:: A Decepção







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A decepção está ligada ao ato de esperar por demais um determinado acontecimento e acontecer exatamente o contrário daquilo no qual a pessoa almejava. Quanto maior a amplitude do seu desejo pessoal por alguma coisa pela expectativa gerada da satisfação de um desejo, ou sentimento interno, maior será o grau de insatisfação ou decepção em relação a um evento.

O processo de criação da decepção é muito complexo, primeiro a pessoa formula uma idéia principal sobre determinado assunto, em seguida gera premissas que dão fundamentação para o desenvolvimento de um pensamento coeso que manifesta concordância ao pensamento principal. Note que não é um processo para se chegar a uma conclusão lógica e sim um processo que parte de uma conclusão lógica e busca um embasamento teórico que sustenta toda uma tese.

Suponha que Suely acabou de ser admita para trabalhar em meu setor. Bati o olho na moça e logo vi que ela era uma pessoa muito boa e amigável. Isto apenas observando a forma que ela sorria para todos quando entrou no setor. Então fui conversar com Suely, que dizia palavras doces, demonstrava ter conhecimento do trabalho, mostrava ser organizada, fazia o serviço nos primeiros dias procurando ter independência em suas ações, aprendia rápido e me ouvia quando tinha meus problemas familiares. Observe que nosso personagem primeiro disse: “ela era um pessoa muito boa e amigável”. Vendo apenas a expressão facial da jovem. Depois com o tempo de trabalho, pela observação temporal do desenvolvimento da nova funcionária no setor ele foi percebendo ou embasando o a conclusão inicial com novas observações que confirmavam necessariamente o que ele havia afirmado: 1 – dizia palavras doces; 2 – conhecimento do trabalho; 3 – organizada; 4 – independência em suas ações; 5 – aprendia rápido; e, 6 – ouvia problemas familiares meus.

Observe que nosso personagem já aumentou a estima pela colega Suely de tal forma que uma relação de trabalho já passou para uma relação afetiva quando ele começou a transmitir seus problemas pessoais para Suely e a confiar sua intimidade para ela. Eis que um belo dia Suely é pega pelo nosso funcionário conversando com outra amiga do trabalho que não tinha tanta intimidade falando sobre os problemas pessoais dele em tom de deboche. Nosso caro personagem não aceita “traição” então toda a teia de valores que ele havia criado com Suely de um instante para outro desmorona.

Isto é uma decepção para nosso personagem. Agora vem a pior parte de uma decepção. É conviver com toda a rede de relacionamentos interna criada para satisfazer o nosso desenho interno, que no caso do exemplo é: “ela era um pessoa muito boa e amigável”. Como apagar todas as premissas que me fazem pensar que ela é uma pessoa boa e amigável? Muita gente prefere o caminho doloroso e tortuoso que é enfatizar a todo instante o fator que levou ao rompimento da estrutura neural da forma de pensar. E a cada instante que as premissas básicas que compunham a satisfação com o indivíduo sobrepor a informação neural relevante sobre tais premissas básicas. Agora a conclusão lógica do personagem é: “Ela não é uma pessoa confiável”. Por esta razão ele irá procurar distanciar cada vez mais de Suely por ter afetado seus sentimentos pela falta de confiança.

Outros buscam uma forma análoga, catalogando as ações de outras pessoas e adicionando como premissas básicas um fichário psicológico que mostra os pontos positivos e negativos de uma pessoa, atribuindo-lhes ao final de cálculos mentais o devido valor que um indivíduo merece diminuindo sua expectativa como também a decepção futura em relação a outros pontos de conflito. Neste caso o grau de confiança em uma pessoa que promoveu uma decepção decai. Existe uma tendência de que a pessoa diminua o grau de informações repassadas concentrando apenas naqueles tópicos em que não irá gerar uma controvérsia ou distúrbios de idéias.

Existe também a decepção por outros elementos como: time de futebol, governo, igreja, instituições públicas e privadas e família. Este grau de envolvimento é mais complexo, pois envolve um mecanismo complexo de coisas e situações que compõe cada especificidade. Entra no campo das paixões. Pois quando um indivíduo gosta muito de algo ele transfere seu sentimento de forma mais prazerosa possível dando-lhe identidade, conceito e forma. A paixão é um combustível que liga o prazer ao conceito complexo. Quando as expectativas se frustram a decepção age no organismo das pessoas provocando efeitos colaterais transformando o sentimento em mágoa, ressentimento e por vezes desespero.

Na decepção pelo time de futebol a frustração pode recair sobre os jogadores e a comissão técnica. Repare que a agonia dos torcedores é coletiva. No sentido de sofrerem juntos a perda de uma partida ou de um título e também no sentido do foco de atenção da decepção ser para o grupo todo. Quanto maior a expectativa maior será a decepção. Num primeiro momento a perda de um título causa um efeito arrasador sobre os torcedores, as pessoas não encontram motivos para justificar o acontecido. Num segundo instante, os torcedores buscam através da recordação banalizar o esforço do time por não ter conseguido o título. E por fim, cheios de argumentação suficiente para criticar à vontade a atuação do time instala-se um quadro de revolta em torno da seleção do seu coração. Existem casos que o esforço pessoal dos jogadores é reconhecido pelo público que atribui ao azar o fato de não ter conquistado uma partida ou título disputado, mas isto não é o caso deste conceito que está sendo estudo: o da decepção.

No caso do governo os eleitores de um processo decisório de eleições esperam que os candidatos cumpram as promessas feitas em palanque. Em muitos casos, os eleitos não fazem nem 5% do prometido, gerando uma sensação de engano e conseqüente decepção por parte dos eleitores por se sentirem traídos em relação ao propósito pelo qual transmitiram seu poder de decisão para um político (ver – sociocracia Menu: iniciar). A decepção neste caso pode ser coletiva ou individual, pois os motivos pessoais que fazem uma pessoa votar diferem de um para outro. Muitos decepcionados pelo processo eleitoral decidem anular o voto para não votar em pessoas. A decepção também advém em muito pelo fato de políticos utilizarem a máquina pública para desenvolverem-se mas do que o normal seu aspecto pessoal, como por exemplo o benefício próprio através do enriquecimento ilícito.

Igreja ou congregações são disseminadores de opinião. A decepção com a congregação pode ocorrer quando a figura do representante da instituição pratica um ato que contrário aos preceitos da igreja ou quando um evento prognosticado pelo representante da igreja não acontece dentro da previsão que ele revelou para seus fieis. Muitos preferem sair da igreja quando os pressupostos que movem a fé são quebrados e partirem para outras formas de relacionamento em outras instituições que a pessoa considere como válidas para o desenvolvimento espiritual. Observe que esta forma de decepção, na maioria das vezes, faz recair a culpa sobre o s organizadores da instituição, mas a noção de Deus permanece inalterada e inabalada perante os fiéis.

Em instituições públicas uma decepção acontece quando um serviço deve ser executado para o benefício comum e ele não acontece da forma esperada. O problema recai sobre os administradores que quase sempre são substituídos para que seja resolvido o impasse. O descaso de uma instituição pública reflete sobre o grau de satisfação dos administrados em relação ao governo. A decepção quando observada a tempo pode ser trabalhada para que em seu lugar volte o contentamento pela eficiência, presteza e valorização dos serviços prestados.

Já em instituições privadas, a decepção por uma esternalidade como, por exemplo, o desmatamento que ocasionou um assoreamento de um rio, ou também através de maus tratos a funcionários, enganar o consumidor iludindo sobre propriedades dos produtos que de fato não existam, entre outras pode gerar até a diminuição do lucro da empresa. Uma empresa tem que partir do princípio que jamais deverá decepcionar um consumidor, por isto deverá montar centrais de atendimento para ouvir o que o seu consumidor tem a dizer de você e de seu produto. É a questão da manutenção da Imagem da Empresa. Um cliente decepcionado pode ser um cliente a menos.

Famílias são compostas de pessoas que de uma forma restrita têm a mesma carga genética e que por isto convivem juntas e de uma forma amplas por pessoas que compõem uma mesma unidade domiciliar sem necessidade de mesma carga genética. Nelas, têm momentos felizes, ora tristes. Uns se espelham nos outros, e geram expectativas de convívio e crescimento mútuo. Existe uma unicidade no modo de pensar do grupo – unidade familiar – que carrega os valores familiares formadores da regra de convívio das pessoas pertencentes à unidade. Quando um elemento do grupo, pela interação com outros grupos rompe com a estrutura familiar vigente, então os outros membros tendem a ficar decepcionados, pois a nova forma de pensar exposta não reflete de forma alguma o modo de enxergar a vida dos indivíduos daquela gleba específica. Muitas vezes ocorrem os rompimentos familiares e os laços de família se desfazem, alguns partem para o isolamento familiar e passam a agregarem em outros grupos que melhor representem a sua nova forma de pensar ou raciocinar.

A pior decepção é aquela que você transfere muita confiança a outra pessoa e ela aproveita dela para utilizar uma informação sua para praticar com os elementos que você passou um anti-valor que você despreza. Assim, você quando descobre se sentirá frustrado ao ver sentimento ser invadido por um valor que não é teu. Mas ela é realmente uma traição quando o seu comportamento é integralmente compreendido pelo agente da decepção e ao mesmo tempo ele lhe agride, com a decepção, com o propósito de satisfazer seus desejos pessoais, passando por cima da amizade ou da consideração que nutria em conjunto.

Analisando a decepção estatisticamente ela é uma variável escalar e à medida que seus pressupostos são preenchidos maior é a propensão da pessoa chegar da euforia (contentamento absoluto – não decepção) a depressão (descontentamento absoluto – decepção). Ela pode ser pontuada de uma escala de 0 a 100%, onde zero representa o grau absoluto de satisfação e 100% o grau absoluto de insatisfação. A insatisfação total aparece quando nenhuma outra premissa se sobrepõe à decepção. Sendo a decepção forte o suficiente para romper toda a cadeia de pensamentos que davam sustentação ao pensamento.

A decepção pode desencadear sentimentos como ódio, angústia, desespero, descrença, desânimo, mal estar, estresse, depressão, vazio, sentimento de inferioridade, irritabilidade, sonolência, sentimento de invasão, rancor, atrito, inércia, rejeição, tristeza, pesar, insônia, nostalgia, privação, arrependimento, desordem, confusão psicológica, sentidos aéreos, sentimentos de posse e outros correlatos.

O perigo de uma decepção é a somatização de idéias. Então é conveniente que quando uma pessoa passar por um processo de decepção, ir direto a um psicólogo para que ele oriente a melhor forma de você lhe dar com o problema. Os profissionais da área de psicologia estão preparados para fornecer o antídoto ideal para cada tipo de somatização reunindo os elementos formadores do seu pensamento que compõe a sua problemática como um todo. O profissional irá analisar o padrão de comportamento à medida que a pessoa expõe tudo o que sente sobre a “decepção” que lhe foi gerada. Ela irá relacionar todas as premissas que levaram o lado afetivo valorizar determinada pessoa ou grupo e depois ela deverá relatar os motivos internos seus que ocasionaram a desordem psicológica. À medida que os trabalhos de auto-conhecimento forem avançando entre a pessoa e o psicólogo, o profissional vai estabelecendo a real escala de valores do indivíduo e mostrando gradualmente os pontos positivos e negativos que envolvem o problema. Se o indivíduo estiver ciente dos pontos expostos acima e agir desta forma e de maneira coerente não serão necessárias muitas sessões para concluir o trabalho do psicólogo.

Quanto à decepção sem motivo aparente é um sintoma de depressão. A pessoa pode estar fragilizada por diversos motivos e entra numa rotina de auto-agressão onde os pensamentos servem para mostrar que ela não está feliz, que está confusa que não é merecedora de viver e outros motivos. Neste caso é conveniente primeiro que a pessoa procure um psiquiatra que deverá medir a intensidade do problema e sugerir ou não o acompanhamento de um psicólogo. A pessoa nesse estado sofre de uma espécie de solidão, tem tendência ao isolamento social e pode chegar até a expressar um comportamento suicida. Em muitos casos a mente gera uma conclusão substancial de que a pessoa não está bem, em seguida os pensamentos são canalizados para a manifestação de subsídios mentais que levem a pessoa a acreditar que realmente ela não está bem. Em outros casos pode ocorrer também a ausência absoluta de pensamentos, apenas a pessoa sente a reação em cadeia de desânimo no corpo – é como se os pensamentos já estivessem automatizados e apenas as reações são sentidas.

A decepção delirante é um dos piores aspectos sobre este conceito complexo. A pessoa tem a princípio uma grande estima por outra ou grupo. Quando ela encontra um argumento muito forte que quer provocar um rompimento instantâneo com aquele padrão, ela gera instantaneamente uma seqüência de pensamentos negativos e vai relacionando indiscriminadamente com o agressor de forma a diminuir a auto-estima o mais rápido possível. O problema são que as informações cerebrais são formadas através de encadeamentos neurais e os elos neurais são formados por estruturas físicas que não se rompem da noite para o dia, ainda mais numa situação que anteriormente eles eram bastante utilizados, e por isto estavam bem desenvolvidos. Então este processo delirante ocorre uma forma de agressão física ao organismo podendo ocasionar outros problemas ao organismo. Nem sempre este processo é voluntário, têm pessoas que não conseguem controlar o fluxo de pensamentos e nem desejam que tais fluxos sejam controlados. No processo involuntário a pessoa trava uma guerra dentro de si, cada vez que lembra de um aspecto positivo ela trata por associá-lo a outro aspecto negativo para diminuir a auto-estima em reação ao agente da decepção. É um processo muito cansativo, pois o cérebro continua a bombardear de informações a pessoa que não consegue descansar e sair do delírio. Muitas vezes o que move a pessoa a continuar nesta estrutura é o sentimento de desprezo e de ódio que ela nutre pelo ser que a decepcionou. Ela deseja tirar qualquer vestígio de carinho pela outra pessoa para não sofrer mais, mas não se dá conta que está promovendo um enorme sofrimento dentro de si.

Nem sempre alguém tem a intenção de deixar outro decepcionado. O problema na maioria das vezes é a falta de conhecimento do outro. As pessoas têm núcleos próprios de convivência, é natural que determinados padrões de comportamento variem de um para outro. É natural também que analisamos todos como se fossem, ou pensassem iguais a nós mesmos. A decepção pode representar apenas uma expectativa própria de alguém não atendida em relação a outra pessoa. Neste caso convém um balanço pessoal para que nossos valores sejam medidos para podemos absorver a nova informação que não tínhamos noção do comportamento variante. Pois a reflexibilidade de uma ação sobre nós mesmos resulta em uma interpretação diferente em relação ao agente provocando um abalo psicológico capaz de levar-mos a um estado de incompreensão sobre nós mesmos.

Por vezes a decepção dói no peito, dói na alma. Ela contamina todo nosso ser, por ser mais forte que podemos suportar. Ela é o óleo dos poetas, pois eles a descrevem de uma forma singular e com sentidos próprios ligados indistintivamente à dor, e a necessidade de ser ouvido pelo ser que promove a decepção. A decepção neste contexto representa amargura, uma tristeza profunda que não tem razão de existir. É um choque entre o que se sente e o desprezo. É uma contaminação de sentidos. Uma forma híbrida de encarar um problema. Por vezes ela é a própria loucura, erva daninha de pântanos que não tem serventia alguma. Outras é a própria essência do amor não correspondido que clama por um sopro de amor em meio ao infortúnio – a própria decepção.

O perdão é necessário para apagar uma decepção. É preciso criar uma linha de pensamentos que a pessoa torne o “Perdão” um ingrediente-chave que irá sublimar todo o sofrimento ocasionado pela decepção. Não guarde rancor ou ódio, ele fará mal ao seu coração e você viverá menos. Imagine sempre o amor em sua vida. Levante as mãos para demonstrar alegria, se achar melhor diminuir o grau de comprometimento com outra pessoa, que seja assim, mas que você faça isto sem traumas para você mesmo ou para as outras pessoas. Argumente sempre que necessário. Mostre o seu modo de pensar que as pessoas saibam interpretar sua conduta. Seja aberta a novidades. Remodele a forma de pensar quando uma decepção lhe atingir. Sempre há uma maneira de fazer as coisas que não causem prejuízos a ninguém. Tire a decepção como uma oportunidade de vida para o seu crescimento e das pessoas próximas. Se for momento para ficar isolada que faça, mas não demore muito a retornar ao convívio social. Têm muitas pessoas que te esperam e gostam muito de você. Se você tem poucos amigos lute por uma causa nobre, faça da decepção uma oportunidade de crescimento.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

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