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:: A Bíblia do Quinto Poder


A Bíblia do Quinto Poder

Viena – Alemanha 1927

Eles matam sem sentir, menosprezam o olhar do crítico. São responsáveis por manter a estrutura de dominação e poder. Por isto a sociedade organizou tudo o que de mais repugnante tivesse sobre seus auspícios, para distorcer o que já estava corrompido pela dominação que vitimava a sociedade que desejava um certo ordenamento de vida.

 

Hofburg, 13:00 horas, 18 de junho de 1927

Um grupo de homens de bem confabulavam formas hediondas de absorverem de forma ilícita o dinheiro da central de cartas. Queriam manipular a opinião pública sem gastar um centavo do serviço postal. Na mesa ao lado no restaurante Wolfgang um grupo de jovens burlava uma forma para persuadir a escola falsificando o boletim escolar para que pudessem passar de ano.

Em outro canto do recinto um jovem preocupado desejava pagar menos do que o compactuado no menu depositando sobre os restos e migalhas de pão que já havia comido, um inseto que seria para este o pretexto de desconto para uma refeição farta e sem dispêndios.

Banqueiros em outra mesa estavam a confabular com outros de igual espécie formas de ajustar progressivamente as taxas de juros para que seus clientes mais endividados não pudessem pagar as dívidas, já de olho em suas casas como objeto de penhora.

Aquele lugar já estava corrompido da essência da partilha e da troca entre indivíduos. Cada um que frequentava o Wolfgang só desejava cada vez mais ter e o possuir de coisas e objetos, de manipular a vida de quem tentava seguir na indiferença de que tais coisas estavam a acontecer por debaixo de os auspícios de suas próprias apreensões e vicissitudes.

Wolfang era apenas uma grande sala de reuniões. Quem se atrevesse a tocar nas verdades de quem aquele ambiente frequentava era colocado de lado na sociedade.

E sua ruína seria depender de esmolas numa rua fria de inverno ou num calor escaldante de verão. O amor pelo semelhante apenas repousava nos livros de história ou na bíblia Cristã.

Um dia um jovem que queria ter a sua vida longe da aspereza do mundo foi convidado para assessorar muitas famílias que frequentavam o Wolfgang, e sua função era catalogar este estilo de vida e colaborar para que a comunicação entre as unidades familiares permitisse o equilibro de forças do agrupamento.

O encantamento do jovem inicialmente pela forma de ganhar dinheiro nutriu e muito sua vontade de ser como um de seus patronos. Porém o jovem não compreendeu que enquanto fosse útil para o grupo é que o seu valor teria serventia.

Muito humilde, Matheus jamais seria visto como um Burgo, em vez disto a concordância inicial de tais pessoas serviria apenas para mostrar a face cruel do mundo que também tinha sobre o seu sistema volitivo uma concordância imediata por estar inserido dentro do sistema.

Quando a alocação de ganhos foi finalmente equacionada pelo grupo de Wolfgang a serventia de Matheus para o sistema não era mais crucial. E como quem desejasse apagar os registros, por induzimento, sobre o mesmo esquema de quem o quer complicar perante o seu ajuizamento foi introduzido o desejo de possuir bens, e aos poucos as consultorias foram escasseando, para que o compromisso do endividamento fosse superior à sua capacidade de pagamento.

E tiraram primeiramente sua capacidade de repor as caras vestimentas, em seguida passaram a persuadir para que pagasse os compromissos bancários cujas inscrições aceleravam em taxas crescentes. E lhe tomaram o seu carro, o fornecimento de luz, o fornecimento de água, o telefone, já não tinha condições físicas de frequentar o Wolfgang.

Ninguém de lá queria mais contato contigo, conforme seguia o plano. Não havia mais o oferecimento de serviço algum que contribuísse para o extermínio de suas dívidas.

O Wolfgang e o Hofburg já não era mais sua residência quando sua casa lhe fora confiscada.

E ao andar sobre as ruas não tinha mais amigos, as pessoas evitavam ao vê-lo cruzar pela rua. E passou a mendigar por alimentos. Uma mente brilhante no submundo de Viena.

E quando no suplício de pedir esmolas ninguém mais queria ofertar um pedaço de pão para saciar sua fome, se viu compelido a furtar a comida dos pombos e depois a objetar o furto de quem tivesse transeunte a andar pelas ruas.

Então Matheus se encontrou com um inóspito ambiente infernal. Pelo menos lá teria comida para se alimentar. Mas existiam inúmeros maus tratos que a recompensa de alimentação diária não era suficiente para valer apena estar naquele lugar.

Quando levado para celas frias e comida contaminada uma revolta sobre a vida perdida e a vida ao qual se subordinava aquele instante a perscrutar, o impeliu a fazer uma profunda introjecção de tudo o que foi possível absorver dos magnatas de sua época.

Logo conheceu outros em situação de revolta semelhante, e passou a raciocinar por que o mundo era tão grato para com alguns tipos de pessoas enquanto outras deveriam a abastecer-se de migalhas.

Passou a partilhar entre o seu novo agrupamento social carcerário todas as suas descobertas sobre a vida burguesa e os falsetes que estes pregavam sobre as pessoas mais desprevenidas para que delas pudessem subtrair para agregar mais valia sobre suas fortunas pessoais.

Mostrou que toda a sociedade era condicionada a este joguete de marionetes em que um espírito conformista e concordante com a estrutura de dominação permitiam todos visualizar como legítimo estruturas viciadas e afetadas de exploração do trabalho alheio e também da obtenção de vantagem do próximo quando era evidente que a oportunidade levasse a um surrupiar de objetos que haveria o mais desprovido da possibilidade de retenção.

Então passou a conjecturar que os carcereiros também eram utilizados pelo sistema para meios de tortura por razões equivocadas de seu estado moral de processar crimes hediondos, meros instrumentos de percepção doentia em que nada acrescentaria em suas vidas compactuar com a utilidade funcional do sistema.

E que o grau de convencimento de suas verdades estaria no consentimento de que tais atos seriam na verdade conformidades como práticas de delito coletivos de agressão indireta à sociedade.

Assim, em meio a hora de visita, ocasião em que carcereiros, funcionários, familiares e prisioneiros se reuniam no pátio começou o que seria o princípio da institucionalização do Quinto Poder das sociedades humanas.

Um esclarecimento voluntário por parte de um ilustre professor arrependido que foi capaz de unir todos os conflitos sobre a mesma insígnia de austeridade.

E foram muitas as sessões de prendimento de ação. Até que o dia do pacto transformou o presídio em uma noite simulada de incêndio em que os presos foram colocados à salvo da opressão corrupta da sociedade de Hofburg e seus corpos foram dados como perdidos no incêndio, sendo seus almas resgatas em embarcações do velho Danúbio de águas azuis.

E em terras distantes, as famílias do cárcere se reuniram para organizar uma grande transformação numa corrente revolucionária anônima em que não pudesse mais ser detectada.

Novas insígnias, novos nomes, novas famílias, novas formas de interagir profissionalmente com o mundo.

As reuniões se intensificaram. O compromisso foi cada vez mais selado. Até ao ponto de estarem preparados para assumir os burgos em várias partes do planeta.

Os métodos utilizados pelos gentios de natureza nobre foram reproduzirem fortunas que não existiam para se infiltrar no sistema bancário, no sistema econômico, no sistema educacional, no sistema político e no sistema repressivo.

O princípio básico do quinto poder era roubar de quem roubava e que assim sua conduta era suficiente para a desagregação social.

Então mapearam as fortunas obtidas pelo desvio de verbas, as fortunas obtidas pela dizimação de famílias inteiras em guerras e conflitos, as fortunas oriundas de crimes.

O quinto poder sabia que os criminosos do burgo não poderiam perante o poder constituído declarar suas fortunas não declaradas. E pouco a pouco o dinheiro do descaminho foi passando para outras mãos que tinham o compromisso de formatar uma nova moral de forma que não fosse perceptível ao homem comum.

Então os corruptos perderam o seu sossego, e passaram a organizar quadrilhas e milícias em que os milicianos tinham a função de descobrir quem eram os adeptos do quinto poder para fazer de seus corpos a fogueira viva que no passado os sistemas prisionais não foram capazes de dar fim a sua prole e a suas gerações.

Mas o quinto poder já estava muito forte e infiltrado em todo o burgo. Já tinha mapeado quem fraldava o fisco e já sabia roubar de quem não podia declarar a existência de seu fortuna.

Quando os milicianos descobriam um quinto e este era eliminado o alvo da vez era o mandatário que havia organizado a milícia. Para que este potencial predatório fosse eliminado em seu poder de infiltração sobre o quinto poder não oferecesse mais ameaças.

O quinto poder era forte o suficiente para orquestrar a sensação de poder sobre os milicianos e seus algozes. Havia um compromisso da preservação da vida do corrupto falido e de levá-los aos sistemas prisionais para que sentisse na pele o fruto de seu descaminho social.

O quinto poder queria implantar a nova ordem, enquanto os mandatários de Wolfgang usavam os meios de comunicação para persuadir o comum de que o quinto poder era na realidade um crime organizado.

Então a política do pacto contra o quinto era enfraquecer as suas bases, mostrar para sociedade que o princípio que afetasse o quinto era a agressividade, a desonra a afetação do comum e que por isto toda a sociedade deveria estar mobilizada para defender os interesses do burgo pensando que estivesse a defender os seus próprios interesses de organização.

O quinto não poderia parecer nos meios de comunicação para se defender. Então foi progressivamente difamado e infiltraram sobre as organizações pessoas compromissadas com os burgos para que a veracidade de violência fosse mais percebida para quem fosse leigo no assunto.

Então o quinto recuou para estabelecer novas diretrizes e novos equacionamentos e soluções para que seu projeto de nova constituição de princípios e valores não fosse perdido.

E se permaneceu anônimo por sobre a terra até que estabeleceu contato com o sexto elemento, externo, alheio à partilha, indestrutível e próspero em todos os sentidos, para reconhecer a verdadeira causa.

E a luta continua, ...

Não para o comunismo, mas para a integração. Onde o quinto e o sexto fundem-se a sétima força da qual dela emana toda a estrutura de poder.

Autor: Max Diniz Cruzeiro



20/06/2015 - Max Diniz Cruzeiro
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Max Diniz Cruzeiro

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