:: A Vida em sua Essência




A Lenderbook desenvolveu uma teoria física sobre a Pequena Grande Notável, referindo-se a uma partícula física de menor concentração na natureza, conforme podem ser visualizados nos capítulos deste livro dinâmico “O Segredo da Pirâmide” e “Matéria”.

Baseado nos pressupostos levantados nos capítulos anteriores é possível definir vida como sendo um elemento físico capaz de:

1) permanecer estável por um determinado tempo, mantendo suas características internas intactas e não em mutação contínua;

2) ter a capacidade de crescer mantendo suas características originais preservadas;

3) capacidade de se reproduzir mesmo que em sua concepção tal capacidade seja apenas interna para recompor partes danificadas pelo meio;

4) transmissão das características primárias ou hereditariedade;

5) fator divino ou: combinação de energia e vácuo para a fabricação de um sistema ou ambiente em que a matéria deva estar inserida.

Não são capazes de garantir vida simples e puramente falando:

1) Deslocamento da partícula;

2) Esfacelamento puro e simples sem fator de hereditariedade;

3) Mutação divergente, podendo em casos de convergência o composto formado vir a ser um provável candidato a ter vida se satisfeito todos os 5 pressupostos anteriores.

4) Somente energia; ou,

5) Somente vácuo.

No mundo micro a energia e vácuo são abundantes e não existe outra coisa além destes dois fatores essenciais para a criação da vida.

O universo tridimensional como conhecemos é formado por partículas de combinações de vácuo com energia na forma de luz. O Big-bang que deu origem a vida que conhecemos foi responsável pela liberação de grande quantidade de energia que se espalhou pelo vácuo formando uma malha energética semelhante a um circuito eletrônico natural (A fabricação dos componentes vitais necessários para a criação da matéria então no Menu: “Matéria”.








As Pequenas Grandes Notáveis (PQGNs) partículas passaram a se desenvolver em dois pólos. Em zonas do universo onde a energia era mais abundante os filamentos de PQGNs foram formados pelo meio: que agora era energético; e pelos componentes e condutores: que eram o vácuo. Este é o tão falado mundo dos Mortos pelos místicos ou o Universo em Paralelo que está em sintonia com o nosso universo. Quando uma pessoa morre seu aspecto vital é convertido em meio-energia e filamentos em condutores-vácuo. Esta parte que conceitualmente foi chamada de parte vital de todo o ser vivo e que os religiosos chamam de alma é transferida para outro plano de existência que também possuem suas regras básicas de associação.

O universo tridimensional como o conhecemos é outro pólo onde o meio é: o vácuo (Entenda como meio o que há de maior abundância fisicamente); e, o condutor é a energia ou luz.

A LenderBook sugere que num futuro seja desenvolvido um equipamento sonoro e mais adiante televisivo capaz de captar espaços onde não exista freqüência transmitida e codifica-la boleanamente, pois tal experimento poderá evidenciar a presença de sinais audíveis ou de imagens.

A transcomunicação como é realizada hoje tenta captar sinais vindos de qualquer direção ao passo que a lógica correta que deve ser adotada é captar os não-sinais vindo do meio (a própria essência do vácuo). Isto é possível utilizando decodificadores que registram o comprimento da não emissão de sinais em um meio.

As religiões realmente estavam certas, pois é fato que Deus Existe embora cada um se prenda a um conceito diferente do que Ele seja, mas seu significado é variante de acordo com a grandeza que se pretende estudar ou alcançar. Também a religião acertou que é possível a continuidade da vida, embora muitas não conseguiram transmitir a idéia de continuidade como viver em um universo paralelo com características semelhantes a este porém de concepção e existência totalmente análoga.

O universo, portanto é bipolar. Não que um universo esteja distante do outro em pólos opostos, por favor, não entenda neste sentido. Apenas que ora o meio ou base para a fabricação de matéria é a energia (por estar mais abundante) ora o meio para fabricação de matéria é o vácuo (por estar mais abundante). O que falta é utilizado sabiamente pela natureza como condutor (diferenciadores lógicos capazes de criar objetos).

Cara leitor não se assuste, em nada esta constatação teórica irá mudar sua filosofia de vida, apenas terá uma forma mais ampla de ver a vida como sendo algo mais profundo que antes.

Como foi dito em capítulos anteriores a matéria tende a se esvair. Por este motivo a vida também tende a declinar quando um sistema biológico (vendo em macro-ambiente) não consegue mais repor a carga energética ou de vácuo, conforme a dimensão que se esteja sendo necessário ter sua existência interrompida para dar continuidade em outro lugar no espaço.

Existe vida pré-atômica (PQGN), vida atômica, vida molecular e vida biológica. Uma forma de vida da mais básica transfere para as mais complexas as mesmas relações de existência. É possível explicar determinado comportamento de uma vida biológica dada uma transferência por herança de uma vida pré-atômica.

Quando um composto absorve outro composto mais complexo, parte da estrutura do absorvido passa a incorporar sobre o dominante. É um processo de revitalização que economiza muito esforço de extrair recursos da natureza para a continuidade de um ser. Por isto não existe mal algum alimentar-se de outros seres vivos, pois os fins justificam os meios.

Autor: Max Diniz Cruzeiro