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:: PERCEPÇÃO E REALIDADE: a estruturação do conhecimento


PERCEPÇÃO E REALIDADE: a estruturação do conhecimento

 

PERCEPTION AND REALITY: structuring of knowledge

 

 

 

 

 

CRUZEIRO D. , Max1

Pós-graduando em Psicopedagogia Clínica e Empresarial UCB

 

 

 

 

RESUMO

 

Este estudo versa sobre a Percepção como um registro mnemônico capaz de gerar realidades individuais e de massa que diferenciam individualmente, e as distorções que envolvem os fatores da multilinearidade do pensamento que são responsáveis pelos entraves no processo de não aprendizagem por não representarem a Realidade fabricada pelo indivíduo ao processar as informações em seu cérebro.

 

 

Palavras-chave: Cognição, Aprendizagem, Percepção, Realidade.

 

 

 

ABSTRACT

 

This study focuses on the Perception is a record mnemonic able to generate mass and individual realities that differentiate individually and distortions involving factors multilinearity of thought that are responsible for the obstacles in the process of learning not for not representing Reality made by the individual to process the information in your brain.

 

 

Keywords: Cognition, Learnig, Perception, Reality.

 

 

 

 

 

1.    INTRODUÇÃO – O MITO DA CAVERNA DE PLATÃO

 

 

 

A plasticidade cerebral permite que um indivíduo coordene sua capacidade intelectiva e possibilita um sistema autopoiético de ajuste das suas reais necessidades. A alegoria de Platão (MORGAN, 2011, p. 216) traz a importância entre percepção, realidade e conhecimento. Fatores como o continuísmo, a cegueira grupal, a sexualidade reprimida, a repressão, negação, transferência, fixação, projeção, introspeção, racionalização, formação de reação, regressão, sublimação, idealização e desintegração, elementos e valores sociais, significação da morte, da vida e da imortalidade, ilusão do controle, ansiedade, mecanismos de defesa individual e grupal, links transacionais, sombra e arquétipos humanos e a prisão psíquica são elementos extraídos facilmente do mito da caverna e este trabalho irá abordar de forma dissociada o processo de elaboração mental a partir de uma percepção do meio, pelo indivíduo, na construção de uma realidade individual ou grupal.

            Entender as relações em que as pessoas criam com a absorção dos elementos cognitivos extraídos do meio em que vivem de forma individual ou grupal são fundamentais para a compreensão dos fatores que envolvem o processo de aprendizagem em sociedade.

            Os estudos dos fatores cognitivos largamente abordados pela psicologia fornecem uma estrutura lógica para compreensão de como um ambiente é percebido, pouco se sabe das relações existentes entre neurociências, psicologia e pedagogia que afetam a estrutura de aprendizagem de uma criança ou adulto. Estudar tais fatores levará a uma compreensão maior dos indivíduos tanto ao nível organizacional como clínico.

O presente estudo é adequado uma vez que o profissional Psicopedagogo deve adentrar no espaço interior de seus pacientes. E como fazer isto se não há uma relação lógica entre causa e efeito que permita um diagnóstico correto? Saber como é o processo de delineamento que permite a construção de cenários pela capacidade do Psicopedagogo de trazer para seu campo investigativo a percepção do indivíduo, visualizando seu espaço psicológico e a realidade mental projetada por este sobre os fatores intervenientes do processo de aprendizagem.

Sua análise possibilitará uma maior compreensão de como construímos os pensamentos e sob este prisma irá proporcionar as pessoas que dele tiverem acesso uma elevação espiritual de como melhor trabalhar com a máquina humana. Permitirão as pessoas se auto-observarem e promover uma autocrítica para a geração de pessoas mais conscientes e capazes de seus atos com uma maior responsabilidade.

           

 

 

2.PSIQUE E COGNIÇÃO HUMANAS

 

 

                  Os fundamentos da lógica na psique humana são complexos, não-lineares, autorreguladores e recombinantes. O sucesso pessoal está contido na capacidade organizacional do pensamento na prática das múltiplas inteligências cognitivas de um indivíduo.

                  Segundo Freud (1940) a psique humana é formada por três elementos básicos: id, ego e superego. O id é à grosso modo a manifestação dos instintos, emoções e desejos. Ele por si só não tem limites e quando um elemento da psique aflora tende a seguir a intensidade na direção que ele foi canalizado. O ego é a solução encontrada pelo cérebro para frear o Id. É composto por um conjunto de neurônios que estabelecem critérios de parada à manifestação de uma ação. O superego é uma estrutura de controle mais densa, onde é possível o estabelecimento ou amarramento de comandos na forma de valoração e noção de julgamento de ideias e fenômenos diversos. Quando um indivíduo situa-se dentro dos limites do aceitável ou tolerável de acordo com os padrões que ele definiu para si, é dito ÁREA DE MORALIDADE, quando está no limiar é a ÁREA DA AMORALIDADE e quando ultrapassam tais limites os pensamentos e atitudes caem na IMORALIDADE.

Figura 1 – A psique humana na concepção Freudiana do ponto de vista cartesiano.

 

                  A formação de um senso crítico requer criatividade mental onde o indivíduo deve ser capaz de criar um EU Psicológico que saiba distinguir a interconectividade entre os fatores de ação e reação do ciclo mental do processamento do pensamento.

                  Já as Ciências Cognitivas são aquelas que se preocupam com o aprendizado de forma epistemológica, ou seja, sua origem, natureza e limites do conhecimento, com fundamentação empírica (observação experimental) que trabalham com fatores que envolvem os subprocessos de: atenção, percepção, memória, tomada de decisão, resposta motora, raciocínio, valoração, juízo, imaginação, racionalização, pensamento, emoção e linguagem (Fialho, 2011).

                  Outro aspecto importante numa esfera macro é a ética. Ser ético é estar envolto por uma "consciência moral" onde há privilégio do coletivo/social perante o individualismo nas práticas de conduta que regem um comportamento institucional/profissional (Platão, 387 a.c). A ética evoluciona-se à medida que novos conceitos são formulados. Existe uma lacuna ética quando uma nova proposição é validada e toda a sociedade é levada a raciocinar se aquilo será um "bem" capaz de suplantar a ética anteriormente descrita e considerada válida.

 

 

1.    PERCEPÇÃO HUMANA

 

A percepção do meio ou ambiente onde um corpo tridimensional se desloca é na realidade uma abstração das propriedades de radiação em que são desprendidas dos objetos dispostos na malha de energia condensada (Cruzeiro, 2007). Essa atração dos fatores físicos e químicos na direção de um indivíduo é chamada de estímulos. E entram pelos 5 sentidos humanos ativando por excitação ou inibição os neurotransmissores e neuroreceptores que por assimilação aprende a cada novo estímulo a canalizar e distribuir pelo cérebro e todo corpo, o aprendizado conquistado sobre o meio que o cerca.

Para Freud (MORGAN, 2011, p. 224) os impulsos são canalizados para fazerem parte do consciente – uma vez controlados – ou para o inconsciente, como um banimento quando resultantes de significação e utilização imprópria. Então o processo de percepção a todo instante é regrado por momentos de repressão, negação, transferência do impulso para outro foco de atenção, fixação mnemônica, projeção de sentimentos, introjeção pela internalização de fatores externos, racionalização, formação de reação quando o fator reativo não é intempestivo, regressão pela retomada de conhecimentos anteriores a um fato, sublimação pela aceitação de algo pela elevação da reação, idealização quando procura pelos aspectos positivo em detrimento dos negativos e a desintegração que visa a eliminação ou isolamento de aspectos psíquicos ao bom.

 

 

2.    REALIDADE

 

A existência é definida como um conjunto de elementos perceptíveis pelos sentidos, mas na realidade não passa de meras abstrações de capturas singulares de fleches energéticos ao atingir uma massa que se desloca no tempo (Cruzeiro, 2007).

Esta massa, assim definida por Einstein é o desdobramento de sucessivas variações de energia que se apresenta de forma condensada e compacta sobre determinadas leis de conservação e luminescência. 

A realidade é algo inerente às semelhanças de amplitude da variação energética de cada objeto. Então se comparada à percepção que um ser vivo tem de uma pedra, esta percepção irá variar de indivíduo para indivíduo e não encontrará exatamente a mesma frequência de vibração colhida pelos sentidos. Agora, as faixas de vibração molecular, para indivíduos de mesma espécie, espera-se que sejam semelhantes, considerando-se todos os outros fatores externos e internos equivalentes.

Assim, quando se fala em realidade está fazendo referência à parte onde um conjunto de informações se intercepta de indivíduos entre si. Por isto a necessidade intrínseca que os seres vivos possuem de fazerem interpretações e interpolações sobre o meio para uma tomada de decisão.

Um esquema mental de pensamento é uma forma apenas de ordenar o cérebro para melhor compor o rol de conhecimento que foi possível extrair do meio ambiente  (Cruzeiro, 2012). Não significa que um conjunto de pensamentos seja correto só pelo seu modo de pensar seja religioso, empírico, holístico ou científico. Mas eles se estruturam em formas elementares de catalogar informações primárias e transformá-las em realidades ou abstrações do interpretar ou criar uma lógica de pensamento onde é possível relacionar causa e efeito a estruturas neurais próprias de cada indivíduo. 

O que é lógica então? Não seria apenas uma forma inteligente de encadear ação e reação para facilitar a catalogação de novas abstrações? E onde entra a memória? Não seria uma forma de catalogar abstrações pelo uso de similaridades, ou para assim dizer da lógica? A lógica Darwiniana sobre a teoria da evolução das espécies ou a lógica do Criacionismo está correta? A verdade, ou melhor dizendo, a realidade é que ambas são abstrações que interpretam melhor arranjos ou modelos mentais de pensamento de acordo com a particularidade de cada indivíduo que a armazenou. Até mesmo as pedras têm sua memória!

A relativização do pensamento, ou da realidade, insere-se na manifestação de múltiplas funções cognitivas que guardam portas para a aglutinação de informações catalogadas pelo compartilhamento sistêmico passado de geração a geração por frequentes mutações de DNA e incorpora registros de conduta e comportamentos dos antepassados quanto as transformações físicas e químicas do tridimensional sobre o tridimensional (Cruzeiro, 2007). 

 

 

3.    O PROCESSAMENTO COGNITIVO

 

Segundo Fialho (2011) o pensamento conservador da ciência cognitiva interpreta os indivíduos como sistemas que têm a capacidade para receberem entradas, processarem as informações e emitirem saídas. O autor descreve também que para Maturana e Varela (2001) os seres vivos são estruturas fechadas em termos de informação e estruturalmente determinado, na visão que a necessidade interna prevalece sobre a externa.

 

O conhecimento humano não é um artefato de armazenamento na memória, nem tão pouco uma cópia da realidade, ao contrário, é ação efetiva.

  Fialho, F. Psicologia das Atividades Mentais. 2011

                 

                  A aprendizagem pode ser vista pela tríade indivíduo-tarefa-contexto sendo assim um elemento metassistêmico. Ela é uma construção sócio-interativa intra e interpessoal (Aprendizagem situada) compartilhada.

                  O processamento cognitivo ocorre por função simbólica que requer domínio cognitivo e linguístico por parte do indivíduo. É um processo de raciocínio cíclico que envolve: busca sistêmica, rotação sistêmica, exploração de novidades e imitação. (Fialho, 2011)

 

4.    INDIVIDUALIDADE E COLETIVIDADE

 

O conhecimento na visão sistêmica de Brown, Collins e Duguid (Fialho, 2011), está integrado na interdependência entre atividades, conceitos e cultura. Para estes autores o conhecimento não é individual e parte da junção de informações entrelaçadas que incorporam novas estruturas do saber. A realidade é do ponto de vista do indivíduo interna.

 

O ser humano habita a caverna platônica e tudo que acessa são as sombras projetadas nas paredes distorcidas do córtex cerebral.

  Fialho, F. Psicologia das Atividades Mentais. 2011

 

                       Individualmente a realidade é fruto de fatores de metalinguagem, metacognição e metafísica que se correlacionam com outros fatores socioambientais. Já o coletivo particiona o conhecimento maximizando a concepção de problemas para a construção de um saber amplo e uniforme que atenda as necessidades do grupo.          

5.    O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NO ASPECTO DA MUDANÇA INTERNA NO INDIVÍDUO

 

A percepção como geradora da realidade social limita os indivíduos a esferas de aprendizado, rotina e aplicação de conhecimentos. Cabe aos psicopedagogos orientar, observando o espaço psicológico, sistêmico-sócio-ambiental dos indivíduos para criação de cenários e assim, fazer com que o indivíduo possa fazer uma metacrítica para a construção de um ser mais capacitado e consciente de suas reais necessidades. (UCB, 2012)

Reconstruir, reavaliar, reafirmar, auto-observar, o autocontrole, o autoajuste são os resultados esperados dada uma intervenção de um psicopedagogo sobre um indivíduo para que ele possa auto-desenvolver-se em um mapa mental ou modelo neural que melhor adapte sua relação consigo mesmo e com o grupo em que está inserido. (UCB, 2012)

 

6.    CONCLUSÕES

 

A passividade que os seres humanos adquirem frente a uma tomada de decisão está ligada no comodismo frente à canalização de percepções já testadas e validades internamente no organismo humano.

O não uso da epistemologia, a crença que o homem é fruto do meio e não um fenômeno holístico por si só e a falta de auto-observação tornam os indivíduos reféns da caverna mitológica de Platão, onde o modelo neural de pensamento está condicionado a fatores de ação e reação, input e output, reafirmação de percepções já experimentadas e anulação para o novo tornam as pessoas vítimas de sua experiência ou essência como indivíduo. Não representando assim um ser na sua forma primordial, uma vez que está “morto personalisticamente” e tornar-se rebanho no meio da multidão que vive em alimentar percepção que apenas replica o que é dito, escrito, visto e degustado.

O papel do psicopedagogo está além de fazer o indivíduo retornar à fase de aprendizagem, é, portanto, torná-lo consciente de si próprio como um indivíduo capaz de classificar as percepções, ordená-las, descartar os ruídos, escolher o que é bom para si e para a sociedade, para agir com consciência de propósito como um ser planetário e universal.

A compreensão dos aspectos levantados acima permitirá ao psicopedagogo provocar uma intervenção consciente sobre o modo em que os indivíduos percebem a realidade que os compõem, aspectos estes, sensoriais, vitais para a acumulação e continuidade do conhecimento.

 

7.    Bibliografia

 

FIALHO, F. Psicologia das Atividades Mentais – Introdução às ciências da cognição. Florianópolis, SC: Editora Insular, 2011.

 

TEIXEIRA, J. F. Mente Cérebro Cognição. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2011.

 

LENT, R. Cem Bilhões de Neurônios? São Paulo, SP: Atheneu, 2010.

 

GAZZANIGA, M. S., IVRY, R. B., AND MANGUN, G. R. Neurociência Cognitiva – A biologia da mente. Porto Alegre, RS: Artmed, 2006.

 

MORATO, E. M. Linguagem e Cognição – as reflexões de L. S. Vygotsky sobre a ação reguladora da linguagem. São Paulo, Sp: Editora Plexus, 2002.

 

OLIVEIRA, A. O. Memória cognição e comportamento. Itatiba, SP: Casa do Psicólogo, 2007.

 

MORGAN, G. Imagens da Organização – Edição Executiva. São Paulo, SP: Editora Atlas, 2011.

 

BRANSFORD, John D: Brown, Ann L., Cocking; Rodney R. (org). Como as pessoas aprendem: cérebro, mente, experiência e escola. São Paulo: Senac, 2007.

 

HENRIQSON, É., CARIM JÚNIOR, G. C., SAURIN, T. A., AND AMARAL, F. G. Consciência Situacional, tomada de decisão e modo s de controle cognitivo em ambientes complexos. Artigo publicado em 2009. Disponível em: < http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/21295>. Acesso em: 29 jul. 2013.

 

BALLONE, GJ Alfred Adler, in. PsiqWeb, internet. Disponível em: <http://www.psiqweb.med.br/site/?area=NO/LerNoticia&idNoticia=190>, revisto em 2005. Acesso em: 12/10/2013.

 

PLATÃO, in Sua Pesquisa.com, internet. Disponível em: < http://www.suapesquisa.com/o_que_e/etica_conceito.htm>. Acesso em: 12/10/2013.

 

CRUZEIRO, D. M. in Lenderbook, internet. Disponível em: < http://www.lenderbook.com > Acesso em: 12/10/2013.



12/10/2013 - Max Diniz Cruzeiro
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