhece epopéias religiosas, manipula, toca instrumentos musicais, canta e recita além de confeccionar as silhuetas. Uma orquestra composta por diversos instrumentos característicos de acordo com a região acompanha o marionetista.

Na década de sessenta do século XX, surgiram na Índia, iniciativas de criação de escolas de teatro de sombras. E em escolas públicas de algumas regiões estão incluindo no seu currículo o aprendizado do teatro de marionetes indiano.

Indonésia

Na ilha de Java, Indonésia, desenvolveu-se o teatro de sombras ou Wayang (denominação das silhuetas), quando o hinduísmo veio da Índia através de viajantes para os impérios das ilhas da Indonésia. O Wayang teria surgido dos cultos ancestrais javaneses da época pré-hindu, e adquiriu suas características durante o período de ouro da civilização indiano-javanesa. Nunca foi considerado um simples divertimento anti-religioso e atualmente continua exercendo sua função mágica de fazer a mediação entre o homem e o mundo metafísico. Originariamente as sombras eram utilizadas em espetáculos que duravam 49 dias e 49 noites, que com o decorrer do tempo reduziram para 7 dias e 7 noites. Atualmente é comum encontrar performances de até 1 hora. A duração desses espetáculos baseava-se no volume de livros sagrados da Indonésia: “Ramayana” e “Mahahbarata” cujos conteúdos trazem ensinamentos religiosos e narram aventuras de Deuses, Príncipes e Bravos Guerreiros. E isso demandava dos manipuladores, o domínio da Cultura Oriental para uma devida interpretação. Os atores são figuras planas, recortadas em couro transparente, bonecos esculpidos em madeira em relevo inteiro ou semi-relevo com olhos estreitos e enigmáticos. No boneco o rosto é sempre de perfil, o corpo na posição frontal e pés apontando para os lados na mesma direção do rosto. A figura é fixada com varetas de chifres de búfalo; ombros e cotovelos móveis manipulados por duas varetas finas. A música acompanha todos os espetáculos da Indonésia, e para a sua interpretação é preciso uma orquestra composta por instrumentos de percussão, gongos, tambores e xilofone e poucos instrumentos de sopro e cordas. O numeroso elenco de sombras é projetado numa tela de linhaço esticada sobre uma moldura de madeira e o foco de luz é produzido por um lume brando vindo de uma lâmpada abastecida a óleo.

As características do teatro de sombras da Indonésia impressionam por suas silhuetas expressivas, ritmo da manipulação, repetição da música, modulação de vozes do Dalang e cantores.

A arte do teatro oriental sobrevive em Java graças às academias criadas pelo Estado e pela ajuda dos últimos sultões. Podem ser vistas ainda hoje em vilarejos tendo o toca fitas como substituto do trabalho de orquestra.

Turquia

A aparição do teatro de sombras turco ocorreu no século XIII após a invasão dos mongóis na China que depois foram para a Turquia. Em Bursa, surgiu a forma mais popular do teatro de sombras do mundo árabe, que tem como característica a critica social–política, ele é chamado de teatro de Karagöz e realizado em feiras à noite cujo espetáculo conta com um único manipulador que controla tudo: bonecos, texto e sonoplastia.

Os principais personagens da comédia Turca e os dois do teatro de sombras, Karagöz e Hadjeivat viajaram através da Grécia, Hungria e Áustria, com missões de ordem diplomática otomânica. O herói do teatro de sombras turco e árabe batizado de Karagöz, que significa olho negro, também dá o nome ao espetáculo de sombras. Espirituoso, possui uma retórica rápida e bem elaborada, trocadilhos penetrantes aos ouvidos e jogo de palavras grosseiras. A mais popular lenda de Karagöz afirma que ele e seu companheiro Hadjeivat existiram no século XIV, período em que estava sendo construída a grande mesquita de Bursa. Diversão predileta do povo e da corte do sultão, o teatro de sombras era apresentado em casamentos e circuncisões. O auge de Karagöz chega com o início do Ramadã, (quaresma) mês sagrado do jejum quando todos vão até os cafés ao entardecer.

TEATRO DE SOMBRAS OCIDENTAL

Na Europa é incerto o período em que o teatro de sombras foi inserido. Ele é trabalhado mais como espetáculo do que um ritual propriamente dito, como acontece no Oriente. Dois grupos teatrais trabalham com o teatro de sombras sob um olhar contemporâneo: Le Phospènes (França) dirigido por Jean Pierre Lescot e Teatro Gioco Vita (Itália) dirigido por Fabrizio Montecchi. Jean Pierre Lescot trabalha com a linguagem de sombra no teatro contemporâneo, descobriu este gênero teatral através de um espetáculo balinês, em 1968 na cidade de Paris. Montou com a Cia. um espetáculo que trabalha a mobilidade das silhuetas e joga com a cumplicidade da luz e transparência de tecidos destacando a característica expressionista da imagem. Ele explora a imaterialidade e a magia que a sombra remete, aproximando a linguagem a uma expressão relacionada a sonhos. De acordo com o diretor teatral a sombra pode assumir várias características quando ela se distancia ou se aproxima da tela, conseguindo vibrar, ondular, desaparecer, ser opaca, translúcida, se deformar, ou ao contrario tornar-se nítida e contrastante; e um espetáculo de sombras poderá promover um momento em que sentiremos emoções reais se deixarmos de lado as nossas idéias pré-definidas diante das coisas. Aqueles que assistem espetáculos de sombras darão significados e importâncias subjetivas às coisas e perceberão que o ato de descobrir/redescobrir nunca será inocente.

O teatro Gioco Vita é um grupo teatral de animação que iniciou suas produções com bonecos de vara, luvas e marionetes porém a partir de 1976 depois de um encontro com o teatro de sombras de Jean-Pierre Lescot, num festival de Charleville-Mezières , passou a se dedicar exclusivamente as pesquisas referentes a linguagem das sombras. Em seus espetáculos o grupo faz a luz variar sempre, seja em relação ao espaço, seja em relação às qualidades técnicas dos focos de luminosos. As telas ou telões de luz de projeção passaram a ser também móveis e com dimensões sempre surpreendentes. Atenção especial foi dada a relação corpo do ator-manipulador, o boneco/ objetos e as suas respectivas sombras.

As grandes companhias teatrais contemporâneas estudam o teatro de sombras do Oriente com objetivo de descobrir o significado que seu próprio trabalho esconde. O Ocidente possui uma imensa distancia cultural que o separa do Oriente. Por isso é importante buscar no nosso patrimônio cultural a nossa razão de existência para dar sentido ao teatro de sombras Ocidental do presente. No continente americano não se sabe com certeza o período de sua origem, mas atualmente vários grupos do gênero estão em atividade espalhados por todo o território. E no Brasil, ele é uma arte muito nova, ainda pouco conhecido se comparado com a popularidade de outras variedades da linguagem do teatro de animação. Porém é cada vez mais utilizado por diversos grupos teatrais como recurso para enriquecimento de seus trabalhos. Núcleos teatrais são referências com seus trabalhos da linguagem das sombras como: Cia Luzes e Lendas de São Paulo, Marcello Santos da Cia. Karagöz K, Curitiba, Teatro Lumbra do Rio Grande do Sul, Cia Teatral Caldeirão.





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Spare us the misunderstanding that arises from our essence

Just as we are able to reflect and

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If you know of any fault of mine, show me the way to recover.

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:: TEATRO DE SOMBRAS: HISTÓRIA E CARACTERÍSTICAS









INTRODUÇÃO

O teatro de sombras é uma arte milenar do oriente e conseguiu encantar encenadores do mundo inteiro. É uma linguagem que integra o campo do teatro de animação, em que estão inseridos os marionetes, bonecos, objetos e máscaras. Suas técnicas são relativamente simples: através de uma tela branca onde um foco de luz se acende, sombras de silhuetas de figuras humanas, animais, ou objetos, recortadas em papel, são projetadas em conjunto, ou isoladas nos remetendo a um mundo particular, poético e mágico de histórias, do faz de conta.

PANORAMA HISTÓRICO

Em sua trajetória histórica, o teatro de sombras assumiu diversas características de acordo com a cultura da região em que foi produzido. Sua origem é muito antiga, desde o período da Pré-História os homens já se encantavam com suas sombras movendo-se nas paredes das cavernas, e mães teriam desenvolvido o teatro de dedos, projetando sombras diversas com as mãos, para distrair seus filhos. Mesmo com a existência de registros de antigas silhuetas datadas de 2500 e 3000 anos atrás pertencentes a acervos de museus da China e Índia, ainda não se chegou a um consenso quanto a sua origem que pode ter sido em qualquer um desses dois países.

Como manifestação artística ele é muito popular em vários países do continente Asiático. No Egito por exemplo, o teatro de sombras, cuja forma e técnica desenvolvidas tiveram como inspiração o oriente, surgiu durante o século XII d.C. como forma para apresentar lendas populares e eventos históricos. No século XIII os Mongóis invadiram a China e levaram o teatro de sombras em países islâmicos como Turquia, Síria, Afeganistão que passou a ser utilizado em caráter não religioso. A linguagem já era muito popular há mil anos atrás na Ilha de Java, Indonésia e estudos demonstram a sua existência em países como Tailândia, Taiwan, Grécia e no Norte Africano, principalmente na África Mediterrânea. Chegou à Europa Ocidental somente no século XVIII, na Itália, quando alguns padres católicos utilizaram como recursos para a educação religiosa, as projeções das sombras, fazendo criação de textos e encenações. Entre 1774 e 1859, existiu em Paris um teatro especializado em teatro de sombras chamado “Sombras Chinesas”. E posteriormente foi considerado um dos protótipos do cinema de animação e inspiração para a invenção das máquinas fotográficas e projetores de cinema. No continente americano ainda não foram encontrados registros históricos que revelassem o período exato em que a linguagem do teatro de sombras surgiu.

TEATRO DE SOMBRAS ORIENTAL

China

O teatro chinês possui cerca de 5 mil anos de idade. Impérios e dinastias vieram e se foram durante toda a história da China. Os primórdios do teatro de sombras datam do período de domínio do imperador Wu-ti (140-87 a.C.), um amante das artes.

Na China existe uma lenda que conta o nascimento do teatro de sombras, revelando aspectos interessantes desta arte de silhuetas:

O Imperador Wu Ti, da dinastia dos Han, teve o desgosto de perder sua dançarina predileta. Havia vinte anos que ele governava com sabedoria e juízo o Império Celeste e seu reinado era dos mais gloriosos de todos os tempos. Mas Wu Ti era muito supersticioso e acreditava na arte de mágicas. Quando certa feita sua dançarina favorita morreu, ele, desesperado, voltou-se para o mágico da corte, exigindo que fizesse voltar à linda defunta do “Reino das sombras”. Caso contrário seria decapitado. Ameaçado o mágico não perdeu a cabeça... O mago usou sua imaginação e através de uma pele de peixe, cuidadosamente preparada para torná-la macia e transparente, recortou a silhueta da dançarina, tão linda e graciosa como ela fora. Numa varanda do palácio imperial, mandou esticar uma cortina branca em frente a um campo aberto. Com o Imperador e a corte reunida na varanda, e à luz do sol que se filtrava através da cortina, ele fez evoluir à sombra da dançarina, ao som de uma flauta e todos ficaram alucinados com a semelhança.

A lenda remete às reflexões e considerações relacionadas sobre o fato de que o teatro de sombras chinês procurava resgatar os movimentos do cotidiano tentando convencer àqueles que assistiam ao espetáculo de que a silhueta que estavam vendo, era de uma pessoa verdadeira, e que os temas da dramaturgia do teatro de sombras da China têm como base a vida cotidiana, buscando reforçar valores como amizade, solidariedade, respeito a autoridade e à natureza.

O teatro de sombras da China é mais estilizado com movimentos e gesticulações controladas. Seus figurinos e cores possuem significados próprios, utilizam simbologia, inventividade e não-realismo, e se afastam da estética naturalista, o ator manipulador vai modulando a voz do narrador. É valorizada principalmente a manipulação das silhuetas feitas pelo marionetista que busca através da observação do real os movimentos e traços das figuras representadas. Ele é encenado por atores que cantavam durante a apresentação, obedecendo a um só repertório. Porém era mais comum encontrar um manipulador solista também chamado de Mestre (porque realizava todas as funções no teatro de sombras) em apresentações itinerantes que iam de cidade em cidade, para as festas. Hoje em dia em cada cidade, residem artistas que circulam por vilas próximas.

A formação do ator-manipulador ocorria através de aprendizagem, por tradição, a partir dos quatro anos de idade, observando o pai ou parente próximo e obedecendo a execução de rigorosos exercícios de manipulação. Em seu período de treinamento, o aprendiz deveria dominar a dramaturgia, a confecção das silhuetas e ser exímio manipulador, pois em alguns espetáculos ele deveria manipular, simultaneamente e com sincronia para produzir gestos e ações impressionantes cheias de beleza e veracidade, cenas de combate, totalmente articuladas com diversas varetas e fios de guerreiros montados em cavalos, todos.

A partir de 1966 com novas tecnologias a estética dos espetáculos foi alterada, as varas de bambu foram trocadas por acrílico e a iluminação feita por lâmpadas fluorescentes. Com a criação de academias especificas em 1970, aproximadamente, o ensino deixou de ser restrito no aprendizado por tradição e hoje crianças aprendem na escola as técnicas de silhuetas com reconhecidos professores.

Índia

Em passagens de livros sagrados são descritos indícios da prática do teatro de sombras dentro de uma gruta e o bonequeiro do lado de fora projetando seus bonecos de couro. As silhuetas são diferenciadas pelo seu tamanho, sua coloração, simbolismo dos personagens, o tema e a estética. Durante muito tempo o teatro de sombras foi a única forma de educação popular na Índia e combinava pensamento religioso e normas sociais privilegiando o triunfo do bem sobre o mal”, e diz também que as passagens religiosas foram substituídas por formas cômicas, e abriu-se espaço para improvisações que introduziam temas contemporâneos, às vezes até brincadeiras obscenas que provocavam o riso e estimulavam o interesse do espectador.

O marionetista chefe (Sutradher) no espetáculo apresenta o tema e os personagens e logo em seguida os atores manipuladores cantam e falam seus textos iniciando a recitação, a apresentação de efeitos sonoros. Conhece epopéias religiosas, manipula, toca instrumentos musicais, canta e recita além de confeccionar as silhuetas. Uma orquestra composta por diversos instrumentos característicos de acordo com a região acompanha o marionetista.

Na década de sessenta do século XX, surgiram na Índia, iniciativas de criação de escolas de teatro de sombras. E em escolas públicas de algumas regiões estão incluindo no seu currículo o aprendizado do teatro de marionetes indiano.

Indonésia

Na ilha de Java, Indonésia, desenvolveu-se o teatro de sombras ou Wayang (denominação das silhuetas), quando o hinduísmo veio da Índia através de viajantes para os impérios das ilhas da Indonésia. O Wayang teria surgido dos cultos ancestrais javaneses da época pré-hindu, e adquiriu suas características durante o período de ouro da civilização indiano-javanesa. Nunca foi considerado um simples divertimento anti-religioso e atualmente continua exercendo sua função mágica de fazer a mediação entre o homem e o mundo metafísico. Originariamente as sombras eram utilizadas em espetáculos que duravam 49 dias e 49 noites, que com o decorrer do tempo reduziram para 7 dias e 7 noites. Atualmente é comum encontrar performances de até 1 hora. A duração desses espetáculos baseava-se no volume de livros sagrados da Indonésia: “Ramayana” e “Mahahbarata” cujos conteúdos trazem ensinamentos religiosos e narram aventuras de Deuses, Príncipes e Bravos Guerreiros. E isso demandava dos manipuladores, o domínio da Cultura Oriental para uma devida interpretação. Os atores são figuras planas, recortadas em couro transparente, bonecos esculpidos em madeira em relevo inteiro ou semi-relevo com olhos estreitos e enigmáticos. No boneco o rosto é sempre de perfil, o corpo na posição frontal e pés apontando para os lados na mesma direção do rosto. A figura é fixada com varetas de chifres de búfalo; ombros e cotovelos móveis manipulados por duas varetas finas. A música acompanha todos os espetáculos da Indonésia, e para a sua interpretação é preciso uma orquestra composta por instrumentos de percussão, gongos, tambores e xilofone e poucos instrumentos de sopro e cordas. O numeroso elenco de sombras é projetado numa tela de linhaço esticada sobre uma moldura de madeira e o foco de luz é produzido por um lume brando vindo de uma lâmpada abastecida a óleo.

As características do teatro de sombras da Indonésia impressionam por suas silhuetas expressivas, ritmo da manipulação, repetição da música, modulação de vozes do Dalang e cantores.

A arte do teatro oriental sobrevive em Java graças às academias criadas pelo Estado e pela ajuda dos últimos sultões. Podem ser vistas ainda hoje em vilarejos tendo o toca fitas como substituto do trabalho de orquestra.

Turquia

A aparição do teatro de sombras turco ocorreu no século XIII após a invasão dos mongóis na China que depois foram para a Turquia. Em Bursa, surgiu a forma mais popular do teatro de sombras do mundo árabe, que tem como característica a critica social–política, ele é chamado de teatro de Karagöz e realizado em feiras à noite cujo espetáculo conta com um único manipulador que controla tudo: bonecos, texto e sonoplastia.

Os principais personagens da comédia Turca e os dois do teatro de sombras, Karagöz e Hadjeivat viajaram através da Grécia, Hungria e Áustria, com missões de ordem diplomática otomânica. O herói do teatro de sombras turco e árabe batizado de Karagöz, que significa olho negro, também dá o nome ao espetáculo de sombras. Espirituoso, possui uma retórica rápida e bem elaborada, trocadilhos penetrantes aos ouvidos e jogo de palavras grosseiras. A mais popular lenda de Karagöz afirma que ele e seu companheiro Hadjeivat existiram no século XIV, período em que estava sendo construída a grande mesquita de Bursa. Diversão predileta do povo e da corte do sultão, o teatro de sombras era apresentado em casamentos e circuncisões. O auge de Karagöz chega com o início do Ramadã, (quaresma) mês sagrado do jejum quando todos vão até os cafés ao entardecer.

TEATRO DE SOMBRAS OCIDENTAL

Na Europa é incerto o período em que o teatro de sombras foi inserido. Ele é trabalhado mais como espetáculo do que um ritual propriamente dito, como acontece no Oriente. Dois grupos teatrais trabalham com o teatro de sombras sob um olhar contemporâneo: Le Phospènes (França) dirigido por Jean Pierre Lescot e Teatro Gioco Vita (Itália) dirigido por Fabrizio Montecchi. Jean Pierre Lescot trabalha com a linguagem de sombra no teatro contemporâneo, descobriu este gênero teatral através de um espetáculo balinês, em 1968 na cidade de Paris. Montou com a Cia. um espetáculo que trabalha a mobilidade das silhuetas e joga com a cumplicidade da luz e transparência de tecidos destacando a característica expressionista da imagem. Ele explora a imaterialidade e a magia que a sombra remete, aproximando a linguagem a uma expressão relacionada a sonhos. De acordo com o diretor teatral a sombra pode assumir várias características quando ela se distancia ou se aproxima da tela, conseguindo vibrar, ondular, desaparecer, ser opaca, translúcida, se deformar, ou ao contrario tornar-se nítida e contrastante; e um espetáculo de sombras poderá promover um momento em que sentiremos emoções reais se deixarmos de lado as nossas idéias pré-definidas diante das coisas. Aqueles que assistem espetáculos de sombras darão significados e importâncias subjetivas às coisas e perceberão que o ato de descobrir/redescobrir nunca será inocente.

O teatro Gioco Vita é um grupo teatral de animação que iniciou suas produções com bonecos de vara, luvas e marionetes porém a partir de 1976 depois de um encontro com o teatro de sombras de Jean-Pierre Lescot, num festival de Charleville-Mezières , passou a se dedicar exclusivamente as pesquisas referentes a linguagem das sombras. Em seus espetáculos o grupo faz a luz variar sempre, seja em relação ao espaço, seja em relação às qualidades técnicas dos focos de luminosos. As telas ou telões de luz de projeção passaram a ser também móveis e com dimensões sempre surpreendentes. Atenção especial foi dada a relação corpo do ator-manipulador, o boneco/ objetos e as suas respectivas sombras.

As grandes companhias teatrais contemporâneas estudam o teatro de sombras do Oriente com objetivo de descobrir o significado que seu próprio trabalho esconde. O Ocidente possui uma imensa distancia cultural que o separa do Oriente. Por isso é importante buscar no nosso patrimônio cultural a nossa razão de existência para dar sentido ao teatro de sombras Ocidental do presente. No continente americano não se sabe com certeza o período de sua origem, mas atualmente vários grupos do gênero estão em atividade espalhados por todo o território. E no Brasil, ele é uma arte muito nova, ainda pouco conhecido se comparado com a popularidade de outras variedades da linguagem do teatro de animação. Porém é cada vez mais utilizado por diversos grupos teatrais como recurso para enriquecimento de seus trabalhos. Núcleos teatrais são referências com seus trabalhos da linguagem das sombras como: Cia Luzes e Lendas de São Paulo, Marcello Santos da Cia. Karagöz K, Curitiba, Teatro Lumbra do Rio Grande do Sul, Cia Teatral Caldeirão.














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Conhecimento Psicológico {ok}

Conhecimento Didático {ok}

Conhecimento Prático {ok}

Conhecimento Teórico {ok}

Conhecimento Abstrato {ok}

Conhecimento lógico {ok}

Conhecimento Geral {ok}

Conhecimento Específico {ok}

Conhecimento Metafísico {ok}

Conhecimento à Priori {ok}

Conhecimento à Posteriori {ok}

Conhecimento Jurídico {ok}

Conhecimento Onírico {ok}

Conhecimento Popular {ok}

Conhecimento Impositivo {ok}

Conhecimento Afirmativo {ok}

Conhecimento Positivista {ok}

Conhecimento Apositivista {ok}

Conhecimento Explicativo {ok}

Conhecimento Matemático {ok}

Conhecimento Autoavaliativo {ok}

Conhecimento Ficcional {ok}

Conhecimento Ilusório {ok}

Conhecimento Canônico {ok}

Conhecimento Multidisciplinar {ok}

Conhecimento Retórico {ok}

Conhecimento Transdisciplinar {ok}

Conhecimento Cósmico {ok}

Conhecimento Apócrifo {ok}

Conhecimento Vital {ok}

Conhecimento Linear {ok}

Conhecimento Multilinear {ok}

Conhecimento Meritocrático {ok}

Conhecimento Causal {ok}

Conhecimento Processual {ok}

Conhecimento Educacional {ok}

Conhecimento Familiar {ok}

Conhecimento Indutivo {ok}

Conhecimento Dedutivo {ok}

Conhecimento Extrapolativo {ok}

Conhecimento Evolutivo {ok}

Conhecimento Interpolar {ok}

Conhecimento Conotativo {ok}

Conhecimento Denotativo {ok}

Conhecimento Inferencial {ok}

Conhecimento Probabilístico {ok}

Conhecimento Referencial {ok}

Conhecimento Materialista {ok}

Conhecimento Espiritual {ok}

Conhecimento Mecanicista {ok}

Conhecimento Ambiental {ok}

Conhecimento Profissional {ok}

Conhecimento Angular {ok}

Conhecimento Estruturado {ok}

Conhecimento Automatizado {ok}

Conhecimento Logístico {ok}

Conhecimento Integrado {ok}

Conhecimento Avaliativo {ok}

Conhecimento Econômico {ok}

Conhecimento Antropológico {ok}

Conhecimento Medicinal {ok}

Conhecimento Agregativo {ok}

Conhecimento Valorativo {ok}

Conhecimento Sequencial {ok}

Conhecimento Estratégico {ok}

Conhecimento Artesanal {ok}

Conhecimento Literário {ok}

Conhecimento Televisivo {ok}

Conhecimento Radiofônico {ok}

Conhecimento Web {ok}

Conhecimento Consciencial {ok}

Conhecimento Racional {ok}

Conhecimento Contravencional {ok}

Conhecimento Global {ok}

Conhecimento Geográfico {ok}

Conhecimento Humano {ok}

Conhecimento Inteligível {ok}

Conhecimento Linguístico {ok}

Conhecimento Organizacional {ok}

Conhecimento Pedagógico {ok}

Conhecimento Prévio {ok}

Conhecimento Público {ok}

Conhecimento Químico {ok}

Conhecimento Estatístico {ok}

Conhecimento Textual {ok}

Conhecimento Ultrapassado {ok}

Conhecimento Universal {ok}

Conhecimento Útil {ok}

Conhecimento Vulgar {ok}

Conhecimento Zen {ok}

Conhecimento Ufológico {ok}

Conhecimento Clássico {ok}

Conhecimento Remissivo {ok}

Conhecimento Sexual {ok}

Conhecimento Liberal {ok}

Conhecimento NeoLiberal {ok}

Conhecimento Libertador {ok}

Conhecimento Encapsulante {ok}

Conhecimento Colonizador {ok}

Conhecimento Dominante {ok}

Conhecimento Cognitivo {ok}

Conhecimento Moderno {ok}

Conhecimento Holístico {ok}

Conhecimento Primitivo {ok}

Conhecimento Hip Hop {ok}

Conhecimento Estatal {ok}

Conhecimento Metódico {ok}

Conhecimento Livre {ok}

Conhecimento Profético {ok}

Conhecimento Aeroespacial {ok}

Conhecimento Físico {ok}

Conhecimento Náutico {ok}

Conhecimento Terrestre {ok}

Conhecimento Alimentar {ok}

Conhecimento Transitório {ok}

Conhecimento Aparente {ok}

Conhecimento Territorial {ok}

Conhecimento Lúdico {ok}

Conhecimento Escravista {ok}

Conhecimento Expansionista {ok}

Conhecimento Motivacional {ok}

Conhecimento Transformador {ok}

Conhecimento Etário {ok}

Conhecimento Reformista {ok}

Conhecimento Musical {ok}

Conhecimento Cinético {ok}

Conhecimento Tântrico {ok}

Conhecimento Módico {ok}

Conhecimento Populacional {ok}

Conhecimento Amostral {ok}

Conhecimento Locomocional {ok}

Conhecimento Vocacional {ok}

Conhecimento Militar {ok}

Conhecimento Difuso {ok}

Conhecimento Atemporal {ok}

Conhecimento Temporal {ok}

Conhecimento Efetivo {ok}

Conhecimento Conservador {ok}

Conhecimento Seletivo {ok}

Conhecimento Seccionado {ok}

Conhecimento Parlamentar {ok}

Conhecimento Imperial {ok}

Conhecimento Homogêneo {ok}

Conhecimento Heterogêneo {ok}

Conhecimento Ortodoxo {ok}

Conhecimento Heterodoxo {ok}

Conhecimento Variante {ok}

Conhecimento Helênico {ok}

Conhecimento Espartano {ok}

Conhecimento Vago {ok}

Conhecimento Superficial {ok}

Conhecimento Operacional {ok}

Conhecimento Natural {ok}

Conhecimento Lendário {ok}

Conhecimento Eterno {ok}

Conhecimento Bárbaro {ok}

Conhecimento Relacional {ok}

Conhecimento Circunstancial {ok}

Conhecimento Complexo {ok}

Conhecimento Civil {ok}

Conhecimento Empresarial {ok}

Conhecimento Proletariado {ok}

Conhecimento Público {ok}

Conhecimento Privado {ok}

Conhecimento Estacionário {ok}

Conhecimento Dinâmico {ok}

Conhecimento Contingencial {ok}

Conhecimento Orgânico {ok}

Conhecimento Bélico {ok}

Conhecimento Incapacitante {ok}

Conhecimento Temerário {ok}

COnhecimento Ocupacional {ok}

Conhecimento Opressor {ok}

Conhecimento Kármico {ok}

Conhecimento Dármico {ok}

Conhecimento Sistêmico {ok}

Conhecimento Oposicionista {ok}

Conhecimento Renovador {ok}

Conhecimento Massificador {ok}

Conhecimento Desmistificador {ok}

Conhecimento Manipulador {ok}

Conhecimento Classista {ok}

Conhecimento Reacionário {ok}

Conhecimento Demoníaco {ok}

Conhecimento Transversal {ok}

Conhecimento Conjugado {ok}

Conhecimento Simétrico {ok}

Conhecimento Assimétrico {ok}

Conhecimento Essencial {ok}

Conhecimento Balizador {ok}

Conhecimento Irreal {ok}

Conhecimento Impróprio {ok}

Conhecimento Recíproco {ok}

Conhecimento Ergonômico {ok}

Conhecimento Trabalhista {ok}

Conhecimento Cabalístico {ok}

Conhecimento Central {ok}

Conhecimento Retardatário {ok}

Conhecimento Rudimentar {ok}

Conhecimento Espontâneo {ok}

Conhecimento Endêmico {ok}

Conhecimento Retrógrado {ok}

Conhecimento Ativo {ok}

Conhecimento Passivo {ok}

Conhecimento Degustativo {ok}

Conhecimento Adulto {ok}

Conhecimento Infantil {ok}

Conhecimento Afrodescendente {ok}

Conhecimento Indígena {ok}

Conhecimento Masculino {ok}

Conhecimento Feminino {ok}

Conhecimento Homoafetivo {ok}

Conhecimento Marital {ok}

Conhecimento Reativo {ok}

Conhecimento Prescritivo {ok}

Conhecimento Informativo {ok}

Conhecimento Tradicional {ok}

Conhecimento Replicante {ok}

Conhecimento Normativo {ok}

Conhecimento Bibliográfico {ok}

Conhecimento Expositivo {ok}

Conhecimento Ecológico {ok}

Conhecimento Partidário {ok}

Conhecimento Metafórico {ok}

Conhecimento Redundante {ok}

Conhecimento Psíquico {ok}

Conhecimento Coletivo {ok}

Conhecimento Leigo {ok}

Conhecimento Lunar {ok}

Conhecimento Uniforme {ok}

Conhecimento Tangencial {ok}

Conhecimento Concreto {ok}

Conhecimento Egoico {ok}

Conhecimento Separatista {ok}

Conhecimento Inclusivo {ok}

Conhecimento Refratário {ok}

Conhecimento Suplementar {ok}

Conhecimento Moral {ok}

Conhecimento Amoral {ok}

Conhecimento Imoral {ok}

Conhecimento Ético {ok}

Conhecimento Doutrinário {ok}

Conhecimento Sádico {ok}

Conhecimento Masoquista {ok}

Conhecimento Recorrente {ok}

Conhecimento Proprioceptivo {ok}

Conhecimento Cinestésico {ok}

Conhecimento Cenestésico {ok}

Conhecimento Sinestésico {ok}

Conhecimento Somático {ok}

Conhecimento Libidinoso {ok}

Conhecimento Padrão {ok}

Conhecimento Sensato {ok}

Conhecimento Aleatório {ok}

Conhecimento Prazeroso {ok}

Conhecimento Desprazeroso {ok}

Conhecimento Vegano {ok}

Conhecimento Mental {ok}

Conhecimento Instintivo {ok}

Conhecimento Ilustre {ok}

Conhecimento Nuclear {ok}

Conhecimento Síntese {ok}

Conhecimento Finalíssimo {ok}

Conhecimento Fantasioso {ok}

Conhecimento Preditivo {ok}

Conhecimento Quântico {ok}

Conhecimento Oficial {ok}

Conhecimento Atmosférico {ok}

Conhecimento Simulativo {ok}

Conhecimento Funcional {ok}

Conhecimento Gestual {ok}

Conhecimento Astral {ok}

Conhecimento Meditativo {ok}

Conhecimento Consciencional {ok}

Conhecimento Nórdico {ok}

Conhecimento Akáshico {ok}

Conhecimento Carismático {ok}

Conhecimento Celibatário {ok}

Conhecimento Pagão {ok}

Conhecimento Cristão {ok}

Conhecimento Islâmico {ok}

Conhecimento Protestante {ok}

Conhecimento Evangélico {ok}

Conhecimento Budista {ok}

Conhecimento Confucionísta {ok}

Conhecimento Tibetano {ok}

Conhecimento Védico {ok}

Conhecimento Bramânico {ok}

Conhecimento Raeliano {ok}

Conhecimento Exotérico {ok}

Conhecimento Esotérico {ok}

Conhecimento Maçônico {ok}

Conhecimento Ateísta {ok}

Conhecimento Taoista {ok}

Conhecimento Xintoísta {ok}

Conhecimento Sikhista {ok}

Conhecimento Espírita {ok}

Conhecimento Judaico {ok}

Conhecimento Wicca {ok}

Conhecimento Jainista {ok}

Conhecimento Fé Bahá'í {ok}

Conhecimento Cao dai {ok}

Conhecimento Cheondoista {ok}

Conhecimento Tenrikyo {ok}

Conhecimento Messiânica {ok}

Conhecimento Seicho-no-ie {ok}

Conhecimento rastafári {ok}

Conhecimento Unitário-universalismo {ok}

Conhecimento Zoroastrismo {ok}

Conhecimento Folclórico {ok}

Conhecimento Gnóstico {ok}

Conhecimento Agnóstico {ok}

Conhecimento Cigano {ok}

Conhecimento Hindu {ok}

Conhecimento Talibã {ok}

Conhecimento Cômico {ok}

Conhecimento Memorial {ok}

Multiplicação do Conhecimento {ok}

pseudoconhecimento {ok}

Autoconhecimento {ok}

Etapas do Conhecimento {ok}

Aplicação do Conhecimento {ok}

Desenvolvimento Pessoal pelo Conhecimento {ok}

Comunicação {ok}

Níveis de Comunicação {ok}

Informação {ok}

Decisão {ok}

Ação {ok}

Linguagem [Estrutura] {ok}

Sabedoria {ok}

UFO {ok}

Cineclube {ok}

Ciência {ok}

Casa {ok}

Tecnologia {ok}

Internet {ok}

Fotografia {ok}

Imagem {ok}

Turismo {ok}

Cognição [Filosofia]{ok}

Sustentabilidade {ok}

Gestão {ok}

Álbum de figurinhas {ok}

Vizinhança cerebral {ok}

Codificação linguística {ok}

Tribo linguística {ok}

A Diferenciação {ok}

O Livro da Recompensa {ok}

Recompensa: Comunhão {ok}

Recompensa: Empodeiramento {ok}

Recompensa: Capitais {ok}

Recompensa: Reconhecimento {ok}

Recompensa: Amizade {ok}

Recompensa: Felicidade {ok}

Recompensa: Senso de unidade {ok}

Recompensa: Instrumentalidade {ok}

Recompensa: Saciedade {ok}

Recompensa: Conhecimento {ok}

Recompensa: Louvor {ok}

Recompensa: Enlace Marital {ok}

Recompensa: Diversão {ok}

Recompensa: Amor {ok}

Recompensa: Vencer o tempo {ok}

Recompensa: Vitória sobre a morte {ok}

Recompensa: Iluminação {ok}

Recompensa: Transparência {ok}

Recompensa: Conquista de uma idealização {ok}

Recompensa: Sabedoria {ok}

Recompensa: Gustação {ok}

Recompensa: Discernimento {ok}

Recompensa: Família {ok}

Recompensa: Superação {ok}

Recompensa: Destaque {ok}

Recompensa: Diferenciação {ok}

Recompensa: Eternidade {ok}

Recompensa: Integração {ok}

Revisão {ok}

Sensibilização {ok}

Nivelamento {ok}

Previsão {ok}

Debate {ok}

Adeus {ok}

Unidade {ok}

Luz {ok}

Matéria {ok}

Reflexão {ok}

Canal {ok}

Código {ok}

Propagação {ok}

Ruído {ok}

Estímulo {ok}

Sensor {ok}

Captura {ok}

Transformação do código {ok}

Energia {ok}

Eletricidade {ok}

Condutividade {ok}

Sinapse {ok}

Cognição {ok}

Atenção {ok}

Foco {ok}

Alocação {ok}

Percepção {ok}

Fixação {ok}

Memória {ok}

Informação {ok}

Processamento {ok}

Lógica {ok}

Ordenação {ok}

Pensamento {ok}

Conhecimento {ok}

Aprendizado {ok}

Raciocínio {ok}

Razão {ok}

Sabedoria {ok}

Tomada de decisão {ok}

Expressão {ok}

Análise {ok}

Controle {ok}

Internalização {ok}

Adaptação {ok}

Experimentação {ok}

Recorrência {ok}

Valores {ok}

Juízo {ok}

Memória {ok}

Associação {ok}

Atenção {ok}

Foco {ok}

Intuição {ok}

Emoção {ok}

Percepção {ok}

Raciocínio {ok}

Pensamento {ok}

Abstração {ok}

Desejos {ok}

Necessidades {ok}

Satisfação {ok}

Realização {ok}

Moral {ok}

Ética {ok}

Imaginação {ok}

Motivação {ok}

Estima {ok}

Estresse {ok}

Excitação {ok}

Canalização {ok}

Auto-observação {ok}

altruísmo {ok}

Anotherself {ok}

Empatia {ok}

Sentimento {ok}

Poder {ok}

Sexualidade {ok}

Status {ok}

Libido {ok}

Sinergia {ok}

Lógica {ok}

Aprendizado {ok}

Realidade {ok}

Conhecimento {ok}

Informação {ok}

Ação {ok}

Decisão {ok}

Coordenação {ok}

Intensidade {ok}

Consciência {ok}

Continuísmo {ok}

Segregação {ok}

Cegueira Grupal {ok}

Condicionamento {ok}

Repressão {ok}

Caráter {ok}

Negações {ok}

Transferência {ok}

Fixação {ok}

Projeção {ok}

Introspecção {ok}

Racionalização {ok}

Reação {ok}

Regressão {ok}

Sublimação {ok}

Idealização {ok}

Desintegração {ok}

Afirmação {ok}

Significados de vida {ok}

Ilusão {ok}

Controle {ok}

Ansiedade {ok}

Mecanismos de defesa {ok}

Construtivismo {ok}

Mecanicidade {ok}

Automação {ok}

Links Transacionais {ok}

Bloqueio {ok}

Sombras (desejo de esconder) {ok}

Arquétipo (desejo de evidenciar) {ok}

Prisão Psíquica {ok}

Tomada de Decisão {ok}

Princípios {ok}

Conduta {ok}

Resposta Motora {ok}

Linguagem {ok}

Comunicação {ok}

Expressão {ok}

Experiência {ok}

Indução {ok}

Formação {ok}

Estudo {ok}

Expectativa {ok}

Aquisição {ok}

Metafísica {ok}

Metassistema {ok}

Metalinguagem {ok}

Inferência {ok}

Linearidade {ok}

Multilinearidade {ok}

Construção {ok}

Reconstrução {ok}

Avaliação {ok}

Reavaliação {ok}

Vivência {ok}

Domínio {ok}

Observação {ok}

Autocontrole {ok}

Ajuste {ok}

Autoajuste {ok}

Maturidade {ok}

Ideologia {ok}

Idolatria {ok}

Perseverança {ok}

Segurança {ok}

Angústia {ok}

Temores {ok}

Agressividade {ok}

Contentamento {ok}

Alegria {ok}

Nostalgia {ok}

Delírio {ok}

Demência {ok}

Insônia {ok}

Afetação {ok}

Lirismo {ok}

Rancor {ok}

ódio {ok}

Vazio {ok}

Plenitude {ok}

Energia {ok}

Vitalidade {ok}

Compaixão {ok}

Ordenação {ok}

Sensatez {ok}

Comunhão {ok}

Amor {ok}

Importância {ok}

Crítica {ok}

Propósito {ok}

Junção {ok}

Separação {ok}

União {ok}

Promiscuidade {ok}

Inovação {ok}

Empreender {ok}

Formador de causa {ok}

Determinação {ok}

Planejamento {ok}

Administração {ok}

Gerador de Equilíbrio {ok}

Gerador de Liberdade {ok}

Gerador de sensações {ok}

Fé {ok}

Gerador de Medo {ok}

Euforia {ok}

Gerador de Livre arbítrio {ok}

Gerador de casuísticas {ok}

Gerador de Pânico {ok}

Medo {ok}

Depressão {ok}

Aceleração de Pensamentos {ok}

Ampliação de sentidos {ok}

Recorrência {ok}

Gerador de estado catatônico {ok}

Controle sensorial remoto {ok}

Adaptação {ok}

Conformismo {ok}

Didática {ok}

Consumismo {ok}

Dedicação {ok}

Autoritarismo {ok}

Relaxamento {ok}

Felicidade {ok}

Privação {ok}

Retórica {ok}

Elocubração {ok}

Rotina {ok}

Perseguição {ok}

Paranoia {ok}

Subjetividade {ok}

Loucura {ok}

Azia {ok}

Mal Estar {ok}

Bem Estar {ok}

Fobia {ok}

Cansaço {ok}

Fadiga {ok}

Irritação {ok}

Fantasia {ok}

Credibilidade {ok}

Criatividade {ok}

Alteração de níveis de consciência {ok}

Tolerância {ok}

Alteração do Humor {ok}

Alteração da fala {ok}

Taquicardia {ok}

Resolução de Conflitos {ok}

Formação de Conflitos {ok}

Invasão de privacidade {ok}

Sensação de esfalecimento da vida {ok}

Perda da identidade {ok}

Desperta a sensação de Paixão {ok}

Desperta a sensação de adormecimento psíquico {ok}

Intelectualismo {ok}

Ativador da mente {ok}

Eleva o grau de inteligência {ok}

Somatiza ações {ok}

Ativa a concentração {ok}

Expande a mente {ok}

Interrompe o fluxo mental {ok}

Coerência {ok}

Coesão {ok}

###

Grunido

Bocejo

Suspiro

Rosnido

Devoção

Limpeza

Pontualidade

Sensação de belos olhos

Serenidade

Malícia

Elegância

Caprichos

Inoportuno

Tédio

Deleite

Via intelectual

Vanguarda

Onipotência

Utopia

Coragem

Escuta

Escândalo

Solidão

Talento

Submissão

Superioridade

Zombaria

Admiração

Genealidade

Sedução

Kpac: revolução silenciosa

Imagem dupla

Telegrama

Fidelidade

Ruptura

Viagem de núpcias

Paixão súbita

Comunhão

Excomunhão

Justiça

Discurso

Assinatura

Herança

Valores universais

Instrução

Nomeação

Testamento

obra publicada

Pronunciamento

Nome do pai

Destino

Registro imaginário

Registro simbólico

Registro real

Estádio do Espelho

Reflexão

Refração

Crise

Arrefeção

Excessos

Superfície

Dica

Transferência

Conserto

Amor narcísico

Ajuda

Âncora

Acesso

Acontecimento

Facilidade

Amor objetal

Dialética

Ocupação

Instante de ver

Demanda

Oferta

Procura

Sujeito

Sujeito suposto saber

Tempo de compreender

Momento de concluir

Destituição subjetiva

Travessia

Fantasma

Corte da subjetividade

Fazer a diferença

Invenção

Moda

Entendimento

Coisas produtivas

Acreditar

Idealizar

Separação

Preocupação

Sensação de peso

Choro

Linguagem do corpo

Estrutura quebrada

Tranquilidade

Postura

À Beira do abismo

Momento

Intervenção

Vir à tona

Processo

Vida problemática

Apoio

Situações graves

Reconstrução

Acontecimentos

Voltar à estaca zero

O caminhar do sujeito

Desilusão

Terapia

Cura

História da Carochinha

Relação sujeito à sujeito

Confusão

Afastamento

Abandono

Sofrimento

Desnorteado

Cuidado

Limite

Édipo

Renúncia

Ato genital

Dissimulação da angústia

Rompimento

Disfarce

Encobrimento

Fingimento

Castração

Onipotente

Vulnerabilidade

Temor

Acentuação

Constituição do sujeito

Metáfora paterna

Metáfora materna

Metáfora da cegueira

Lei

Problemas sociais

Novo mal estar

Repressão

Regressão

Diagnóstico

Fase de latência

Falta da lei

Pêndulo

Obrigação

Felicidade

Adoecimentos

Estados limites

Desorganização

Organização

Válvula de escape

O amante e o amado

Resistência

Estilo

Falta de Informação

Informações erradas

Inabilidade

Tecnologia Inadequada

Bussiness Intelligent

Coleta de Informações

Organização da Informação

Análise da informação

Compartilhamento

Monitoramento da Informação

Integração

Negócios

Confiança

Prioridade

Divulgação

Homologação

Gravação de informações

Seleção de Informações

Tratamento de dados

Erro em sessão de dados

Volume de dados

Cadastro de Clientes

Operações com Clientes

Classificação de Clientes

Regra de negócios

Pessoal de Negócio

Pessoal de TI

Dado Bruto

Área Fim

Área meio

Técnicos de BI

Técnicos de TI

Seletor de dados

Batimento de metas

Data Warehouse

Produto Final

Linha de Produção

Tomada de Decisão

Origem dos dados

Trabalho de qualidade da Informação

Levantamento de informações

Ferramenta de extração de informações

Ferramenta de tratamento de dados

Orçamento de Projeto

RH de Projetos

Relatório do Projeto

Usuárias Finais

Homologação de dados

Dado Real Time

Análise de Vendas

Ferramentas de Análise

OLAP Analysis

Data Mining

Reporting

Data Discovery

Data Mart Vendas

Data Mart Compras

Data Mart Finanças

Data Mart Clientes

Consulta de Informações

Consultoria

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Análises Preditivas

Comparativo de Mercado

Funções Estatísticas

Funções de Mapeamento

Servidores de Georreferenciamento

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Segmentação de dados

Segmentação de Clientes

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Atualização de Informação

Inserção de Informações

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Importação de dados

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